{"id":535,"date":"2013-03-04T09:57:00","date_gmt":"2013-03-04T13:57:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-479","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=535","title":{"rendered":"Em: 04\/03\/2013 &agrave;s 09:57h por ESTAD\u00c3O ECONOMIA"},"content":{"rendered":"<p>Crescem os desequil&iacute;brios no setor de energia, afetando n&atilde;o apenas as geradoras e as distribuidoras de eletricidade, mas tamb&eacute;m os consumidores, embora por diferentes causas.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Para as empresas, o problema central &eacute; o custo da energia. O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico (ONS), Hermes Chipp, admitiu que as usinas t&eacute;rmicas movidas a g&aacute;s natural, carv&atilde;o e &oacute;leo permanecer&atilde;o ligadas durante todo este ano &#8211; e, como o custo gerado por essas usinas &eacute; mais elevado que o das hidrel&eacute;tricas, h&aacute; um descompasso entre as sa&iacute;das e as entradas de caixa das distribuidoras. Estas t&ecirc;m de pagar no curto prazo pela energia mais cara fornecida pelas geradoras, mas s&oacute; ser&atilde;o ressarcidas em 2014, quando as tarifas forem reajustadas.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>As distribuidoras prop&otilde;em que o BNDES financie o desequil&iacute;brio e o governo admite que est&aacute; &#8220;analisando o pleito das distribuidoras&#8221;, disse o secret&aacute;rio executivo do Minist&eacute;rio da Fazenda, Nelson Barbosa. Mas o presidente da Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE), Maur&iacute;cio Tolmasquim, est&aacute; mais preocupado com o aumento das tarifas no ano que vem &#8211; pondo em risco a alardeada pol&iacute;tica de redu&ccedil;&atilde;o de tarifas deste ano.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O desequil&iacute;brio novo &eacute; o das geradoras, que n&atilde;o podem operar a plena carga porque os reservat&oacute;rios est&atilde;o baixos &#8211; o ONS limita a oferta de energia h&iacute;drica. As geradoras foram obrigadas a comprar energia, em janeiro, para entregar &agrave;s distribuidoras, pagando os pre&ccedil;os do mercado de curto prazo. Estima-se que, em janeiro, a energia h&iacute;drica gerada tenha sido 26% inferior &agrave; necess&aacute;ria para que as geradoras cumprissem os compromissos com as distribuidoras. O resultado &eacute; um rombo cont&aacute;bil de R$ 4 bilh&otilde;es nas contas das geradoras, informou o Estado ontem. Essa conta ter&aacute; de ser paga neste m&ecirc;s.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Aos problemas imediatos se acrescentam os estruturais &#8211; em especial, a falta de investimento das distribuidoras na manuten&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os e na troca regular de equipamentos obsoletos, afetando os consumidores. Sem recursos, o quadro poder&aacute; se agravar. As interrup&ccedil;&otilde;es no fornecimento s&atilde;o frequentes, com grave &ocirc;nus para fam&iacute;lias e empresas, inclusive nas grandes metr&oacute;poles, como S&atilde;o Paulo e Rio. Esgotou-se, ontem, o prazo dado pela ag&ecirc;ncia reguladora paulista (Arsesp) para a Eletropaulo dar informa&ccedil;&otilde;es sobre as falhas no fornecimento e no call center.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Os sinais que v&ecirc;m da &aacute;rea energ&eacute;tica federal s&atilde;o confusos. As mudan&ccedil;as do marco regulat&oacute;rio, em 2012, n&atilde;o parecem ter previsto sequer o que poderia ocorrer 90 dias depois.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Crescem os desequil&iacute;brios no setor de energia, afetando n&atilde;o apenas as geradoras e as distribuidoras de eletricidade, mas tamb&eacute;m os consumidores, embora por diferentes causas. Para as empresas, o problema central &eacute; o custo da energia. 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