{"id":472,"date":"2012-10-24T07:01:00","date_gmt":"2012-10-24T11:01:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-394","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=472","title":{"rendered":"Em: 24\/10\/2012 &agrave;s 07:01h por Valor"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O presidente da Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE), Maur&iacute;cio  Tolmasquim, confirmou para dezembro o leil&atilde;o de energia para novos  projetos A-5, ou seja, de constru&ccedil;&atilde;o de geradoras de energia com  previs&atilde;o de in&iacute;cio de fornecimento ap&oacute;s cinco anos &ndash; neste caso, em  2017.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O leil&atilde;o A-3, ou seja, para empreendimentos que dever&atilde;o passar a  fornecer energia dentro de tr&ecirc;s anos, seria outubro, mas foi adiado. O  leil&atilde;o ainda depende da demanda das distribuidoras, uma vez que a  Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia el&eacute;trica (<a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/topico\/aneel\/\">Aneel<\/a>)  ainda tem que decidir a situa&ccedil;&atilde;o das usinas de Grupo Bertin. Essas  usinas est&atilde;o com seus projetos atrasadas, e podem ter seus contratos  revogados.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se isso acontecer haver&aacute; demanda para se realizar o leil&atilde;o, explicou  Tolmasquin nesta ter&ccedil;a-feira (23) no Congresso Brasileiro de Energia que  se realiza na Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado do Rio de Janeiro  (Firjan).<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leil&otilde;es regionais e por fontes est&atilde;o por enquanto fora de cogita&ccedil;&atilde;o  para o governo. Segundo Tolmasquim, leil&otilde;es regionais, como os que v&ecirc;m  sendo solicitados na Regi&atilde;o Sul devido &agrave; seca, s&oacute; seriam realizados por  quest&otilde;es de seguran&ccedil;a, &ldquo;caso determinada regi&atilde;o precise de uma oferta  que n&atilde;o seja atendida&rdquo;. J&aacute; um leil&atilde;o por fonte s&oacute; aconteceria para  promover uma determinada fonte, explicou.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Necessidade regional por seguran&ccedil;a ainda n&atilde;o apareceu. Se tiver algum estudo consistente o leil&atilde;o ser&aacute; feito&rdquo;, disse.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Desembolsos para do BNDES para energia<br \/><\/strong>J&aacute; o chefe  do Departamento de Fontes Alternativas de Energia do Banco Nacional de  Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES), Antonio Carlos de Andrada  Tovar, prev&ecirc; para 2012 um desembolso com crescimento de 25% em rela&ccedil;&atilde;o a  2011, passando de R$ 18 bilh&otilde;es para R$ 23 bilh&otilde;es, sendo que dois  ter&ccedil;os do total s&atilde;o para energia.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Com uma regulamenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida, o risco &eacute; baixo e tem que ser visto  pelos empreendedores. Os contratos s&atilde;o de longos prazo, com condi&ccedil;&otilde;es de  financiamentos atrativas&rdquo;, disse.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vanguarda em matriz limpa<br \/><\/strong>Segundo Tolmasquim, as  emiss&otilde;es de gases de efeito estufa do Brasil do setor energ&eacute;tico s&atilde;o 20  vezes menor que emiss&otilde;es chinesas. J&aacute; no setor el&eacute;trico as emiss&otilde;es s&atilde;o  100 vezes menores que o setor chin&ecirc;s.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso porque, explicou ele, 80% da matriz el&eacute;trica brasileira &eacute; de fonte  h&iacute;drica. Enquanto no mundo 40% da energia tem como principal fonte de  energia o carv&atilde;o, no Brasil o carv&atilde;o &eacute; respons&aacute;vel por apenas 1% da  energia el&eacute;trica, disse.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;O Brasil tem condi&ccedil;&atilde;o de manter a vanguarda com sua matriz limpa por  causa de seus recursos. Somos o terceiro maior potencial hidrel&eacute;trico do  mundo depois da China e da R&uacute;ssia, mas usamos apenas um ter&ccedil;o desse  potencial. Pa&iacute;ses como Noruega e Alemanha usam 100% desse potencial. O  bioma Amaz&ocirc;nia usa s&oacute; 7% do potencial hidrel&eacute;trica&rdquo;, disse.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para ele, a grande fronteira hidrel&eacute;trica est&aacute; no Norte. &ldquo;Tem que  preservar o bioma Amaz&ocirc;nia e as florestas, mas &eacute; poss&iacute;vel aproveitar  parte desse potencial hidrel&eacute;trico sem deixar de preservar a  biodiversidade. N&atilde;o s&atilde;o objetivos antag&ocirc;nicos&rdquo;, explicou, ressaltando  que o Brasil hoje tem 84% de capacidade instalada de energia em fontes  renov&aacute;vel.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, para o presidente da EPE, a energia e&oacute;lica no Brasil &eacute; que tem uma hist&oacute;ria que chamou de fant&aacute;stica.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;O mundo estuda os leil&otilde;es que realizamos. Partimos de zero em 2005  para oito mil megawatts contratados em 2016. O pre&ccedil;o de R$ 300  megawatt\/hora caiu para R$ 110 o megawatt\/hora. Hoje o mundo estuda o  caso do Brasil, de como introduzir uma fonte alternativa de forma  competitiva sem onerar o consumidor&rdquo;, disse, explicando que em 2013 o  Brasil disputa com a Alemanha o quarto lugar em incremento de  capacidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente da Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE), Maur&iacute;cio Tolmasquim, confirmou para dezembro o leil&atilde;o de energia para novos projetos A-5, ou seja, de constru&ccedil;&atilde;o de geradoras de energia com previs&atilde;o de in&iacute;cio de fornecimento ap&oacute;s cinco anos &ndash; neste caso, em 2017. O leil&atilde;o A-3, ou seja, para empreendimentos que dever&atilde;o passar a fornecer [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/472"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=472"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/472\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=472"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=472"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=472"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}