{"id":6920,"date":"2011-01-04T09:40:00","date_gmt":"2011-01-04T09:40:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"Publica\u00e7\u00e3o MME -2011-01-04 09:40:00","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=6920","title":{"rendered":"Ag\u00eancia Internacional de Energia lan\u00e7a a Edi\u00e7\u00e3o 2010 do World Energy Outlook"},"content":{"rendered":"<p><img src='http:\/\/www.mme.gov.br\/image\/journal\/article?img_id=1575987&#038;t=1415967319375'\/> <\/p>\n<div class='container-imagem'> <img src='\/image\/journal\/article?img_id=1575987&#038;t=1415967319375' class='imagem-principal' \/> <\/p>\n<p>null<\/p>\n<p>Cr\u00e9dito: null<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p> mailto:IEAPressOffice@iea.org http:\/\/www.iea.org\/ <\/p>\n<p><span><span>O Minist\u00e9rio de Minas e Energia recebeu, nesta segunda-feira (13\/11), o economista-chefe da Ag\u00eancia Internacional de Energia (AIE), Faith Birol, que veio ao Brasil para lan\u00e7ar o anu\u00e1rio World Energy Outlook &ndash; WEO 2010, e apresentar um panorama energ\u00e9tico para o per\u00edodo de 2010 e 2035.<\/p>\n<p> Durante sua apresenta\u00e7\u00e3o, Birol falou que a demanda e oferta de petr\u00f3leo est\u00e3o se tornando menos sens\u00edveis aos pre\u00e7os, destacou mudan\u00e7as no mercado de g\u00e1s natural e afirmou que a China e outras economias emergentes ir\u00e3o moldar a energia global no futuro. Birol tamb\u00e9m avaliou que as pol\u00edticas anunciadas em Copenhague, para se alcan\u00e7ar a meta de 2&ordm;C e reduzir as emiss\u00f5es de carbono, podem fazer diferen\u00e7a, mas ainda deixam aqu\u00e9m do que \u00e9 necess\u00e1rio para garantir um futuro energ\u00e9tico seguro e sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p> O economista-chefe da AIE foi recebido pelo secret\u00e1rio de Planejamento Energ\u00e9tico do MME, Altino Ventura, que destacou o anu\u00e1rio com uma das publica\u00e7\u00f5es mais importantes do setor. Altino, em seu discurso, defendeu um consumo mais eficiente e disse que o Brasil se apresenta hoje como a maior economia do mundo movida a fontes energ\u00e9ticas renov\u00e1veis.<\/p>\n<p> O secret\u00e1rio lembrou que o Brasil possui pol\u00edticas p\u00fablicas que aliam inclus\u00e3o social, crescimento econ\u00f4mico e acesso \u00e0 energia. Altino citou, como exemplo, o programa Luz para Todos, que ap\u00f3s sete anos de execu\u00e7\u00e3o j\u00e1 beneficiou quase 13 milh\u00f5es de pessoas com a chegada de energia el\u00e9trica.&nbsp;<\/p>\n<p> Confira abaixo um resumo dos principais temas abordados no WEO 2010:<\/p>\n<p> <b>Energia e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/p>\n<p> <\/b>No tocante \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, segundo o documento, a reuni\u00e3o dasNa\u00e7\u00f5es Unidas sobre as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas realizada em Dezembro de 2009, em Copenhague, representou um marco, ainda que tenha ficado aqu\u00e9m das expectativas.O Acordo de Copenhague &ndash; ao qual se associaram todos os principais pa\u00edses emissores &ndash; definiu um objetivo n\u00e3o vinculativo de limitar o aumento da temperatura global a dois graus Celsius (2&deg;C) acima dos n\u00edveis da \u00e9poca pr\u00e9-industrial. Estabeleceu igualmente para os pa\u00edses industrializados o objetivo de mobilizarem recursos financeiros destinados a mitigar e adaptar as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas nos pa\u00edses em desenvolvimento, de 100&nbsp;bilh\u00f5es de d\u00f3lares por ano at\u00e9 2020, e exigiu dos pa\u00edses industrializados que fixem objetivos de emiss\u00f5es para o mesmo ano.