{"id":491,"date":"2012-11-29T09:46:00","date_gmt":"2012-11-29T13:46:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-424","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=491","title":{"rendered":"Em: 29\/11\/2012 &agrave;s 09:46h por Portal da Ind\u00fastria"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A presidente Dillma Rousseff disse que Brasil e Argentina n&atilde;o t&ecirc;m outra  op&ccedil;&atilde;o al&eacute;m de integrar suas ind&uacute;strias para evitar que se especializem  unicamente em produtos prim&aacute;rios. &ldquo;&Eacute; estrat&eacute;gica a integra&ccedil;&atilde;o de nossas  cadeias produtivas, de forma a construir uma relevante e competitiva  ind&uacute;stria regional. Compartilhar processos, produtos e inova&ccedil;&atilde;o, e  cooperar em ci&ecirc;ncia, em tecnologia e educa&ccedil;&atilde;o. Buscar a nossa integra&ccedil;&atilde;o  industrial regional, &eacute; disso que se trata&rdquo;, afirmou, ao alertar para o  fato de que as duas na&ccedil;&otilde;es n&atilde;o devem se especializar somente na  exporta&ccedil;&atilde;o de commodities. O pronunciamento foi feito durante o  encerramento da 18&ordf; Confer&ecirc;ncia Industrial Argentina, nesta  quarta-feira, 28 de novembro. <\/p>\n<p>A presidente da Argentina,  Cristina Kirschner, tamb&eacute;m defendeu a integra&ccedil;&atilde;o industrial durante o  evento. &ldquo;A integra&ccedil;&atilde;o deixou de ser um desejo antigo para ser uma  necessidade e uma condi&ccedil;&atilde;o sine qua non para poder manter o  crescimento&rdquo;, disse.<\/p>\n<p>O alerta j&aacute; tinha sido dado pelo presidente  da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria, Robson Braga de Andrade, durante a  abertura do evento. Segundo ele, a integra&ccedil;&atilde;o &eacute; a sa&iacute;da para fugir da  especializa&ccedil;&atilde;o em produtos prim&aacute;rios. &ldquo;Mesmo que nossas exporta&ccedil;&otilde;es  muito competitivas e intensivas em recursos naturais cres&ccedil;am, n&atilde;o ser&atilde;o  elas, sozinhas, que garantir&atilde;o o n&iacute;vel de emprego e renda que as  economias dos dois pa&iacute;ses precisam para atingirem o pleno  desenvolvimento&rdquo;, disse Andrade.<\/p>\n<p>O presidente da Uni&atilde;o Industrial  Argentina, Jos&eacute; de Mendig&uacute;ren, defendeu que Brasil e Argentina precisam  importar menos produtos similares aos fabricados nacionalmente e  aumentar a produ&ccedil;&atilde;o interna. &ldquo;Centro e trinta bilh&otilde;es de d&oacute;lares de  produtos s&atilde;o importados pelos dois pa&iacute;ses por ano, mas boa parte pode  ser produzida dentro do territ&oacute;rio&rdquo;, pontuou.<\/p>\n<p>Nos &uacute;ltimos dois  anos, o Brasil aportou US$ 6 bilh&otilde;es em investimentos diretos para a  Argentina em setores como minera&ccedil;&atilde;o, t&ecirc;xtil e constru&ccedil;&atilde;o civil. Projetos  de constru&ccedil;&atilde;o de plantas produtivas argentinas no Brasil somam mais de  US$ 3 bilh&otilde;es nos &uacute;ltimos dois anos. Os principais investimentos foram  em usinas de energia e&oacute;lica e na produ&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;o. <\/p>\n<p>A corrente de  com&eacute;rcio entre os dois pa&iacute;ses passou de US$ 2 bilh&otilde;es em 1990 para US$  39,6 bilh&otilde;es em 2011. At&eacute; outubro de 2012, o fluxo foi de US$ 28,3  bilh&otilde;es, que representa 82% de todo o com&eacute;rcio brasileiro com o  Mercosul.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A presidente Dillma Rousseff disse que Brasil e Argentina n&atilde;o t&ecirc;m outra op&ccedil;&atilde;o al&eacute;m de integrar suas ind&uacute;strias para evitar que se especializem unicamente em produtos prim&aacute;rios. &ldquo;&Eacute; estrat&eacute;gica a integra&ccedil;&atilde;o de nossas cadeias produtivas, de forma a construir uma relevante e competitiva ind&uacute;stria regional. 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