{"id":515,"date":"2013-01-17T09:00:00","date_gmt":"2013-01-17T13:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-455","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=515","title":{"rendered":"Em: 17\/01\/2013 &agrave;s 09:00h por Canal Energia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O cen&aacute;rio energ&eacute;tico atual, com baixo n&iacute;vel de armazenamento dos  reservat&oacute;rios e com todas as usinas t&eacute;rmicas sendo despachadas, levou  alguns agentes do setor a propor a antecipa&ccedil;&atilde;o da vig&ecirc;ncia das bandeiras  tarif&aacute;rias para julho de 2013. A aplica&ccedil;&atilde;o est&aacute; prevista apenas para  janeiro de&nbsp;2014, sendo 2013 um ano teste. Mas, a antecipa&ccedil;&atilde;o seria  prudente, pois sinalizaria para o consumidor o custo das t&eacute;rmicas que  est&atilde;o sendo despachadas.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com uma sinaliza&ccedil;&atilde;o correta, os consumidores poderiam gerenciar sua  carga na busca de um consumo mais racional, que vise &agrave; efici&ecirc;ncia  energ&eacute;tica. Nelson Fonseca Leite, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de  Distribuidores de Energia El&eacute;trica, diz que existem conversas para  tentar garantir essa antecipa&ccedil;&atilde;o. &ldquo;N&oacute;s estamos apresentando uma proposta  para que as bandeiras fiquem v&aacute;lidas j&aacute; a partir do meio do ano.  Ter&iacute;amos tr&ecirc;s meses para adaptar os sistemas, a partir da entrada em  opera&ccedil;&atilde;o em testes agora em mar&ccedil;o&#8221;, contou o executivo &agrave; Ag&ecirc;ncia CanalEnergia.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele disse que as distribuidoras precisam se adaptar, pois seus  sistemas de faturamento n&atilde;o est&atilde;o preparados para rodar com as novas  regras das bandeiras tarif&aacute;rias. As pr&oacute;prias distribuidoras concordam  com a antecipa&ccedil;&atilde;o. Em contribui&ccedil;&atilde;o enviada &agrave; Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia  El&eacute;trica durante per&iacute;odo de audi&ecirc;ncia p&uacute;blica sobre o tema, a CPFL  Energia pede a antecipa&ccedil;&atilde;o. &#8220;Tendo em vista o cen&aacute;rio energ&eacute;tico atual, &eacute;  prudente, sensato e oportuno que se antecipe a vig&ecirc;ncia das bandeiras  tarif&aacute;rias de janeiro de 2014 para julho de 2013&#8221;, diz a empresa.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O principal objetivo do sistema de bandeira &eacute; sinalizar o custo  presente de gera&ccedil;&atilde;o ao consumidor. A bandeira verde indica que a soma  dos valores do Custo Marginal de Opera&ccedil;&atilde;o e do Encargo do Servi&ccedil;o do  Sistema por Seguran&ccedil;a Energ&eacute;tica &eacute; inferior a R$ 100\/MWh. Quando a  bandeira amerela for acionada, esse custo estar&aacute; entre R$ 100\/MWh e R$  200\/MWh. Se o valor ultrapassar os R$ 200\/MWh, a bandeira vermelha  estar&aacute; em vigor. &#8220;A ideia &eacute; tentar implementar um mecanismo de maneira  que possa dar um sinal econ&ocirc;mico ao consumidor mais pr&oacute;ximo do per&iacute;odo  em que as t&eacute;rmicas est&atilde;o funcionando. O ideal &eacute; que fosse em tempo  real&rdquo;, apontou Leite. Atualmente, esses custos com gera&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica e ESS  s&oacute; entram na tarifa do consumidor ap&oacute;s o processo de reajuste tarif&aacute;rio  anual de cada distribuidora.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico, foram  produzidos na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira, 15 de janeiro, 13.310 MW m&eacute;dios de  energia t&eacute;rmica convencional e nuclear, o que corresponde a 21,65% de  toda a energia produzida no pa&iacute;s. As hidrel&eacute;tricas geraram 37.948 MW  m&eacute;dios ou 61,71% da energia produzida. Mas a situa&ccedil;&atilde;o dos reservat&oacute;rios  continua cr&iacute;tica. O n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios do Sudeste\/Centro-Oeste,  apesar de ter subido 0,5%, encontra-se em 30,9%. No Nordeste a situa&ccedil;&atilde;o &eacute;  ainda pior, 29,6%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cen&aacute;rio energ&eacute;tico atual, com baixo n&iacute;vel de armazenamento dos reservat&oacute;rios e com todas as usinas t&eacute;rmicas sendo despachadas, levou alguns agentes do setor a propor a antecipa&ccedil;&atilde;o da vig&ecirc;ncia das bandeiras tarif&aacute;rias para julho de 2013. A aplica&ccedil;&atilde;o est&aacute; prevista apenas para janeiro de&nbsp;2014, sendo 2013 um ano teste. 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