{"id":380,"date":"2012-07-10T08:02:00","date_gmt":"2012-07-10T12:02:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-269","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=380","title":{"rendered":"Em: 10\/07\/2012 &agrave;s 08:02h por Valor Econ\u00f4mico"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">As empresas do setor el&eacute;trico aumentaram a press&atilde;o sobre o governo para que sejam renovadas suas concess&otilde;es. O atraso na defini&ccedil;&atilde;o j&aacute; afeta o custo do dinheiro para investimento das companhias.<\/p>\n<p>Totalmente no escuro em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es que o governo impor&aacute; para atender essa demanda, dezenas delas, incluindo estatais, j&aacute; protocolaram pedidos de prorroga&ccedil;&atilde;o na Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel). A maioria dos contratos termina na primeira semana de julho de 2015 e a legisla&ccedil;&atilde;o exige manifesta&ccedil;&atilde;o formal de interesse na prorroga&ccedil;&atilde;o a 36 meses do vencimento.<\/p>\n<p>&#8220;A solu&ccedil;&atilde;o, pelo que escutamos e conversamos, est&aacute; muito pr&oacute;xima. Esperamos que ela saia neste terceiro trimestre, mas estamos preparados para qualquer cen&aacute;rio&#8221;, diz Jos&eacute; da Costa Carvalho Neto, presidente da Eletrobras, que tem 15 usinas e 11.696 megawatts (MW) de pot&ecirc;ncia instalada vencendo em tr&ecirc;s anos.<\/p>\n<p>&#8220;Todas as nossas associadas est&atilde;o protocolando pedidos&#8221;, afirma Ricardo Martin, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Distribuidoras de Energia El&eacute;trica de Menor Porte (Abrademp), que re&uacute;ne 14 companhias do setor &#8211; a maioria na Regi&atilde;o Sul do pa&iacute;s. &#8220;A cada revis&atilde;o tarif&aacute;ria da Aneel, as exig&ecirc;ncias j&aacute; ficam cada vez maiores. Pode at&eacute; piorar, no momento de renovar as concess&otilde;es, mas dificilmente vai piorar tanto a ponto de nos fazer desistir&#8221;, resume.<\/p>\n<p>As concession&aacute;rias entregaram &agrave; Aneel um hist&oacute;rico detalhado dos investimentos realizados, a evolu&ccedil;&atilde;o do mercado durante todo o per&iacute;odo de contrato e certid&otilde;es negativas que demonstram a regularidade de suas opera&ccedil;&otilde;es. &#8220;No nosso caso, foram sete pastas cheias de arquivos&#8221;, diz Antonio Gavazzoni, presidente da Celesc, distribuidora catarinense.<\/p>\n<p>A falta de uma decis&atilde;o do governo, no entanto, atrapalha a contrata&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito. A Companhia Hidrel&eacute;trica S&atilde;o Patr&iacute;cio (Chesp), distribuidora que atende nove munic&iacute;pios do interior de Goi&aacute;s, tomou um financiamento de R$ 6 milh&otilde;es no BNDES, repassado pela Caixa Econ&ocirc;mica Federal, em 2009. Sem receita assegurada ap&oacute;s o fim da concess&atilde;o, as condi&ccedil;&otilde;es de pagamento mudaram. O prazo, normalmente de dez anos, ficou limitado a 2015.<\/p>\n<p>Fontes do setor comentam que a prorroga&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es pode abrir caminho para uma eventual tentativa da Eletrobras de oferecer ao mercado as distribuidoras federalizadas, que controla nas regi&otilde;es Norte e Nordeste &#8211; Amazonas Energia, Ceal, Cepisa, CER, Ceron e Eletroacre.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As empresas do setor el&eacute;trico aumentaram a press&atilde;o sobre o governo para que sejam renovadas suas concess&otilde;es. O atraso na defini&ccedil;&atilde;o j&aacute; afeta o custo do dinheiro para investimento das companhias. 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