{"id":379,"date":"2012-07-06T10:27:00","date_gmt":"2012-07-06T14:27:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-268","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=379","title":{"rendered":"Em: 06\/07\/2012 &agrave;s 10:27h por Valor Econ\u00f4mico"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">As fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es no setor el&eacute;trico brasileiro devem aumentar no in&iacute;cio do pr&oacute;ximo ano. Aos poucos, os temores com a Europa diminuir&atilde;o e os investidores ter&atilde;o uma vis&atilde;o mais clara sobre o crescimento da maior economia da Am&eacute;rica Latina, aponta o escrit&oacute;rio de advocacia que auxilia a chinesa State Grid a comprar ativos no Brasil.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;H&aacute; muitos projetos e, quando as condi&ccedil;&otilde;es financeiras forem mais favor&aacute;veis, eles ser&atilde;o concretizados&#8221;, afirma Jos&eacute; Roberto Martins, s&oacute;cio da Trench, Rossi e Watanabe, escrit&oacute;rio encarregado de projetos de energia, minera&ccedil;&atilde;o, petroqu&iacute;mica e infraestrutura. A empresa ajudou a State Grid a comprar os ativos brasileiros da espanhola Actividades de Construccion y Servicios, por R$ 1,86 bilh&atilde;o.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; nas &aacute;reas de transmiss&atilde;o e energia e&oacute;lica que Martins espera a maior consolida&ccedil;&atilde;o. &#8220;N&atilde;o h&aacute; como evitar fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es no setor de energia e&oacute;lica. Acredito que veremos muito disso nos pr&oacute;ximos dois anos&#8221;, diz em entrevista a Dow Jones. &#8220;O setor de transmiss&atilde;o tamb&eacute;m tem muitas oportunidades&#8221;, continuou.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As empresas europeias ajudaram muito a expandir a rede de energia brasileira, mas a atual crise no continente levou algumas delas a se desfazer de ativos.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os temores continuam grandes por causa da crise soberana europeia e do crescimento abaixo do esperado do Brasil. Por isso, as fus&otilde;es n&atilde;o devem aumentar tanto neste ano, segundo Martins. O excesso de depend&ecirc;ncia do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) para obten&ccedil;&atilde;o de empr&eacute;stimos &eacute; outro impedimento para as aquisi&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O modelo de empr&eacute;stimo at&eacute; agora foi via BNDES, com o setor el&eacute;trico recebendo uma boa parte dos recursos. Mas, com a demanda de outras &aacute;reas, n&atilde;o deve ser suficiente para o que o setor el&eacute;trico precisa&#8221;, avalia Martins. Por causa da tradicional depend&ecirc;ncia das empresas brasileiras do banco p&uacute;blico, tudo &eacute; padronizado e h&aacute; uma criatividade limitada das companhias para procurar financiamento, afirma.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a produ&ccedil;&atilde;o industrial brasileira em desacelera&ccedil;&atilde;o, as companhias el&eacute;tricas tamb&eacute;m enfrentam o risco de terem sobrestimadas a demanda e as receitas. &#8220;A ind&uacute;stria el&eacute;trica brasileira tem muitos riscos pr&eacute;-operacionais&#8221;, diz Martins. &#8220;Voc&ecirc; precisa ter um produto bem definido e que ofere&ccedil;a algumas garantias&#8221;, conclui.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(Dow Jones)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es no setor el&eacute;trico brasileiro devem aumentar no in&iacute;cio do pr&oacute;ximo ano. 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