{"id":2892,"date":"2015-03-19T17:00:00","date_gmt":"2015-03-19T21:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2928","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2892","title":{"rendered":"Em: 19\/03\/2015 &agrave;s 17:00h por"},"content":{"rendered":"<p><span>A estimativa, feita pela Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE), faz parte do Plano Nacional de Energia (PNE) 2050. O estudo, que tra&ccedil;ar&aacute; os cen&aacute;rios previstos de oferta e demanda de energia e a proje&ccedil;&atilde;o de expans&atilde;o de cada fonte no pa&iacute;s nos pr&oacute;ximos 35 anos, deve ser lan&ccedil;ado ainda este ano.<\/span><\/p>\n<p><span>A estatal prev&ecirc; que a energia solar fotovoltaica instalada nas unidades consumidoras &#8211; a chamada gera&ccedil;&atilde;o distribu&iacute;da &#8211; alcan&ccedil;ar&aacute; uma capacidade instalada de 78 gigawatts (GW) em 2050. O dado &eacute; relativo ao cen&aacute;rio de refer&ecirc;ncia trabalhado pela EPE. Considerando um cen&aacute;rio que envolva a&ccedil;&otilde;es de fomento para a tecnologia, esse volume pode saltar para 118 GW (o equivalente a quase 90% do parque gerador brasileiro atual).<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;A estimativa &eacute; que, na maior parte do mundo, inclusive no Brasil, a partir de 2020&#8243;, ela [a gera&ccedil;&atilde;o distribu&iacute;da] comece a ser competitiva com a tarifa residencial&#8221;, afirmou o presidente da EPE, Maur&iacute;cio Tolmasquim, ao Valor. De acordo com estimativas da EPE, o setor residencial responder&aacute; por 33 GW dos 78 GW previstos no cen&aacute;rio de refer&ecirc;ncia. Outros 29 GW devem ser instalados em unidades do segmento de com&eacute;rcio e servi&ccedil;os, a partir de projetos instalados em estacionamento de supermercado, shoppings etc. O setor industrial deve contribuir com 13 GW e o setor p&uacute;blico, com 3 GW de pot&ecirc;ncia instalada.<\/span><\/p>\n<p><span>Em termos de produ&ccedil;&atilde;o de energia, considerando um fator de capacidade m&eacute;dio de energia solar descentralizada de 18% a 20%, esses 33 GW de capacidade instalada nas resid&ecirc;ncias correspondem a 5 GW m&eacute;dios de energia. &Eacute; esse n&uacute;mero que equivale a 13% do consumo el&eacute;trico previsto para o setor residencial em 2050.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo Tolmasquim, considerando o potencial t&eacute;cnico de energia solar descentralizada no pa&iacute;s, descartando fatores como viabilidade econ&ocirc;mica, o volume de energia produzida pelas resid&ecirc;ncias pode chegar a 32 GW m&eacute;dios. Esse n&uacute;mero equivale a 2,3 vezes o consumo el&eacute;trico residencial do pa&iacute;s em 2013. &#8220;Esse &eacute; um potencial t&eacute;cnico. &Eacute; claro que ningu&eacute;m pensa que vai ter painel em todas as resid&ecirc;ncias, tanto &eacute; que a nossa proje&ccedil;&atilde;o &eacute; bem mais modesta.&#8221;<\/span><\/p>\n<p><span>O presidente da EPE afirmou que o Conselho Nacional de Pol&iacute;tica Fazend&aacute;ria (Confaz) discute a elimina&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia de ICMS sobre a energia produzida por projetos solares fotovoltaicos nas resid&ecirc;ncias. Hoje, o consumidor que possui pain&eacute;is solares paga ICMS sobre toda a energia recebida da distribuidora, sem descontar o volume que produziu e forneceu ao sistema. A ideia &eacute; que o ICMS passe a incidir apenas sobre a diferen&ccedil;a entre a energia comprada da distribuidora e o volume devolvido ao sistema.<\/span><\/p>\n<p><span>Al&eacute;m disso, Tolmasquim v&ecirc; sinergia entre os projetos de gera&ccedil;&atilde;o distribu&iacute;da e de grandes parques solares, que ter&atilde;o dois leil&otilde;es exclusivos de contrata&ccedil;&atilde;o de energia. Com isso, na pr&aacute;tica, haver&aacute; aumento de escala na produ&ccedil;&atilde;o de pain&eacute;is fotovoltaicos, permitindo redu&ccedil;&atilde;o de custos.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A estimativa, feita pela Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE), faz parte do Plano Nacional de Energia (PNE) 2050. O estudo, que tra&ccedil;ar&aacute; os cen&aacute;rios previstos de oferta e demanda de energia e a proje&ccedil;&atilde;o de expans&atilde;o de cada fonte no pa&iacute;s nos pr&oacute;ximos 35 anos, deve ser lan&ccedil;ado ainda este ano. 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