&nbsp;Todavia, os compromissos anunciados subsequentemente, mesmo se fossem integralmente cumpridos, permitiriam percorrer apenas uma parte do caminho em dire\u00e7\u00e3o ao objetivo dos 2&deg;C. Cumpre mencionar que o Brasil foi dos poucos pa\u00edses que apresentaram metas concretas e substantivas de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es.<\/p>\n<p> O WEO 2010, salienta ainda que as perspectivas mundiais da energia at\u00e9 2035 depender\u00e3o de uma forma cr\u00edtica das a\u00e7\u00f5es pol\u00edticas governamentais e da maneira como essas a\u00e7\u00f5es afetarem a tecnologia, o pre\u00e7o dos servi\u00e7os energ\u00e9ticos e o comportamento dos utilizadores finais. Nesse sentido, o cen\u00e1rio central desta nova edi\u00e7\u00e3o do <i>Outlook &ndash; New Policies Scenario (O cen\u00e1rio Novas Pol\u00edticas) &ndash; <\/i>toma emconsidera\u00e7\u00e3o os compromissos pol\u00edticos e os planos anunciados por v\u00e1rios pa\u00edses no mundo, incluindo as promessas nacionais de reduzir as emiss\u00f5es de gases com efeito de estufa e os programas de abandono progressivo dos subs\u00eddios \u00e0s energias f\u00f3sseis, mesmo se ainda estiverem por identificar ou anunciar as medidas para concretizar esses compromissos. O documento realiza compara\u00e7\u00f5es com um Cen\u00e1rio Pol\u00edticas Atuais (<i>Current Policies Scenario, <\/i>anteriormente denominado Cen\u00e1rio de Refer\u00eancia &#8211; <i>Reference Scenario<\/i>), que n\u00e3o inclui nenhuma altera\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas atuais, em meados de 2010, o que significa que os recentes compromissos <i>n\u00e3o<\/i> s\u00e3o concretizados. Al\u00e9m disso, s\u00e3o apresentados os resultados do <i>Cen\u00e1rio<\/i> <i>450<\/i>, que foi primeiro apresentado em detalhe no <i>WEO<\/i><b><\/b><i>2008<\/i>, e que estabelece uma via coerente com a meta dos 2&deg;C e a limita\u00e7\u00e3o da concentra\u00e7\u00e3o dos gases com efeito de estufa na atmosfera em torno de 450 partes por milh\u00e3o de equivalente CO<sub>2<\/sub> (ppm eq. CO<sub>2<\/sub>).&nbsp;<\/p>\n<p> No Cen\u00e1rio Novas Pol\u00edticas, a procura de energia prim\u00e1ria aumenta 36% entre 2008 e 2035, passando aproximadamente de 12.300&nbsp;milh\u00f5es de toneladas equivalentes de petr\u00f3leo (Mtep) para 16.700&nbsp;Mtep, correspondendo a uma m\u00e9dia anual de 1,2%, uma taxa que deve ser comparada com a m\u00e9dia anual de 2% dos \u00faltimos 27&nbsp;anos. A taxa de crescimento da procura projetada \u00e9 inferior \u00e0 do Cen\u00e1rio Pol\u00edticas Atuais, no qual a procura aumenta 1,4% por ano no per\u00edodo 2008<b><\/b>2035. No Cen\u00e1rio&nbsp;450, a procura ainda cresce entre 2008 e 2035, mas somente de 0,7%&nbsp;por ano. Os combust\u00edveis f\u00f3sseis &ndash; petr\u00f3leo, carv\u00e3o e g\u00e1s natural &ndash; continuam a ser as fontes de energia dominantes em 2035 nos tr\u00eas cen\u00e1rios, embora a sua percentagem no combinado global de combust\u00edvel prim\u00e1rio varie fortemente. As quotas das fontes de energias renov\u00e1veis e nucleares s\u00e3o comparativamente mais elevadas no Cen\u00e1rio&nbsp;450&nbsp; e mais baixas no Cen\u00e1rio Pol\u00edticas Atuais. As evolu\u00e7\u00f5es poss\u00edveis &ndash; e logo, as incertezas quanto \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o futura da energia &ndash; s\u00e3o muito maiores para o carv\u00e3o, a energia nuclear e as fontes de energia renov\u00e1veis n\u00e3o hidroel\u00e9tricas.