{"id":2480,"date":"2014-11-26T16:16:00","date_gmt":"2014-11-26T20:16:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2503","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2480","title":{"rendered":"Em: 26\/11\/2014 &agrave;s 16:16h por  Fonte:"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G116.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P116.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><span>A Eletrobras vai aportar nos pr&oacute;ximos dois anos US$ 100 milh&otilde;es na hidrel&eacute;trica Tumar&iacute;n, empreendimento de 253 MW que est&aacute; sendo constru&iacute;do na Nicar&aacute;gua em parceria com a Queiroz Galv&atilde;o. Os desembolsos est&atilde;o condicionados ao avan&ccedil;o do cronograma f&iacute;sico-financeiro do empreendimento. De acordo com a estatal, a parcela do aporte a ser desembolsada para o projeto at&eacute; o fim de 2014 equivale a cerca de US$ 15 milh&otilde;es e j&aacute; estava prevista no or&ccedil;amento do ano.<\/span><br \/><span>A usina, segundo a Eletrobras, vai gerar em m&eacute;dia 1.184 GWh\/ano, o que dever&aacute; significar cerca de 21% da demanda de eletricidade da Nicar&aacute;gua em 2019, quando as obras dever&atilde;o ser conclu&iacute;das, bem como substituir&aacute; parte da energia el&eacute;trica da fonte t&eacute;rmica a &oacute;leo, contribuindo para uma matriz energ&eacute;tica mais limpa e renov&aacute;vel. A Eletrobras diz que as obras devem ser iniciadas imediatamente para aproveitar o per&iacute;odo de seca &#8211; janela hidrol&oacute;gica &#8211; da regi&atilde;o. Caso isso n&atilde;o ocorra, o cronograma do projeto sofrer&aacute; atraso de cerca de um ano, comprometendo a rentabilidade do neg&oacute;cio.<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;Sob o ponto de vista contratual, o in&iacute;cio das obras &eacute; imprescind&iacute;vel para a manuten&ccedil;&atilde;o da concess&atilde;o para a SPE respons&aacute;vel pelo empreendimento&#8221;, avalia a companhia. A Eletrobras diz ainda que a participa&ccedil;&atilde;o no projeto Tumar&iacute;n apresenta-se como uma boa oportunidade de neg&oacute;cio com rentabilidade superior &agrave;quelas atualmente obtidas no Brasil. A companhia tamb&eacute;m est&aacute; realizando outros projetos internacionais, como a linha de transmiss&atilde;o de 500 kV para aumentar a capacidade de interc&acirc;mbio el&eacute;trico entre Brasil e Uruguai, onde a Eletrobras tamb&eacute;m est&aacute; concluindo a constru&ccedil;&atilde;o de um parque e&oacute;lico de 65 MW em parceria com a estatal uruguaia Administracion Nacional de Usinas y Transmissiones El&eacute;ctricas.<\/span><\/p>\n<p><span>Existem ainda, segundo a estatal, diversos estudos em curso para o desenvolvimento de usinas hidrel&eacute;tricas binacionais com a Argentina &#8211; Panambi e Garabi -, al&eacute;m de empreendimentos e sistemas de interconex&atilde;o com Peru, Bol&iacute;via e Guianas, de forma a atender a demanda crescente de energia el&eacute;trica entre os pa&iacute;ses. Na &Aacute;frica, a empresa avalia alguns projetos hidr&aacute;ulicos de grande porte em parceria com empresas locais e globais, tendo em vista o relevante potencial hidrel&eacute;trico da regi&atilde;o e a enorme car&ecirc;ncia de energia no continente.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Eletrobras vai aportar nos pr&oacute;ximos dois anos US$ 100 milh&otilde;es na hidrel&eacute;trica Tumar&iacute;n, empreendimento de 253 MW que est&aacute; sendo constru&iacute;do na Nicar&aacute;gua em parceria com a Queiroz Galv&atilde;o. Os desembolsos est&atilde;o condicionados ao avan&ccedil;o do cronograma f&iacute;sico-financeiro do empreendimento. 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