{"id":510,"date":"2013-01-09T08:12:00","date_gmt":"2013-01-09T12:12:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-450","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=510","title":{"rendered":"Em: 09\/01\/2013 &agrave;s 08:12h por Canal Energia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">As usinas t&eacute;rmicas brasileiras est&atilde;o  despachadas em sua plenitude desde o &uacute;ltimo dia 18 de outubro, quando o  Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico decidiu acatar as determina&ccedil;&otilde;es  dos Procedimentos Operativos de Curto Prazo (POCP) e ordenou o  acionamento de todas as plantas, inclusive aquelas movidas a &oacute;leo  combust&iacute;vel. Levantamento realizado pela reportagem da Ag&ecirc;ncia CanalEnergia com base nos dados disponibilizados no Informativo Preliminar Di&aacute;rio da  Opera&ccedil;&atilde;o&nbsp;mostra que a taxa de resposta &agrave; programa&ccedil;&atilde;o do operador est&aacute;  em 93,6%. Na m&eacute;dia, o ONS est&aacute; pedindo a gera&ccedil;&atilde;o de 11.532 MW m&eacute;dios de  t&eacute;rmicas, sem contar as usinas nucleares de Angra.&nbsp;<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em outubro, o &iacute;ndice de resposta das  usinas termel&eacute;tricas foi de 91,2%. O presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira  de Gera&ccedil;&atilde;o Flex&iacute;vel, Marco Antonio Veloso, credita o n&uacute;mero &agrave;  dificuldade de atendimento da repentina decis&atilde;o do ONS de despachar as  plantas a &oacute;leo. &ldquo;No come&ccedil;o houve um descompasso, porque o despacho foi  anunciado no dia 17 de outubro, para no outro dia estar funcionando.  Essas t&eacute;rmicas a &oacute;leo precisam de um tempo para organizar a log&iacute;stica de  suprimento do combust&iacute;vel. A Petrobras foi impec&aacute;vel no fornecimento&rdquo;,  afirmou o executivo.<\/p>\n<p> Em novembro, o percentual de gera&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica atingiu 95% do montante  programado, o maior &iacute;ndice desde o acionamento das usinas. No m&ecirc;s  seguinte, a taxa voltou a cair e registrou 92,75%. Nos sete primeiros  dias de janeiro de 2013, o comportamento das usinas ficou em 96% da meta  di&aacute;ria de produ&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p> Segundo Veloso, tr&ecirc;s motivos podem fazer com que uma t&eacute;rmica gere abaixo  do previsto. O primeiro deles &eacute; a indisponibilidade de alguma unidade  geradora. Outra raz&atilde;o pode ser a dificuldade log&iacute;stica na obten&ccedil;&atilde;o do  combust&iacute;vel e por &uacute;ltimo alguma eventual restri&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica da rede. Ele  classifica a opera&ccedil;&atilde;o das usinas como muito bem sucedida e lembra que a  situa&ccedil;&atilde;o dever&aacute; permanecer como est&aacute; por mais algum tempo devido &agrave;  condi&ccedil;&atilde;o dos reservato&#769;rios das hidrel&eacute;tricas. Segundo ele, todas as  t&eacute;rmicas brasileiras est&atilde;o despachadas, n&atilde;o restando mais nenhuma outra  para ser acionada, caso seja preciso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As usinas t&eacute;rmicas brasileiras est&atilde;o despachadas em sua plenitude desde o &uacute;ltimo dia 18 de outubro, quando o Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico decidiu acatar as determina&ccedil;&otilde;es dos Procedimentos Operativos de Curto Prazo (POCP) e ordenou o acionamento de todas as plantas, inclusive aquelas movidas a &oacute;leo combust&iacute;vel. 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