&nbsp;<\/p>\n<p> <b>Fontes n\u00e3o renov\u00e1veis permanecem dominantes<\/p>\n<p> <\/b>Ainda segundo o documento WEO 2010, no Cen\u00e1rio Novas Pol\u00edticas, a procura mundial para cada fonte de combust\u00edvel aumenta, sendo os combust\u00edveis f\u00f3sseis respons\u00e1veis por mais de metade do aumento da procura de energia prim\u00e1ria total.&nbsp;<\/p>\n<p> O petr\u00f3leo continua a ser o combust\u00edvel dominante no combinado de energia prim\u00e1ria durante o per\u00edodo considerado no <i>Outlook<\/i>, embora a sua participa\u00e7\u00e3o, que se manteve a 33% em 2008, caia para 28% \u00e0 medida que os pre\u00e7os elevados e as a\u00e7\u00f5es dos governos a favor da efici\u00eancia do combust\u00edvel acarretam uma redu\u00e7\u00e3o mais acentuada do petr\u00f3leo nos setores industrial e da gera\u00e7\u00e3o de eletricidade e que come\u00e7am a surgir mais oportunidades para substituir os produtos petrol\u00edferos por outros combust\u00edveis no transporte. A procura de carv\u00e3o aumenta aproximadamente at\u00e9 2025 e declina lentamente em seguida, durante o resto do per\u00edodo considerado no <i>Outlook<\/i>. O aumento da procura de g\u00e1s natural \u00e9 muito superior \u00e0 procura de outros combust\u00edveis f\u00f3sseis devido \u00e0s suas caracter\u00edsticas ambientais e pr\u00e1ticas mais favor\u00e1veis e aos constrangimentos ligados \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o suficientemente r\u00e1pida das tecnologias de baixo de teor de carbono.&nbsp;<\/p>\n<p> Segundo o WEO 2010, a participa\u00e7\u00e3o de energia nuclear aumenta, passando de 6% em 2008 para 8% em 2035. A utiliza\u00e7\u00e3o de energias renov\u00e1veis modernas &ndash; incluindo as energias hidroel\u00e9trica, e\u00f3lica, solar, geot\u00e9rmica, a biomassa moderna e mar\u00edtima &ndash; triplica durante o per\u00edodo do <i>Outlook<\/i>, passando a sua participa\u00e7\u00e3o na demanda da energia prim\u00e1ria total de 7% para 14%. O consumo da biomassa tradicional cresce ligeiramente at\u00e9 2020, baixando em 2035 para um n\u00edvel um pouco inferior ao atual, \u00e0 medida que os agregados familiares utilizam cada vez mais combust\u00edveis modernos nos pa\u00edses em desenvolvimento.&nbsp;<\/p>\n<p> <b>Crescimento da demanda concentrado nos emergentes<\/p>\n<p> <\/b>Os pa\u00edses que n\u00e3o s\u00e3o membros da&nbsp;OCDE representam 93% do aumento previsto na procura mundial de energia prim\u00e1ria no Cen\u00e1rio Novas Pol\u00edticas, o que reflete um aumento mais r\u00e1pido das taxas de crescimento da atividade econ\u00f4mica, da produ\u00e7\u00e3o industrial, da popula\u00e7\u00e3o e da urbaniza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p> A&nbsp;China, onde a procura disparou nos \u00faltimos dez anos, ser\u00e1 respons\u00e1vel por 36% do crescimento previsto na utiliza\u00e7\u00e3o da energia global, e a sua procura aumenta 75% entre 2008 e 2035. Em 2035, a China representa 22% da demanda mundial, a comparar com a sua participa\u00e7\u00e3o atual de 17%. A \u00cdndia \u00e9 o segundo maior contribuidor para o aumento da procura mundial at\u00e9 2035, representando 18% desse aumento: durante o per\u00edodo considerado no <i>Outlook<\/i>, o seu consumo de energia aumenta mais do dobro. Fora da \u00c1sia, \u00e9 a regi\u00e3o do M\u00e9dio Oriente que registra a taxa de crescimento mais r\u00e1pida, com um ritmo de 2%&nbsp;por ano. Ap\u00f3s um crescimento modesto at\u00e9 2020, a procura global de energia nos pa\u00edses da OCDE estagna. Todavia, por volta de 2035, os Estados Unidos da Am\u00e9rica s\u00e3o ainda o segundo maior consumidor de energia no mundo, atr\u00e1s da China, e muito \u00e0 frente da \u00cdndia (que ocupa um terceiro lugar distante).