{"id":489,"date":"2012-11-26T10:35:00","date_gmt":"2012-11-26T14:35:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-421","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=489","title":{"rendered":"Em: 26\/11\/2012 &agrave;s 10:35h por Portal da Ind\u00fastria"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Dois mil e treze ser&aacute; o ano da retomada do crescimento econ&ocirc;mico. Essa &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e dos empres&aacute;rios que participaram da reuni&atilde;o do F&oacute;rum Nacional da Ind&uacute;stria, realizada no escrit&oacute;rio da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) em S&atilde;o Paulo nesta sexta-feira, 23 de novembro. O ministro e os empres&aacute;rios concordaram que 2012 est&aacute; sendo &ldquo;o ano da desintoxica&ccedil;&atilde;o&rdquo; da economia dos juros altos. &ldquo;A demonstra&ccedil;&atilde;o de todos foi de otimismo em rela&ccedil;&atilde;o a 2013. As medidas que foram tomadas e est&atilde;o sendo implementadas dar&atilde;o resultados&rdquo;, afirmou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. Ele coordenou a reuni&atilde;o com 30 empres&aacute;rios, representantes de associa&ccedil;&otilde;es nacionais setoriais.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em entrevista aos jornalistas, Andrade lembrou que, apesar dos avan&ccedil;os, h&aacute; muita coisa a ser feita: &ldquo;Ainda precisa resolver as quest&otilde;es da guerra fiscal, do Reintegra, dos juros do PSI, dos juros do cart&atilde;o de cr&eacute;dito, do custo da energia. Falamos de tudo isso para o ministro&rdquo;. Para os empres&aacute;rios, o Regime Especial de Reintegra&ccedil;&atilde;o de Valores Tribut&aacute;rios para as Empresas Exportadoras (Reintegra), programa que d&aacute; cr&eacute;dito presumido de 3% sobre as exporta&ccedil;&otilde;es para compensar os cr&eacute;ditos tribut&aacute;rios n&atilde;o recuper&aacute;veis, e o Programa de Sustenta&ccedil;&atilde;o do Investimento (PSI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES), precisam ser renovados em 31 de dezembro deste ano.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ministro da Fazenda destacou que o pa&iacute;s passa por uma transforma&ccedil;&atilde;o na matriz econ&ocirc;mica, agora baseada em pol&iacute;tica monet&aacute;ria de controle da infla&ccedil;&atilde;o com juros baixos. Por isso, o pa&iacute;s, acostumado a d&eacute;cadas de juros altos, precisa se adaptar &agrave; nova realidade. &ldquo;O Brasil estava viciado em juros altos e c&acirc;mbio valorizado. Existe um per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o, de adapta&ccedil;&atilde;o da economia para essas condi&ccedil;&otilde;es&rdquo;, disse Mantega.<\/p>\n<p> Segundo ele, a cota&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar acima de R$ 2,00 veio para ficar, sem preju&iacute;zos para a economia. O presidente da CNI destacou que o c&acirc;mbio ainda &eacute; um fator de competitividade para as ind&uacute;strias instaladas no Brasil. &ldquo;O c&acirc;mbio &eacute; flutuante e o patamar de R$ 2,10 est&aacute; melhor do que antes. Mas temos um estudo que mostra que o d&oacute;lar de 2005 atualizado para hoje deveria estar em R$ 2,47, ent&atilde;o ainda pode subir um pouco mais&rdquo;, disse.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CAUTELA &#8211; O presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), Syn&eacute;sio Batista da Costa, apontou para o ministro algumas necessidades do setor, como a possibilidade de extens&atilde;o do prazo de recolhimento de tributos, mas concordou que 2013 pode ser o ano da retomada. &ldquo;As condi&ccedil;&otilde;es macroecon&ocirc;micas est&atilde;o melhores, vamos torcer para as medidas darem o efeito desejado e o ano que vem mostrar crescimento&rdquo;, disse.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de M&aacute;quinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, o ministro tem raz&atilde;o quanto &agrave; &ldquo;desintoxica&ccedil;&atilde;o&rdquo; da economia em 2012. Mas o empres&aacute;rio salientou que a retomada do crescimento econ&ocirc;mico dever&aacute; acontecer s&oacute; no segundo semestre do ano que vem. &ldquo;Algumas medidas ainda precisam entrar em vigor e outras precisam ser tomadas. Al&eacute;m disso, temos de lembrar que a crise na Europa, um mercado importante para o Brasil, &eacute; s&eacute;ria&#8221;, &nbsp;afirmou Aubert.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Qu&iacute;mica Fina (Abifina), Ogari Pacheco, demonstrou otimismo cauteloso. &ldquo;Temos condi&ccedil;&otilde;es de voltar a crescer em 2013, mas se ser&aacute; num ritmo de 4% ao ano ou de 2% ao ano depende de muitas vari&aacute;veis. O governo tem tomado medidas no caminho certo, mas pode n&atilde;o ser suficiente&rdquo;, avaliou.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O F&oacute;rum Nacional da Ind&uacute;stria &eacute; um &oacute;rg&atilde;o consultivo da CNI que re&uacute;ne 44 associa&ccedil;&otilde;es nacionais setoriais e presidentes dos conselhos tem&aacute;ticos permanentes da CNI. O f&oacute;rum se re&uacute;ne a cada dois meses.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dois mil e treze ser&aacute; o ano da retomada do crescimento econ&ocirc;mico. Essa &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e dos empres&aacute;rios que participaram da reuni&atilde;o do F&oacute;rum Nacional da Ind&uacute;stria, realizada no escrit&oacute;rio da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) em S&atilde;o Paulo nesta sexta-feira, 23 de novembro. 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