{"id":2982,"date":"2015-04-01T15:54:00","date_gmt":"2015-04-01T19:54:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3020","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2982","title":{"rendered":"Em: 01\/04\/2015 &agrave;s 15:54h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>O Brasil aparece no topo de novos rankings criados pelo Instituto Internacional de Finan&ccedil;as (IIF, na sigla em ingl&ecirc;s), formado pelos maiores bancos do mundo, para identificar os pa&iacute;ses mais vulner&aacute;veis entre os emergentes. No levantamento entre os mercados com a pol&iacute;tica econ&ocirc;mica mais vulner&aacute;vel, o Pa&iacute;s est&aacute; em terceiro lugar, atr&aacute;s apenas da Ucr&acirc;nia e Argentina, de acordo com o levantamento da institui&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O IIF desenvolveu um mapa para medir a vulnerabilidade dos emergentes, formado por tr&ecirc;s &iacute;ndices &#8211; vulnerabilidade externa, dom&eacute;stica (setor real e financeiro) e de pol&iacute;tica econ&ocirc;mica (credibilidade e estabilidade pol&iacute;tica). Al&eacute;m de estar em terceiro na ranking de vulnerabilidade de pol&iacute;tica econ&ocirc;mica, o Brasil est&aacute; em segundo lugar, atr&aacute;s da Turquia, no levantamento de vulnerabilidade dom&eacute;stica, por causa do risco trazido pelo crescimento do endividamento em moeda estrangeira de empresas e nos passivos dos bancos. No ranking de vulnerabilidade externa, liderado por Turquia e Ucr&acirc;nia, o Brasil est&aacute; em melhor posi&ccedil;&atilde;o, por ter volume alto de reservas internacionais, e figura como um dos menos vulner&aacute;veis, junto com Chile, M&eacute;xico e Tail&acirc;ndia.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;A vulnerabilidade dos emergentes permanece em foco desde meados de 2013&#8221;, ressalta o IIF, citando que foi naquele momento que o Federal Reserve (o banco central dos Estados Unidos) pela primeira vez sinalizou que mudaria a pol&iacute;tica monet&aacute;ria do pa&iacute;s. Em tempos de maior avers&atilde;o ao risco, os investidores aumentam a diferencia&ccedil;&atilde;o entre os emergentes, baseados no grau de vulnerabilidade de cada mercado.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>No Brasil, a infla&ccedil;&atilde;o persistentemente acima cia meta e a deteriora&ccedil;&atilde;o de indicadores fiscais est&atilde;o entre as raz&otilde;es que explicam porque o Pa&iacute;s tem um &iacute;ndice alto de vulnerabilidade, de acordo com o IIF. Quando os investidores estrangeiros aumentam a diferencia&ccedil;&atilde;o entre os emergentes para tomar decis&otilde;es de aloca&ccedil;&atilde;o de recursos, a vulnerabilidade alta pode ser um problema, diz o IIF.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;Pa&iacute;ses onde crescentes tens&otilde;es pol&iacute;ticas internas amea&ccedil;am a gest&atilde;o prudente da pol&iacute;tica macroecon&ocirc;mica, como o Brasil e Turquia, sofreram grandes oscila&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;os&#8221;, ressalta o IIF no estudo. Na medida em que o Fed se aproxima do momento de eleva&ccedil;&atilde;o dos juros, os pa&iacute;ses mais vulner&aacute;veis podem ficar nos holofotes e ser novamente os mais afetados, afirma o IIF, como j&aacute; ocorreu em meados de 2013.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>D&iacute;vidas em d&oacute;lar. O IIF ressalta que alguns emergentes, que t&ecirc;m tido eleva&ccedil;&atilde;o das taxas de juros, ter&atilde;o tamb&eacute;m que lidar no futuro pr&oacute;ximo com juros maiores nos EUA. Nesse ambiente, surge outra preocupa&ccedil;&atilde;o: as d&iacute;vidas em moeda estrangeira de empresas e bancos, que aumentaram muito desde a crise global de 2008. Os juros maiores, junto com a forte deprecia&ccedil;&atilde;o de moedas de alguns emergentes aumentam o temor de que as companhias podem ter dificuldade para honrar os servi&ccedil;os da d&iacute;vida ou cumprir os pagamentos dos passivos.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil aparece no topo de novos rankings criados pelo Instituto Internacional de Finan&ccedil;as (IIF, na sigla em ingl&ecirc;s), formado pelos maiores bancos do mundo, para identificar os pa&iacute;ses mais vulner&aacute;veis entre os emergentes. 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