&nbsp;<\/p>\n<p> A procura mundial de eletricidade dever\u00e1 continuar a crescer mais solidamente do que qualquer outra forma final de energia. No Cen\u00e1rio Novas Pol\u00edticas, prev\u00ea-se um crescimento de 2,2% por ano entre 2008 e 2035, sendo mais de 80% desse aumento originado por pa\u00edses n\u00e3o OCDE.&nbsp;<\/p>\n<p> <b>Maior participa\u00e7\u00e3o de fontes renov\u00e1veis<\/p>\n<p> <\/b>O WEO 2010, sublinha que a gera\u00e7\u00e3o de eletricidade est\u00e1 se transformando \u00e0&nbsp;medida que o investimento \u00e9 direcionado para as tecnologias de baixo teor de carbono &ndash; consecutivamente ao aumento dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis f\u00f3sseis e \u00e0s pol\u00edticas governamentais de est\u00edmulo \u00e0 seguran\u00e7a energ\u00e9tica e \u00e0 redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de CO<sub>2<\/sub>.<\/p>\n<p> No Cen\u00e1rio Novas Pol\u00edticas, os combust\u00edveis f\u00f3sseis &ndash; principalmente o carv\u00e3o e o g\u00e1s natural &ndash; continuam a dominar o mercado; contudo, a sua participa\u00e7\u00e3o na gera\u00e7\u00e3o total de energia decresce de 68% em 2008 para 55% em 2035, enquanto as energias nuclear e renov\u00e1veis se desenvolvem. A transi\u00e7\u00e3o para as tecnologias com baixa emiss\u00e3o de carbono \u00e9 particularmente destacada nos pa\u00edses da OCDE. De um modo geral, o carv\u00e3o continua a ser a principal fonte de gera\u00e7\u00e3o el\u00e9trica em 2035, embora a sua participa\u00e7\u00e3o na gera\u00e7\u00e3o de eletricidade baixe de 41% atualmente para 32%. Em termos globais, prev\u00ea-se que a transi\u00e7\u00e3o para as energias nuclear, renov\u00e1veis e outras tecnologias com baixa emiss\u00e3o de carbono diminuir\u00e1 em um ter\u00e7o a quantidade de CO<sub>2<\/sub> emitido por unidade de eletricidade gerada entre 2008 e 2035.&nbsp;<\/p>\n<p> A expans\u00e3o das fontes de energia renov\u00e1veis ter\u00e1 uma influ\u00eancia decisiva na capacidade em conduzir o planeta para um caminho energ\u00e9tico mais seguro, fi\u00e1vel e sustent\u00e1vel. O sector el\u00e9trico apresenta o maior potencial para desenvolver o uso das energias renov\u00e1veis em termos absolutos. No Cen\u00e1rio Novas Pol\u00edticas, a gera\u00e7\u00e3o el\u00e9trica baseada nas energias renov\u00e1veis triplica entre 2008 e 2035 e a participa\u00e7\u00e3o de energias renov\u00e1veis no total da gera\u00e7\u00e3o de eletricidade, de 19% em 2008, aumenta praticamente um ter\u00e7o (atingindo o n\u00edvel do carv\u00e3o). Este aumento prov\u00e9m principalmente das energias e\u00f3lica e hidroel\u00e9trica, embora esta continue a ser a fonte dominante durante o per\u00edodo considerado no <i>Outlook<\/i>. A eletricidade produzida a partir da energia solar fotovoltaica aumenta muito rapidamente, embora a sua participa\u00e7\u00e3o na gera\u00e7\u00e3o global represente apenas cerca de 2% em 2035. A utiliza\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis cresce