{"id":389,"date":"2012-07-17T15:01:00","date_gmt":"2012-07-17T19:01:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-279","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=389","title":{"rendered":"Em: 17\/07\/2012 &agrave;s 15:01h por Folha de S. Paulo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A Aneel (Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica) aprovou nesta ter&ccedil;a-feira  (17) uma resolu&ccedil;&atilde;o que aumenta o rigor sobre as usinas a carv&atilde;o no  pa&iacute;s.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme antecipado pela Folha,  a norma estabelece que, para poder ter subs&iacute;dio de 100% no custo de seu  combust&iacute;vel, as t&eacute;rmicas a carv&atilde;o precisar&atilde;o seguir crit&eacute;rios m&iacute;nimos  de efici&ecirc;ncia. Pela proposta, a efici&ecirc;ncia l&iacute;quida &#8212; rela&ccedil;&atilde;o entre combust&iacute;vel consumido e energia gerada &#8212; n&atilde;o pode ser menor que 25%. Esse percentual vale para as unidades pequenas, de pot&ecirc;ncia instalada at&eacute; 50 MW.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Usinas m&eacute;dias, at&eacute; 150 MW, ter&atilde;o obriga&ccedil;&atilde;o de manter a efici&ecirc;ncia acima  de 30%. Para as maiores, acima de 150 MW, ser&aacute; cobrado percentual  superior a 35%. Atualmente, a m&eacute;dia da efici&ecirc;ncia das termel&eacute;tricas brasileiras a carv&atilde;o &eacute; de 28%, ante 25% da m&eacute;dia europeia. &#8220;Chega a ser dif&iacute;cil nos comparar com outros pa&iacute;ses, porque o nosso  carv&atilde;o n&atilde;o &eacute; da melhor qualidade. Soma-se a isso tamb&eacute;m a nossa  defasagem tecnol&oacute;gica&#8221;, disse o relator do texto Romeu Rufino.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A baixa qualidade do carv&atilde;o brasileiro, citada pelo diretor da Aneel, se deve ao alto teor de cinzas e de enxofre.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MUDAN&Ccedil;AS<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As usinas de todo pa&iacute;s ter&atilde;o de se adaptar &agrave;s novas normas at&eacute; 2016. As  que n&atilde;o conseguirem, receber&atilde;o o subs&iacute;dio menor do governo, proporcional  &agrave; efici&ecirc;ncia alcan&ccedil;ada. &#8220;Em casos extremos, os limites exigem uma modifica&ccedil;&atilde;o completa na usina,  que n&atilde;o &eacute; feita de um dia para outro&#8221;, completou Rufino.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, o custo do carv&atilde;o j&aacute; &eacute; reembolsado &agrave;s geradoras via Conta de  Desenvolvimento Energ&eacute;tico (CDE), tributo que tamb&eacute;m &eacute; usado para  incentivar energias renov&aacute;veis. Como as t&eacute;rmicas s&atilde;o acionadas como energia de reserva, em caso de  problemas no fornecimento hidrel&eacute;trico, o governo entende que o subs&iacute;dio  ao carv&atilde;o &eacute; estrat&eacute;gico. Como o carv&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; o mais poluente dos combust&iacute;veis f&oacute;sseis e sua  demanda cresce no Brasil, os &oacute;rg&atilde;os reguladores querem condicionantes ao  incentivo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Aneel (Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica) aprovou nesta ter&ccedil;a-feira (17) uma resolu&ccedil;&atilde;o que aumenta o rigor sobre as usinas a carv&atilde;o no pa&iacute;s. Conforme antecipado pela Folha, a norma estabelece que, para poder ter subs&iacute;dio de 100% no custo de seu combust&iacute;vel, as t&eacute;rmicas a carv&atilde;o precisar&atilde;o seguir crit&eacute;rios m&iacute;nimos de efici&ecirc;ncia. 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