{"id":551,"date":"2013-04-04T09:02:00","date_gmt":"2013-04-04T13:02:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-496","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=551","title":{"rendered":"Em: 04\/04\/2013 &agrave;s 09:02h por Jornal da Energia"},"content":{"rendered":"<p>O diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Jorge Samek, n&atilde;o poupou elogios para as medidas que promoveram a redu&ccedil;&atilde;o da tarifa de energia em 2013. Para ele, a decis&atilde;o de antecipar a renova&ccedil;&atilde;o de concess&otilde;es que venceriam somente em 2015 para este ano, foi o pulo do gato para que o impacto do processo de renova&ccedil;&atilde;o fosse mais significativo nas contas de luz.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8220;Ela [Dilma Roussef] fez um pacote significativo de usinas, o que causou essa diminui&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o da energia&#8221;, pontuou Samek. Segundo ele, se n&atilde;o fosse assim, talvez os benef&iacute;cios do processo de renova&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es poderiam se perder e o consumidor poderia nem perceber o desconto.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Em tempo, Samek destacou que um novo corte na tarifa de energia pode ser repetir em 2023, uma vez que h&aacute; uma s&eacute;rie de hidrel&eacute;tricas com contratos vencendo daqui a dez anos. Al&eacute;m disso, &eacute; em 2023 que a Itaipu pretende quitar por completo sua d&iacute;vida com a Eletrobras e com a Uni&atilde;o, contra&iacute;da para viabiliza&ccedil;&atilde;o do projeto ainda na d&eacute;cada de 1970.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A hidrel&eacute;trica de Itaipu (14.000MW), localizada no Rio Paran&aacute;, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, ainda deve R$15 bilh&otilde;es &agrave; Eletrobras e &agrave; Uni&atilde;o. Anualmente, esse valor &eacute; pago em parcelas anuais de R$2,3 bilh&otilde;es, sendo que 50% vai para a Estatal e a outra parte para os cofres p&uacute;blicos. Com a Medida Provis&oacute;ria 579, transformada na Lei 12.783\/2013, a parte que cabe a Uni&atilde;o, pouco mais de R$1,1 bilh&atilde;o, ser&aacute; alocada na Conta de Desenvolvimento Energ&eacute;tico (CDE), que por sua vez ser&aacute; utilizada na modicidade tarif&aacute;ria.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8220;Teremos a energia mais barata do mundo&#8221;, afirmou Samek.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Samek explicou que o pagamento da d&iacute;vida e os juros representam 64% dos custos de Itaipu. Com o fim da pend&ecirc;ncia em 2023, a hidrel&eacute;trica poder&aacute; ofertar energia ainda mais barata para os consumidores brasileiros do que os atuais 37 d&oacute;lares por MWh. Samek calculou que o corte sobre a tarifa atual pode ser de at&eacute; 32%, considerando apenas a parcela que cabe ao Brasil, uma vez que a usina &eacute; binacional.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Itaipu, que hoje atende a 20% do consumo do pa&iacute;s, demorou sete anos para ser constru&iacute;da e custou R$27 bilh&otilde;es. Em 2012, a usina produziu 8,2 milh&otilde;es de MWh, quebrando seu pr&oacute;prio recorde mundial de produ&ccedil;&atilde;o de energia, queocorreu em 2008, com a gera&ccedil;&atilde;o de 94.684.781 megawatts-hora (MWh). A produ&ccedil;&atilde;o acumulada nos tr&ecirc;s primeiros meses de 2013 soma um total de 24.807.287 MWh contra 24.720.437 MWh, a melhor de todos os tempos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Jorge Samek, n&atilde;o poupou elogios para as medidas que promoveram a redu&ccedil;&atilde;o da tarifa de energia em 2013. 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