mais de quatro vezes entre 2008 e 2035, satisfazendo assim 8% da procura de combust\u00edvel para o transporte rodovi\u00e1rio no final do per\u00edodo considerado no <i>Outlook<\/i> (um aumento de 3% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o atual). <\/p>\n<p> <b>Biocombust\u00edveis<\/p>\n<p> <\/b>Segundo o WEO 2010, a utiliza\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis &ndash; combust\u00edveis de transporte derivados da mat\u00e9ria-prima da biomassa &ndash; dever\u00e1 continuar a aumentar rapidamente durante o per\u00edodo analisado, gra\u00e7as \u00e0 subida de pre\u00e7os do petr\u00f3leo e aos apoios governamentais. No Cen\u00e1rio Novas Pol\u00edticas, o uso global de biocombust\u00edveis cresce de aproximadamente 1&nbsp;milh\u00e3o de barris\/dia atualmente para 4,4&nbsp;mb\/d em 2035. Estima-se que os Estados Unidos, o Brasil e a Uni\u00e3o Europeia permanecer\u00e3o os maiores produtores e consumidores mundiais de biocombust\u00edveis. Os biocombust\u00edveis avan\u00e7ados, incluindo os derivados de mat\u00e9rias-primas lignocelul\u00f3sicas, entrar\u00e3o provavelmente no mercado por volta de 2020, principalmente nos pa\u00edses da OCDE.&nbsp;<\/p>\n<p> Ainda que em pa\u00edses como o Brasil se observe um aumento de competitividade e redu\u00e7\u00e3o de custos dos biocombust\u00edveis, o WEO 2010 sugere que o custo de produ\u00e7\u00e3o atual dos biocombust\u00edveis seja muitas vezes superior ao custo atual do petr\u00f3leo importado, de tal forma que s\u00e3o geralmente necess\u00e1rios incentivos governamentais para torn\u00e1-los competitivos face aos combust\u00edveis \u00e0 base de petr\u00f3leo. O apoio governamental global atingiu 20&nbsp;bilh\u00f5es de d\u00f3lares em 2009 e foi principalmente concedido pelos Estados Unidos e pela Uni\u00e3o Europeia.&nbsp;<\/p>\n<p> <b>Energia e desenvolvimento humano<\/p>\n<p> <\/b>Apesar da utiliza\u00e7\u00e3o crescente da energia no mundo inteiro, muitos lares dos pa\u00edses em desenvolvimento n\u00e3o t\u00eam ainda acesso aos servi\u00e7os modernos de energia. Os n\u00fameros s\u00e3o impressionantes: estima-se em 1,4 bilh\u00f5es o n\u00famero de pessoas &ndash; mais de 20% da popula\u00e7\u00e3o mundial &ndash; que n\u00e3o t\u00eam acesso \u00e0 eletricidade e a 2,7 bilh\u00f5es &ndash; cerca de 40% da popula\u00e7\u00e3o mundial &ndash; as que dependem ainda do uso tradicional da biomassa para cozinhar. Pior ainda, as proje\u00e7\u00f5es da AIE sugerem que se trata de um problema a longo prazo, pois no Cen\u00e1rio Novas Pol\u00edticas, 1,2 bilh\u00f5es de pessoas continuam a n\u00e3o ter acesso \u00e0 eletricidade em 2030 (a meta fixada para o acesso universal aos servi\u00e7os modernos de energia), 87% das quais residentes em zonas rurais.&nbsp;<\/p>\n<p> Dar a prioridade ao acesso a servi\u00e7os modernos de energia pode contribuir para acelerar o desenvolvimento econ\u00f4mico e social. O Objetivo de Desenvolvimento do Mil\u00eanio das Na\u00e7\u00f5es Unidas, de erradicar a pobreza extrema e a fome em 2015, n\u00e3o ser\u00e1 atingido se o acesso \u00e0 energia n\u00e3o melhorar substancialmente. Para alcan\u00e7ar esse objetivo, dever\u00e1 ser facultado a 395 milh\u00f5es de pessoas suplementares o acesso \u00e0 eletricidade e a um bilh\u00e3o de pessoas suplementares o acesso a combust\u00edveis limpos para cozinhar.