{"id":516,"date":"2013-01-23T08:17:00","date_gmt":"2013-01-23T12:17:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-456","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=516","title":{"rendered":"Em: 23\/01\/2013 &agrave;s 08:17h por Canal Energia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta quarta-feira, 23 de  janeiro, a amplia&ccedil;&atilde;o dos percentuais de redu&ccedil;&atilde;o na tarifa de energia  el&eacute;trica, com a renova&ccedil;&atilde;o antecipada das concess&otilde;es de gera&ccedil;&atilde;o e  transmiss&atilde;o que venceriam at&eacute; 2017. Durante pronunciamento em rede  nacional de r&aacute;dio e televis&atilde;o, Dilma informou que essa redu&ccedil;&atilde;o passar&aacute;  dos 16,2% inicialmente previstos para 18%, no caso dos consumidores  residenciais, e de at&eacute; 28% para at&eacute; 32% para a ind&uacute;stria, a agricultura,  o com&eacute;rcio e os servi&ccedil;os. Ela n&atilde;o disse, por&eacute;m, quanto o Tesouro  Nacional ter&aacute; de desembolsar para garantir essa desonera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os novos percentuais de redu&ccedil;&atilde;o de tarifa entrar&atilde;o em vigor nesta  quinta-feira, 24, com a publica&ccedil;&atilde;o de uma medida provis&oacute;ria e de um  decreto presidencial no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o. &#8220;E a primeira vez que  isso acontece, mas n&atilde;o &eacute; a primeira vez que nosso governo toma medidas  para baixar o custo, ampliar o investimento, aumentar o emprego e  garantir mais crescimento para o pa&iacute;s&#8221;, destacou Dilma, antes de afirmar  que na &aacute;rea de energia eletrica, &#8220;as perspectivas s&atilde;o as melhores  possiveis&#8221;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A presidenta destacou a entrada em opera&ccedil;&atilde;o de novas usinas e linhas  de transmiss&atilde;o e disse que o pa&iacute;s conseguiu aumentar em mais de 7%&nbsp;&nbsp; a  produ&ccedil;&atilde;o de energia. Ela previu que o pais vai crescer ainda mais nos  proximos anos e descartou qualquer &#8220;risco de racionamento ou de qualquer  tipo de estrangulamento no curto, no m&eacute;dio, ou no longo prazo&#8221;.<br \/> &nbsp;<br \/> &#8220;Esse movimento simult&acirc;neo nos deixa em situa&ccedil;&atilde;o privilegiada no mundo.  Isso significa que o Brasil vai ter energia cada vez melhor e mais  barata. Significa que o Brasil tem e ter&aacute; energia mais que suficiente  para o presente e para o futuro&#8221;, acrescentou Dilma. Ela lembrou que no  ano passado entraram em opera&ccedil;&atilde;o 4 mil MW no sistema e 2.780 km de novas  linhas de transmiss&atilde;o. Para 2013, a previs&atilde;o, &eacute; de que haver&aacute; a entrada  de mais 8.500 MW de energia e 7.540 km de linhas ser&atilde;o agregados &agrave;  malha interligada.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dilma lembrou que outras usinas e linhas de transmiss&atilde;o est&atilde;o em  constru&ccedil;&atilde;o ou fase projeto. &#8220;Elas v&atilde;o nos permitir dobrar em 15 anos  nossa capacidade instalada de energia el&eacute;trica, que hoje &eacute; de 121 mil  MW&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No discurso, a presidenta n&atilde;o poupou cr&iacute;ticas &agrave;s previs&otilde;es  pessimistas em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro do abastecimento de energia no pa&iacute;s,  com a queda acentuada registrada no n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios das  hidrel&eacute;tricas entre o final de 2012 e o in&iacute;cio desse ano. &#8220;As t&eacute;rmicas  foram normalmente acionadas. Como era de se esperar, essas previs&otilde;es  fracassaram. O Brasil n&atilde;o deixou de produzir um &uacute;nico quilowatt de que  precisava e agora, com a volta das chuvas, as t&eacute;rmicas voltar&atilde;o a ser  menos exigidas&#8221;, rebateu Dilma.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a presidenta, os cr&iacute;ticos da pol&iacute;tica energ&eacute;tica atual cometeram  os mesmo erros de previs&atilde;o quando disseram que o governo n&atilde;o  conseguiria baixar a conta de luz e que o &iacute;ndice de redu&ccedil;&atilde;o do custo da  energia seria menor que o anunciado em setembro do ano passado. Dilma  destacou que a redu&ccedil;&atilde;o dos custos do setor produtivo significa &#8220;mais  investimento, mais produ&ccedil;&atilde;o e mais emprego&#8221;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela refor&ccedil;ou em seguida que todos os brasileiros, sem exce&ccedil;&atilde;o, sair&atilde;o  ganhando. &#8220;Aproveito para esclarecer que os cidad&atilde;os atendidos pelas  concession&aacute;rias que n&atilde;o aderiram ao nosso esfor&ccedil;o ter&atilde;o, ainda assim, a  sua conta de luz reduzida, como todos os brasileiros&#8221;, disse, em  refer&ecirc;ncia &agrave; decis&atilde;o da Cemig, da Cesp e Copel de n&atilde;o renovar os  contratos de de usinas hidrel&eacute;tricas com concess&otilde;es vincendas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta quarta-feira, 23 de janeiro, a amplia&ccedil;&atilde;o dos percentuais de redu&ccedil;&atilde;o na tarifa de energia el&eacute;trica, com a renova&ccedil;&atilde;o antecipada das concess&otilde;es de gera&ccedil;&atilde;o e transmiss&atilde;o que venceriam at&eacute; 2017. Durante pronunciamento em rede nacional de r&aacute;dio e televis&atilde;o, Dilma informou que essa redu&ccedil;&atilde;o passar&aacute; dos 16,2% inicialmente previstos para [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/516"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=516"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/516\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=516"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=516"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=516"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}