{"id":714,"date":"2014-02-14T13:34:00","date_gmt":"2014-02-14T17:34:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-678","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=714","title":{"rendered":"Em: 14\/02\/2014 &agrave;s 13:34h por G1"},"content":{"rendered":"<p><span>O ministro de Minas e Energia, Edison Lob&atilde;o, disse nesta sexta-feira (14) que o risco de faltar energia no pa&iacute;s &eacute; &#8220;m&iacute;nimo&#8221;. Segundo ele, a avalia&ccedil;&atilde;o do governo &eacute; que a intensidade das chuvas deve aumentar nas pr&oacute;ximas semanas, levando &agrave; melhora na situa&ccedil;&atilde;o dos reservat&oacute;rios das hidrel&eacute;tricas e afastando o risco de apag&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8220;&Eacute; claro que h&aacute; uma taxa m&iacute;nima de risco se as condi&ccedil;&otilde;es [de entrada de &aacute;gua nos reservat&oacute;rios nos pr&oacute;ximos meses] forem absolutamente adversas, se n&atilde;o houver chuva, isso e aquilo. Mas n&oacute;s n&atilde;o contamos com esse quadro&#8221;, disse Lob&atilde;o ap&oacute;s participar de cerim&ocirc;nia na sede da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel), em Bras&iacute;lia.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Na quinta-feira (13), o Comit&ecirc; de Monitoramento do Setor El&eacute;trico (CMSE), do qual o ministro &eacute; presidente, j&aacute; havia divulgado nota em que admitia, pela primeira vez, a probabilidade de desabastecimento de energia no Brasil este ano por causa da falta de chuvas, apesar de consider&aacute;-la &#8220;baix&iacute;ssima&#8221;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O teor do comunicado do CMSE e a declara&ccedil;&atilde;o de Lob&atilde;o nesta sexta-feira representam uma mudan&ccedil;a no discurso do governo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; garantia no fornecimento de energia el&eacute;trica.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>No dia 3 de fevereiro, questionado sobre o impacto do baixo n&iacute;vel de armazenamento de &aacute;gua em importantes reservat&oacute;rios do pa&iacute;s, o ministro de Minas e Energia havia afirmado que o risco de desabastecimento era &#8220;zero&#8221;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Na ocasi&atilde;o, Lob&atilde;o afirmou que o Brasil tem atualmente &#8220;sobra de energia&#8221;, o que garante o fornecimento neste momento de dificuldades no sistema. O ministro disse ainda que n&atilde;o prestigia o &#8220;risco m&iacute;nimo em favor da probabilidade m&aacute;xima de que n&atilde;o vai acontecer nada&#8221; e lembrou que, em anos anteriores &ndash; a exemplo de 2013 &ndash;, tamb&eacute;m houve temor de que poderia haver racionamento, algo que n&atilde;o aconteceu.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>De acordo com Lob&atilde;o, o governo espera que nas pr&oacute;ximas semanas a chuva volte com mais for&ccedil;a, principalmente no regi&otilde;es Sudeste e Centro-Oeste, contribuindo para elevar o n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios de hidrel&eacute;tricas &ndash; as usinas instaladas nas duas regi&otilde;es respondem por cerca de 70% da capacidade de gera&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica do Brasil.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>De acordo com o Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico (ONS), as represas do Sudeste e do Centro-Oeste registravam na quinta-feira 35,89% de armazenamento de &aacute;gua. Esse n&iacute;vel &eacute; o mais baixo para esta &eacute;poca desde 2001, quando foi decretado racionamento de energia. Hoje, por&eacute;m, o pa&iacute;s possui um maior n&uacute;mero de termel&eacute;tricas que, acionadas, ajudam a poupar &aacute;gua dos reservat&oacute;rios.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Apag&atilde;o<\/strong><br \/>Lob&atilde;o tamb&eacute;m falou sobre o apag&atilde;o do dia 4 de fevereiro, que atingiu 13 estados e o Distrito Federal. O ministro criticou o uso do termo &#8220;apag&atilde;o&#8221;, que, segundo ele, serve para &#8220;estigmatizar&#8221;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8220;Eu chamo de interrup&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria de energia&#8221;, disse.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>De acordo com Lob&atilde;o, essas falhas no fornecimento &#8220;ocorrem aqui e no mundo inteiro, n&atilde;o s&atilde;o defici&ecirc;ncia nem privil&eacute;gio do sistema brasileiro&#8221;. Entretanto, de acordo com o ministro, o governo trabalha para que elas sejam &#8220;escassas&#8221;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O ministro declarou ainda que o sistema el&eacute;trico do pa&iacute;s &eacute; &#8220;firme, forte, s&oacute;lido e robusto&#8221;, mas est&aacute; sujeito a &#8220;dificuldades&#8221; e, diante de algumas circunst&acirc;ncias, &#8220;pode sofrer abalos&#8221;. E fez uma compara&ccedil;&atilde;o com um avi&atilde;o &ndash; que n&atilde;o foi feito para cair, mas &agrave;s vezes cai.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Lob&atilde;o afirmou ainda que h&aacute; planejamento para garantir o atendimento da demanda energ&eacute;tica no pa&iacute;s para os pr&oacute;ximos anos, e que os investimentos est&atilde;o sendo feitos &#8220;em grandes propor&ccedil;&otilde;es&#8221;. Ele apontou que essa garantia pode ser maior, mas que haver&aacute; custo para os consumidores.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ministro de Minas e Energia, Edison Lob&atilde;o, disse nesta sexta-feira (14) que o risco de faltar energia no pa&iacute;s &eacute; &#8220;m&iacute;nimo&#8221;. 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