{"id":674,"date":"2013-12-03T15:27:00","date_gmt":"2013-12-03T19:27:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-636","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=674","title":{"rendered":"Em: 03\/12\/2013 &agrave;s 15:27h por Firjan"},"content":{"rendered":"<p>Estudo divulgado pela Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Rio de Janeiro (Firjan) apontou que apesar da desonera&ccedil;&atilde;o fiscal do governo federal e o processo de renova&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es terem provocado uma queda efetiva no custo da energia el&eacute;trica no Brasil, os reajustes das distribuidoras e o acionamento das t&eacute;rmicas j&aacute; absorveram parte da redu&ccedil;&atilde;o para a ind&uacute;stria, atingindo um aumento m&eacute;dio de 11,1% no m&ecirc;s de novembro.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>De acordo com o levantamento, o custo m&eacute;dio da energia para a ind&uacute;stria no Pa&iacute;s caiu 20,8% entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013 &ndash; passando de R$332,23 por MWh para R$263 por MWh em janeiro deste ano. No entanto, o custo da energia voltou a subir, atingindo m&eacute;dia de R$292,16 por MWh em novembro.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Na compara&ccedil;&atilde;o internacional, o Brasil saiu do quarto mais caro para o 11&ordm; lugar entre 28 pa&iacute;ses concorrentes, avan&ccedil;ando sete posi&ccedil;&otilde;es. Mesmo assim, a tarifa brasileira est&aacute; 8,6% acima da m&eacute;dia internacional. O Brasil est&aacute; &agrave; frente da &Iacute;ndia (R$ 630,9 por MWh), que tem o custo mais alto no ranking, e tamb&eacute;m da It&aacute;lia (R$ 500,5), Col&ocirc;mbia (R$ 376,9) e do Jap&atilde;o (R$ 292,9). Mas ainda aparece atr&aacute;s do Chile (R$ 284,9), Uruguai (R$ 249,5), China (R$ 201,5), Estados Unidos (R$ 126,2), Canad&aacute; (R$ 114,1), pa&iacute;s que tem uma matriz el&eacute;trica bem parecida com a do Brasil.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouv&ecirc;a Vieira, acredita que o Brasil avan&ccedil;ou, mas refor&ccedil;a que a redu&ccedil;&atilde;o do custo da energia precisa continuar em debate, principalmente nas esferas estaduais. &ldquo;O peso dos impostos, em especial do ICMS, encarece muito a energia e a produ&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria, dilapidando sua competitividade. O governo federal foi corajoso, demonstrou que &eacute; poss&iacute;vel reduzir o custo deste insumo. Agora &eacute; a vez de os estados avan&ccedil;arem nesta quest&atilde;o&rdquo;, disse.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O estudo analisou ainda as tarifas praticadas por todas as 63 distribuidoras brasileiras no mercado cativo, onde est&atilde;o 94,4% das ind&uacute;strias do Pa&iacute;s. Entre os estados, a redu&ccedil;&atilde;o da tarifa variou de 18,50% a 25,10% em janeiro deste ano, sendo a maior queda no Piau&iacute; e a menor, no Mato Grosso do Sul.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>De acordo com os dados mais recentes, de novembro, o Amap&aacute; apresenta o menor custo de energia brasileira, de apenas R$71,37 por MWh, quase 70% abaixo da m&eacute;dia nacional, mas &eacute; considerado um caso &agrave; parte porque a distribuidora do estado passa por um processo de interven&ccedil;&atilde;o. Em seguida, aparece Roraima, com custo de energia a R$229,39 por MWh para as ind&uacute;strias do estado. O custo mais alto do Pa&iacute;s &eacute; de Tocantins, com tarifa de R$403,91.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O Rio de Janeiro ocupa o 5&ordm; lugar entre as tarifas mais caras do Brasil: R$ 343,45. S&atilde;o Paulo est&aacute; na 18&ordf; posi&ccedil;&atilde;o, com pre&ccedil;o mais competitivo, de R$ 273,05, mas ainda atr&aacute;s do Rio Grande do Sul (R$ 266,49), Bahia (R$ 256,11) e Distrito Federal (R$ 248,98).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo divulgado pela Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Rio de Janeiro (Firjan) apontou que apesar da desonera&ccedil;&atilde;o fiscal do governo federal e o processo de renova&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es terem provocado uma queda efetiva no custo da energia el&eacute;trica no Brasil, os reajustes das distribuidoras e o acionamento das t&eacute;rmicas j&aacute; absorveram parte da redu&ccedil;&atilde;o para a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/674"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=674"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/674\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=674"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=674"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=674"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}