{"id":736,"date":"2014-02-19T14:07:00","date_gmt":"2014-02-19T18:07:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-702","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=736","title":{"rendered":"Em: 19\/02\/2014 &agrave;s 14:07h por Jornal da Energia"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G100.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P100.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p>Segundo uma fonte pr&oacute;xima ao assunto, a ideia da montadora de autom&oacute;veis &eacute; arranjar um parceiro que elabore e implante a usina. Em contrapartida, a Toyota compraria a energia produzida para consumo pr&oacute;prio.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8220;O ideal &eacute; come&ccedil;ar em uma planta mais nova, como a de Sorocaba (SP) ou Porto Feliz (SP)&#8221;, explicou o interlocutor. A unidade de Sorocaba foi inaugurada em 2013. J&aacute; h&aacute; unidade de Porto Feliz, que vai construir apenas motores, ser&aacute; inaugurada em 2016.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8220;As automobil&iacute;sticas&nbsp;t&ecirc;m forte est&iacute;mulos para desenvolver tecnologias com consumo menor de energia. Isso a gente vem trabalhando fortemente. Agora, como o know-how n&atilde;o &eacute; energia, ela n&atilde;o ousava pensar em autoprodu&ccedil;&atilde;o&#8221;, explicou a fonte, para justificar a necessidade de um parceiro no neg&oacute;cio.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8220;Uma das op&ccedil;&otilde;es para Sorocaba &eacute; a solar porque a regi&atilde;o favorece. A Biomassa seria a segunda op&ccedil;&atilde;o porque a regi&atilde;o no entorno &eacute; cheia de canaviais. Mas a gente entende que o know how para operar esse tipo de usina &eacute; complicado. A solar &eacute; relativamente mais f&aacute;cil, ent&atilde;o a gente v&ecirc; menos risco&#8221;, disse, explicando a op&ccedil;&atilde;o preferencial pela energia do sol.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>De acordo com o interlocutor, h&aacute; dois anos o tema j&aacute; est&aacute; sendo discutido dentro da Toyota. &#8220;Sorocaba tem sol o ano inteiro. Em termos de espa&ccedil;o, eu tenho um p&aacute;tio a c&eacute;u aberto, que poderia cobrir&#8221;, explicou. No entanto, a primeira experi&ecirc;ncia da Toyota deve ser em Porto Feliz, pois a estrutura f&iacute;sica j&aacute; pode ser constru&iacute;da considerando a alternativa energ&eacute;tica.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Um dos obst&aacute;culos, por&eacute;m, &eacute; o custo de investimento considerado alto. &#8220;Outra coisa que me dificulta &eacute; a quest&atilde;o de know how para operar. Provavelmente, faremos um contrato em que a gente sede o espa&ccedil;o e algu&eacute;m faz o investimento dentro do meu terreno e me vende a energia. N&atilde;o &eacute; uma autoprodu&ccedil;&atilde;o 100%, mas &eacute; algo que eu fa&ccedil;o dentro da minha empresa&#8221;, completou.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&ldquo;Queremos fazer um plano de longo prazo para toda energia da Toyota no Brasil seja de fonte renov&aacute;vel&rdquo;, finalizou.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo uma fonte pr&oacute;xima ao assunto, a ideia da montadora de autom&oacute;veis &eacute; arranjar um parceiro que elabore e implante a usina. Em contrapartida, a Toyota compraria a energia produzida para consumo pr&oacute;prio. &#8220;O ideal &eacute; come&ccedil;ar em uma planta mais nova, como a de Sorocaba (SP) ou Porto Feliz (SP)&#8221;, explicou o interlocutor. 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