<\/p>\n<p> <b>* com informa\u00e7\u00f5es da Ag\u00eancia Internacional de Energia<\/b><br \/> <\/span><\/span><span><a href='%(link0)'><span><span>IEAPressOffice@iea.org<\/span><\/span><\/a><span><br \/> <\/span><\/span><a href='%(link1)'><span><span><span>www.iea.org<\/span><\/span><\/span><\/a><\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div class='final-separator'><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <\/div>\n<div class='asset-metadata'> <span class='metadata-entry metadata-categories'> <span class='taglib-asset-categories-summary'> Destaques: <a class='asset-category' 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id='irparaorodape'><\/a> <\/p>\n<div id='footer-info' class='portlet-layout'>\n<div id='footer-col-1' class='aui-w25 portlet-column portlet-column-first footer-col'>\n<div class='footer-col-content'>\n<h3>Assuntos<\/h3>\n<nav class='' id='footer-navigation'>\n<ul>\n<li> <a href='http&#x3a;&#x2f;&#x2f;www&#x2e;mme&#x2e;gov&#x2e;br&#x2f;web&#x2f;guest&#x2f;pagina-inicial&#x3b;jsessionid&#x3d;D39D27FC0CB015614F8D555106A47581&#x2e;srv155' ><span> P\u00e1gina Inicial<\/span><\/a> <\/li>\n<li> <a href='http&#x3a;&#x2f;&#x2f;www&#x2e;mme&#x2e;gov&#x2e;br&#x2f;web&#x2f;guest&#x2f;acesso-a-informacao&#x3b;jsessionid&#x3d;D39D27FC0CB015614F8D555106A47581&#x2e;srv155' ><span> Acesso a Informa\u00e7\u00e3o<\/span><\/a> <\/li>\n<li> <a href='http&#x3a;&#x2f;&#x2f;www&#x2e;mme&#x2e;gov&#x2e;br&#x2f;web&#x2f;guest&#x2f;agenda-de-autoridades&#x3b;jsessionid&#x3d;D39D27FC0CB015614F8D555106A47581&#x2e;srv155' ><span> Agenda de Autoridades<\/span><\/a> <\/li>\n<li> <a 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<a href='\/web\/guest\/contato' title='Contato'>Hor\u00e1rio de atendimento<\/a> <!-- <a href='\/web\/guest\/servicos-da-denominacao' title='Servi\u00e7os Minas e Energia'>Servi\u00e7os Minas e Energia<\/a> --> <!-- <a href='\/web\/guest\/dados-abertos' title='Dados abertos'>Dados abertos<\/a> --> <a href='\/web\/guest\/area-de-imprensa' title='\u00c1rea de imprensa'>\u00c1rea de imprensa<\/a> <a href='\/web\/guest\/intranet' title='Acesso a \u00e1rea restrita' target='_blank'>Comunidade MME<\/a> <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div id='footer-col-3' class='aui-w25 portlet-column footer-col'>\n<div class='footer-col-content'>\n<h3>Redes Sociais<\/h3>\n<aside id='redes-sociais'> <a href='https:\/\/www.facebook.com\/minminaseenergia' alt='Facebook'><span>Facebook<\/span><\/a> <a href='https:\/\/twitter.com\/Minas_Energia' alt='Twitter'><span>Twitter<\/span><\/a> <\/aside>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div id='footer-col-4' class='aui-w25 portlet-column portlet-column-last footer-col'>\n<div class='footer-col-content'>\n<h3>RSS<\/h3>\n<p> <a href=''#>O que \u00e9<\/a> <a href=''#>Assine<\/a> <\/div>\n<div class='footer-col-content'> <a href='\/web\/guest\/acessibilidade' title='Acessibilidade' accesskey='5'>Acessibilidade<\/a> <a href='#alto-contraste' id='alto-contraste' title='Alto Contraste' accesskey='6'>Alto Contraste<\/a> <a href='\/web\/guest\/mapa-do-site' title='Mapa do Site' accesskey='7'>Mapa do Site<\/a> <!-- \n\n<aside id='idiomas'> \n\n<div class='portlet-boundary portlet-boundary_82_ portlet-static portlet-static-end portlet-borderless portlet-language ' id='p_p_id_82_INSTANCE_lang_' > <span id='p_82_INSTANCE_lang'><\/span> \n\n<div class='portlet-body'> \n\n<div class='portlet-borderless-container' style=''> \n\n<div class='portlet-body'> <a class='taglib-language-list-text' 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