{"id":3004,"date":"2015-04-06T15:18:00","date_gmt":"2015-04-06T19:18:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3042","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=3004","title":{"rendered":"Em: 06\/04\/2015 &agrave;s 15:18h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>O n&iacute;vel de confian&ccedil;a dos empres&aacute;rios, que comandam pequenas e m&eacute;dias empresas, para o segundo trimestre de 2015 recuou 2,2% em compara&ccedil;&atilde;o com o do per&iacute;odo anterior, de acordo com o &Iacute;ndice de Confian&ccedil;a do Empres&aacute;rio de Pequenos e M&eacute;dios Neg&oacute;cios no Brasil (IC-PMN) divulgado na &uacute;ltima quarta-feira.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A queda foi menor que a registrada no trimestre anterior, de 7,18%, mas ficou apenas 0,5 ponto acima do &iacute;ndice do segundo trimestre de 2009, na esteira da crise global de 2008.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O &iacute;ndice, calculado com base em uma pontua&ccedil;&atilde;o que varia de 0 a 100 (em que 100 &eacute; confian&ccedil;a m&aacute;xima), caiu de 58,9 para 57,7 pontos.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Regionalmente, contudo, o empresariado est&aacute; dividido. Nas regi&otilde;es Sudeste e Norte, predominam o pessimismo, enquanto Nordeste e Centro-Oeste est&atilde;o mais confiantes para o per&iacute;odo de abril a junho.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>No Nordeste, houve um aumento no n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 3,1% em rea&ccedil;&atilde;o ao primeiro trimestre do ano. No Centro-Oeste, de 2,2% e, no Sul, de 0,7%. Entre as quedas, a maior foi registrada no Sudeste, de 5,3%, seguida pelo Norte, de 2,7%, mas que, em termos de pontua&ccedil;&atilde;o absoluta, &eacute; a regi&atilde;o mais confiante do Brasil, com 62 pontos. Em contrapartida, a menos confiante &eacute; a Sul, com 56,7 pontos.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;N&oacute;s estamos no n&iacute;vel mais baixo da s&eacute;rie, com exce&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo 2008-2009. &Eacute; como se tiv&eacute;ssemos chegado ao fundo do po&ccedil;o e tivesse dado um rebote&#8221;, afirma o professor do Insper Gino Olivares, um dos pesquisadores do estudo.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para o professor, ainda &eacute; prematuro tentar explicar as diferen&ccedil;as regionais e, mais importante que as varia&ccedil;&otilde;es, &eacute; o fato do n&iacute;vel de confian&ccedil;a de todas as regi&otilde;es estar pr&oacute;ximo &agrave;s m&iacute;nimas hist&oacute;ricas.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Na compara&ccedil;&atilde;o entre setores, o de servi&ccedil;os &eacute; o mais pessimista, com um recuo de 3,18%, no n&iacute;vel geral de confian&ccedil;a, seguido pelo com&eacute;rcio, com uma queda de 2,2%. J&aacute; o &iacute;ndice de confian&ccedil;a da ind&uacute;stria manteve-se est&aacute;vel no per&iacute;odo. Em termos de pontua&ccedil;&atilde;o absoluta, o setor tornou-se o mais confiante da economia, com 58,9 pontos.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Entre os quesitos avaliados que comp&otilde;em o indicador, a confian&ccedil;a na economia brasileira &eacute; o que apresenta a menor pontua&ccedil;&atilde;o, de 48,4 pontos (a &uacute;nica abaixo dos 50 pontos), queda de 6,2% em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior. Apesar da retra&ccedil;&atilde;o de 1,7%, a confian&ccedil;a no faturamento &eacute; a que apresenta a pontua&ccedil;&atilde;o mais alta, de 63,6 pontos.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>EXPANS&Atilde;O<\/strong>&nbsp;&#8211; Apesar da queda de confian&ccedil;a, apenas 17,6% dos empres&aacute;rios entrevistados disseram que n&atilde;o t&ecirc;m interesse em expandir o neg&oacute;cio. Entre os que pretendem abrir, a principal barreira relatada &eacute; a falta de recursos financeiros (54,2%). Em segundo lugar, vem a dificuldade de atrair e reter clientes (15,4%).&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A pesquisa, elaborada pelo Centro de Pesquisas em Estrat&eacute;gia do Insper com apoio do Santander, foi feita por meio de entrevistas telef&ocirc;nicas com 1.328 pequenos e m&eacute;dios empres&aacute;rios brasileiros. A margem de erro &eacute; de 1%, para mais ou para menos. (Folha Press)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n&iacute;vel de confian&ccedil;a dos empres&aacute;rios, que comandam pequenas e m&eacute;dias empresas, para o segundo trimestre de 2015 recuou 2,2% em compara&ccedil;&atilde;o com o do per&iacute;odo anterior, de acordo com o &Iacute;ndice de Confian&ccedil;a do Empres&aacute;rio de Pequenos e M&eacute;dios Neg&oacute;cios no Brasil (IC-PMN) divulgado na &uacute;ltima quarta-feira.&nbsp; A queda foi menor que a registrada [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3004"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3004"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3004\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3004"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3004"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3004"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}