{"id":498,"date":"2012-12-05T10:15:00","date_gmt":"2012-12-05T14:15:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-436","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=498","title":{"rendered":"Em: 05\/12\/2012 &agrave;s 10:15h por Valor"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">As regras para renova&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es das usinas hidrel&eacute;tricas acabaram por gerar uma guerra pol&iacute;tica entre os Estados governados pela oposi&ccedil;&atilde;o e o Executivo federal. Ontem, as estatais Cesp, Cemig e Copel, dos Estados de S&atilde;o Paulo, Minas Gerais e Paran&aacute;, todos governados pelo PSDB, rejeitaram a proposta de renova&ccedil;&atilde;o de suas concess&otilde;es na &aacute;rea de gera&ccedil;&atilde;o, por considerar que as novas regras n&atilde;o garantem o equil&iacute;brio financeiro das empresas.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora o governo tenha dito ontem que n&atilde;o negociar&aacute; mais com as estatais que n&atilde;o aderiram a sua proposta para renova&ccedil;&atilde;o antecipada das concess&otilde;es, os Estados n&atilde;o se deram por vencidos e amea&ccedil;am transformar a quest&atilde;o em uma guerra judicial. O secret&aacute;rio de Energia de S&atilde;o Paulo, Jos&eacute; Anibal, disse que vai recorrer &agrave; Justi&ccedil;a contra a decis&atilde;o de Bras&iacute;lia de levar a leil&atilde;o no ano que vem a usina de Tr&ecirc;s Irm&atilde;os, cujo prazo de concess&atilde;o esgotou-se no ano passado. &#8220;Fomos v&iacute;timas de lacaios do governo&#8221;, afirmou, em rea&ccedil;&atilde;o &agrave;s declara&ccedil;&otilde;es do presidente da EPE, Maur&iacute;cio Tolmasquim, que acusou os Estados de tratarem as el&eacute;tricas como &#8220;capitanias heredit&aacute;rias&#8221;. O secret&aacute;rio disse que o governo federal obrigou a Eletrobras a aderir a uma proposta absurda e elevou o tom ao afirmar que as autoridades s&atilde;o &#8220;gente vulgar e rasteira, que queria fazer uma tunga em S&atilde;o Paulo&#8221;. A Cemig deve tamb&eacute;m bater &agrave;s portas da Justi&ccedil;a.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da tribuna do Senado Federal, A&eacute;cio Neves, prov&aacute;vel candidato &agrave; Presid&ecirc;ncia pelo PSDB em 2014, considerou &#8220;um risco, uma imprud&ecirc;ncia, um de-satino&#8221; querer reduzir o pre&ccedil;o da energia &#8220;&agrave; custa da insolv&ecirc;ncia do setor&#8221;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os Estados governados pela oposi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o querem ficar com o &ocirc;nus de ter impedido a redu&ccedil;&atilde;o nas tarifas de energia, uma pecha impopular. Sua rejei&ccedil;&atilde;o &agrave;s novas regras impediu o governo federal de atingir a meta de cortar as tarifas em 20,2%. A redu&ccedil;&atilde;o s&oacute; alcan&ccedil;ar&aacute; 16,7%, a menos que o governo lance m&atilde;o de subs&iacute;dios do Tesouro.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todas as concession&aacute;rias de linhas de transmiss&atilde;o j&aacute; assinaram a reno- va&ccedil;&atilde;o de seus contratos, por mais 30 anos, mas apenas 15.301 megawatts dos 25.452 MW de usinas com concess&otilde;es prestes a vencer aceitaram as condi&ccedil;&otilde;es oferecidas. De toda a capacidade das usinas que aderiram &agrave; proposta, mais de 90% pertencem a subsidi&aacute;rias da Eletrobras.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As regras para renova&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es das usinas hidrel&eacute;tricas acabaram por gerar uma guerra pol&iacute;tica entre os Estados governados pela oposi&ccedil;&atilde;o e o Executivo federal. 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