{"id":507,"date":"2013-01-07T14:22:00","date_gmt":"2013-01-07T18:22:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-447","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=507","title":{"rendered":"Em: 07\/01\/2013 &agrave;s 14:22h por Valor"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G90.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P90.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Ibama, que &eacute; frequentemente acusado de retardar a emiss&atilde;o de licen&ccedil;as ambientais e, com isso, atrasar os projetos, rebate as cr&iacute;ticas e justifica que, na maior parte dos casos, a demora na libera&ccedil;&atilde;o de licen&ccedil;as &eacute; consequ&ecirc;ncia direta da baixa qualidade dos estudos apresentados pelas empresas. Isso n&atilde;o significa, por&eacute;m, que seja desnecess&aacute;rio fazer aprimoramentos nas regras de licenciamento, disse Toledo. &#8220;Claro que h&aacute; espa&ccedil;o para melhorias. Estamos trabalhando em uma s&eacute;rie de instru&ccedil;&otilde;es normativas para este ano que v&atilde;o acelerar os processos.&#8221;<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das principais mudan&ccedil;as desenhadas pelo Ibama, e que deve entrar em vigor este ano, prev&ecirc; o uso da internet para realiza&ccedil;&atilde;o de consultas p&uacute;blicas. A proposta &eacute; que, nos casos de projetos que tenham baixo impacto ambiental &#8211; como a instala&ccedil;&atilde;o de um trecho de algumas dezenas de quil&ocirc;metros de linha de transmiss&atilde;o -, seja realizada apenas uma &#8220;consulta p&uacute;blica virtual&#8221;, onde o cidad&atilde;o possa tirar suas d&uacute;vidas e fazer sugest&otilde;es.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pelas regras atuais &#8211; que est&atilde;o em vigor desde 1987 &#8211; &eacute; preciso que o Ibama, ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o do estudo de impacto ambiental (EIA\/Rima), abra prazo de dois meses para a marca&ccedil;&atilde;o de audi&ecirc;ncias presenciais e, s&oacute; depois disso, colha as colabora&ccedil;&otilde;es para concluir seu parecer t&eacute;cnico. &#8220;Tudo isso demanda muito tempo. Para empreendimentos mais complexos, &eacute; claro que esse &eacute; o caminho correto, mas h&aacute; muitos projetos pequenos em que isso n&atilde;o se justifica&#8221;, disse Toledo.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra portaria a ser publicada pelo instituto ambiental tem como alvo o licenciamento de usinas t&eacute;rmicas, al&eacute;m de a&ccedil;&otilde;es ligadas a &aacute;rea nuclear, como o transporte e o enriquecimento de ur&acirc;nio. Hoje, 100% dos projetos de t&eacute;rmicas t&ecirc;m que se apresentar EIA\/Rima para obter licenciamento, um estudo caro e complexo, que demanda tempo para ser conclu&iacute;do e analisado. Uma nova instru&ccedil;&atilde;o normativa vai permitir que esses empreendimentos apresentem estudos mais enxutos &#8211; como o Relat&oacute;rio Ambiental Simplificado (RAS) &#8211; como pr&eacute;-condi&ccedil;&atilde;o de licenciamento, regra que hoje j&aacute; &eacute; aplicada para as linhas de transmiss&atilde;o.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2012, o Ibama emitiu um total de 367 licen&ccedil;as ligadas ao setor de energia, petr&oacute;leo e g&aacute;s. Essas autoriza&ccedil;&otilde;es s&atilde;o divididas em tr&ecirc;s etapas: licen&ccedil;a pr&eacute;via (LP), que sinaliza a viabilidade ambiental do empreendimento; licen&ccedil;a de instala&ccedil;&atilde;o (LI), que permite o in&iacute;cio de constru&ccedil;&atilde;o da obra ap&oacute;s atendidas as condicionantes socioambientais previstas na autoriza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via; e licen&ccedil;a de opera&ccedil;&atilde;o (LO), que finalmente libera o funcionamento daquele empreendimento.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao longo do ano passado, o Ibama autorizou a opera&ccedil;&atilde;o de hidrel&eacute;tricas que somam 4.135 megawatts (MW) de pot&ecirc;ncia instalada, com destaque para as usinas de Jirau, em Porto Velho, e Simpl&iacute;cio, na divisa de Minas Gerais com o Rio de Janeiro.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na &aacute;rea de transmiss&atilde;o, o licenciamento das linhas somou 4,2 mil km de extens&atilde;o total, dos quais 1,7 mil km referem-se a licen&ccedil;as de opera&ccedil;&atilde;o. O maior trecho liberado em 2012 &#8211; com licen&ccedil;a de instala&ccedil;&atilde;o &#8211; foi a linha de 1 mil km que liga Jauru, no Mato Grosso, at&eacute; Porto Velho.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2013, disse Thomaz Miazaki de Toledo, a tend&ecirc;ncia &eacute; de que se os licenciamentos do setor de energia se acentuem ainda mais na &aacute;rea de transmiss&atilde;o. H&aacute; pelo menos 1,2 mil km de linhas que j&aacute; tiveram suas instala&ccedil;&otilde;es liberadas e que poder&atilde;o requerer autoriza&ccedil;&atilde;o para entrar em opera&ccedil;&atilde;o. &#8220;A transmiss&atilde;o dever&aacute; concentrar a maior parte dos empreendimentos que teremos para analisar. Em gera&ccedil;&atilde;o de energia, a maioria das licen&ccedil;as estar&aacute; atrelada a renova&ccedil;&otilde;es.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Ibama, que &eacute; frequentemente acusado de retardar a emiss&atilde;o de licen&ccedil;as ambientais e, com isso, atrasar os projetos, rebate as cr&iacute;ticas e justifica que, na maior parte dos casos, a demora na libera&ccedil;&atilde;o de licen&ccedil;as &eacute; consequ&ecirc;ncia direta da baixa qualidade dos estudos apresentados pelas empresas. 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