{"id":2994,"date":"2015-04-02T15:31:00","date_gmt":"2015-04-02T19:31:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3032","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2994","title":{"rendered":"Em: 02\/04\/2015 &agrave;s 15:31h por"},"content":{"rendered":"<p><span>A presidente Dilma Rousseff inicia seu primeiro ano do segundo mandato com o pior &iacute;ndice de popularidade de seu governo. O n&uacute;mero de pessoas que aprovam a maneira de governar da presidente caiu de 52% para 19% entre dezembro de 2014 e mar&ccedil;o de 2015. O percentual da popula&ccedil;&atilde;o que considera o governo &oacute;timo ou bom diminuiu de 40% para 12% no per&iacute;odo. E apenas 14% da popula&ccedil;&atilde;o acreditam que o restante do segundo governo ser&aacute; &oacute;timo ou bom. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o da pesquisa CNI-Ibope, divulgada nesta quarta-feira (1&ordm;), pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI). O levantamento foi feito entre os dias 21 e 25 de mar&ccedil;o com 2.002 pessoas em 142 munic&iacute;pios.<\/span><\/p>\n<p><span>Para 76% dos entrevistados, o segundo mandato da presidente est&aacute; sendo pior que o primeiro. A queda da popularidade ocorreu tanto entre os que declararam ter votado em A&eacute;cio Neves no segundo turno, quanto os que dizem ter votado em Dilma. Entre os que votaram na presidente, o percentual de aprova&ccedil;&atilde;o de sua maneira de governar caiu de 80% em dezembro para 34% em mar&ccedil;o. Entre os que votaram em A&eacute;cio, caiu de 16% para 3% no per&iacute;odo.<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;A queda &eacute; mais forte entre os que votaram na presidente. Percebemos um descontentamento das pessoas em raz&atilde;o do agravamento da crise econ&ocirc;mica e das medidas de ajuste fiscal que foram tomadas para cont&ecirc;-la. Agora as pessoas est&atilde;o sentindo mais a quest&atilde;o econ&ocirc;mica&#8221;, afirma o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. Ele afirma que a economia pode influenciar tamb&eacute;m as pr&oacute;ximas avalia&ccedil;&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>Questionados sobre a percep&ccedil;&atilde;o do notici&aacute;rio dos &uacute;ltimos dias, 40% dos entrevistados citaram, pelo menos, uma not&iacute;cia sobre as manifesta&ccedil;&otilde;es populares. As not&iacute;cias sobre a Opera&ccedil;&atilde;o Lava Jato e a investiga&ccedil;&atilde;o de corrup&ccedil;&atilde;o na Petrobras foram citadas por 28%. Subiu de 44%, em dezembro, para 72%, em mar&ccedil;o, o volume dos que consideram as not&iacute;cias recentes mais desfavor&aacute;veis ao governo.<\/span><\/p>\n<p><strong>&Aacute;REAS DE ATUA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong><span>&nbsp;&#8211; Em todas as nove &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o avaliadas na pesquisa, o percentual de desaprova&ccedil;&atilde;o &eacute; superior a 60% dos entrevistados. As &aacute;reas com pior avalia&ccedil;&atilde;o s&atilde;o a tribut&aacute;ria e a pol&iacute;tica de juros &#8211; apenas 7% dos entrevistados disseram aprovar os impostos e a taxa de juros. Em seguida aparecem o combate &agrave; infla&ccedil;&atilde;o e a sa&uacute;de, com 13%, respectivamente. A &aacute;rea de combate &agrave; fome e a &agrave; pobreza teve o melhor desempenho, com 33% de aprova&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><strong>PERFIS<\/strong><span>&nbsp;&ndash; A avalia&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o ficou mais homog&ecirc;nea. Considerando o grau de escolaridade, o percentual dos que consideram o governo &oacute;timo ou bom variou de 10% (educa&ccedil;&atilde;o superior ou ensino m&eacute;dio) a 18% (quarta s&eacute;rie do fundamental). Em dezembro, variava de 29% (educa&ccedil;&atilde;o superior ou ensino m&eacute;dio) a 53% (quarta s&eacute;rie do fundamental).<\/span><\/p>\n<p><span>A queda de popularidade foi maior entre os mais jovens. Entre os entrevistados com idade entre 16 e 24 anos, a aprova&ccedil;&atilde;o da maneira de governar da presidente caiu de 51% para 14%. O grupo com maior percentual de aprova&ccedil;&atilde;o &eacute; o de 55 anos ou mais, com 72%.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A presidente Dilma Rousseff inicia seu primeiro ano do segundo mandato com o pior &iacute;ndice de popularidade de seu governo. O n&uacute;mero de pessoas que aprovam a maneira de governar da presidente caiu de 52% para 19% entre dezembro de 2014 e mar&ccedil;o de 2015. 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