{"id":3010,"date":"2015-04-07T15:15:00","date_gmt":"2015-04-07T19:15:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3049","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=3010","title":{"rendered":"Em: 07\/04\/2015 &agrave;s 15:15h por"},"content":{"rendered":"<p><span>Sem a&ccedil;&atilde;o dos governos, o crescimento potencial dos pa&iacute;ses emergentes vai declinar nos pr&oacute;ximos anos e o dos pa&iacute;ses desenvolvidos ter&aacute; crescimento, mas em n&iacute;vel inferior ao que era no passado, afirmou o economista do Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI), Davide Furceri, nesta ter&ccedil;a-feira.<\/span><\/p>\n<p><span>O padr&atilde;o de crescimento potencial dos pa&iacute;ses emergentes, que at&eacute; agora tem tido comportamento similar, pode nos pr&oacute;ximos anos ficar menos homog&ecirc;neo, afirmou Furceri. &#8220;Olhando pra frente, devem ter fatores espec&iacute;ficos em algumas economias emergentes, como Brasil e R&uacute;ssia, que podem ser diferentes. Cada um dos pa&iacute;ses tem suas especificidades, como a China tentando rebalancear sua economia e outros pa&iacute;ses podem enfrentar outros desafios&#8221;, disse.<\/span><\/p>\n<p><span>Para estimular o crescimento potencial, quando um pa&iacute;s cresce sem gerar infla&ccedil;&atilde;o, a recomenda&ccedil;&atilde;o do FMI &eacute; a de que os governos, no caso dos pa&iacute;ses emergentes, melhorem a infraestrutura, para eliminar gargalos, e fa&ccedil;am reformas importantes na economia, que melhorem o ambiente de neg&oacute;cios e estimulem os empres&aacute;rios a investir. &#8220;Aumentar o gasto em infraestrutura &eacute; um fator chave&#8221;, disse Furceri.<\/span><\/p>\n<p><span>O vice-chefe do departamento de pesquisa do FMI, Daniel Leigh, ressaltou ainda que o investimento privado tem ca&iacute;do nos pa&iacute;ses avan&ccedil;ados e desenvolvidos e h&aacute; sinais de que est&aacute; contribuindo para reduzir o crescimento de longo prazo. A queda na crise de 2008 foi maior que em outros per&iacute;odos de recess&atilde;o e desde ent&atilde;o a tem havido pouca recupera&ccedil;&atilde;o, afirmou Leigh.<\/span><\/p>\n<p><span>Para estimular o investimento privado, o economista ressalta que &eacute; essencial que os governos tenham um diagn&oacute;stico correto dos motivos que levam empres&aacute;rios a n&atilde;o investir. &#8220;Se o baixo investimento &eacute; apenas reflexo da fraca atividade econ&ocirc;mica, ent&atilde;o medidas para estimular a atividade podem ser usadas&#8221;, disse ele. Mas se for consequ&ecirc;ncia de incerteza pol&iacute;tica e de fraquezas no sistema financeiro do pa&iacute;s, estes problemas precisam ser resolvidos antes.<\/span><\/p>\n<p><span>O FMI prev&ecirc; que depois de os emergentes apresentarem um crescimento potencial de 6,5% entre 2008\/2014, a taxa deve cair para 5,2% entre 2015\/2020. Nos pa&iacute;ses desenvolvidos a taxa deve subir de 1,3% de 2008\/2014 para 1,6% entre 2015\/2020. Mesmo com a melhora, o n&iacute;vel deve ser menor do que era antes da crise financeira mundial, quando os pa&iacute;ses desenvolvidos tinham expans&atilde;o potencial m&eacute;dia de 2,2%. (EM)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sem a&ccedil;&atilde;o dos governos, o crescimento potencial dos pa&iacute;ses emergentes vai declinar nos pr&oacute;ximos anos e o dos pa&iacute;ses desenvolvidos ter&aacute; crescimento, mas em n&iacute;vel inferior ao que era no passado, afirmou o economista do Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI), Davide Furceri, nesta ter&ccedil;a-feira. 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