{"id":470,"date":"2012-10-15T08:59:00","date_gmt":"2012-10-15T12:59:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-389","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=470","title":{"rendered":"Em: 15\/10\/2012 &agrave;s 08:59h por Canal Energia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Os geradores que pedirem a prorroga&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es ter&atilde;o uma  tarifa de partida pr&eacute;-estabelecida pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia  El&eacute;trica, mas poder&atilde;o pedir ao &oacute;rg&atilde;o regulador ajustes em fun&ccedil;&atilde;o de  custos que n&atilde;o tiverem sido contemplados. O presidente da Associa&ccedil;&atilde;o  Brasileira de Empresas Geradoras de Energia El&eacute;trica, Fl&aacute;vio Neiva, se  reuniu nesta quinta-feira, 11 de outubro, com o diretor-geral da Aneel,  Nelson Hubner, com o objetivo de esclarecer algumas preocupa&ccedil;&otilde;es dos  agentes quanto &agrave; Receita Anual de Gera&ccedil;&atilde;o, por meio da qual as usinas  ser&atilde;o remuneradas.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neiva explicou que cada usina ter&aacute; uma tarifa de partida, mas que o  gerador poder&aacute; pedir posteriomente um ajuste no valor, caso algum custo  n&atilde;o tenha sido considerado. &#8220;Se algum custo de alguma usina n&atilde;o for  contemplado, o concession&aacute;rio poder&aacute; demonstrar esse custo &agrave; Aneel para  que ele seja incorporado na tarifa&#8221;, afirmou o executivo em entrevista &agrave;  Ag&ecirc;ncia CanalEnergia. A associa&ccedil;&atilde;o tinha a preocupa&ccedil;&atilde;o  de como seriam considerados custos como os socioambientais, de  manuten&ccedil;&atilde;o, moderniza&ccedil;&atilde;o e reparo, que estariam dentro da chamada  &#8220;gest&atilde;o da concess&atilde;o&#8221; e n&atilde;o dentro do que se conhece como Opera&ccedil;&atilde;o e  Manuten&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al&eacute;m disso, segundo ele, a Aneel vai criar um regulamento para  permitir o enquadramento e regular os investimentos a serem realizados  nas usinas. &#8220;Esse regulamento vai estabelecer a forma como os  investimentos a serem realizados na usina ser&atilde;o considerados na tarifa&#8221;,  disse. Neiva comentou que dever&aacute; ser feita uma lista com investimentos  previamente autorizados. Os demais ter&atilde;o que ser requeridos &agrave; ag&ecirc;ncia.  &#8220;O gerador realiza o investimento, demonstra para a Aneel, ela fiscaliza  e autoriza a incorporar na tarifa&#8221;, explicou.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele disse ainda que a cotiza&ccedil;&atilde;o de energia das usinas prorrogada  destinadas &agrave;s distribuidoras ser&aacute; feita por gerador e n&atilde;o usina por  usina. Al&eacute;m disso, o Mecanismo de Redu&ccedil;&atilde;o de Energia Assegurada (MRA) e  os servi&ccedil;os ancilares passar&atilde;o a ser cobertos pela distribuidora, assim  como a Compensa&ccedil;&atilde;o Financeira pela Utiliza&ccedil;&atilde;o de Recursos H&iacute;dricos, que  antes ficavam a cargo do gerador. &#8220;Isso tira do gerador custos e riscos  que antes eram dele&#8221;, comentou. A Aneel, ainda de acordo com Neiva, se  comprometeu a abrir um canal de comunica&ccedil;&atilde;o com a Abrage para solucionar  d&uacute;vidas dos geradores e propiciar o entendimento de quest&otilde;es da MP 579.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os geradores que pedirem a prorroga&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es ter&atilde;o uma tarifa de partida pr&eacute;-estabelecida pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica, mas poder&atilde;o pedir ao &oacute;rg&atilde;o regulador ajustes em fun&ccedil;&atilde;o de custos que n&atilde;o tiverem sido contemplados. 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