{"id":2457,"date":"2014-11-24T16:17:00","date_gmt":"2014-11-24T20:17:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2480","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2457","title":{"rendered":"Em: 24\/11\/2014 &agrave;s 16:17h por Jornal da Energia"},"content":{"rendered":"<p><span>A Eneva (ex-MPX) assinou na semana passada com a Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para adequa&ccedil;&atilde;o das obriga&ccedil;&otilde;es dos contratos de gera&ccedil;&atilde;o de energia da usina termel&eacute;trica Parna&iacute;ba II. Os termos do TAC, indicados pela diretoria da Aneel, representam uma solu&ccedil;&atilde;o para Parna&iacute;ba II, mantendo a viabilidade econ&ocirc;mica do projeto e o cumprimento do contrato de fornecimento de energia.<\/span><\/p>\n<p><span>As condi&ccedil;&otilde;es finais do TAC consideram: a posterga&ccedil;&atilde;o dos contratos de comercializa&ccedil;&atilde;o de energia, que passam a vigorar de 1&ordm; de julho de 2016 a 30 de abril de 2036; a substitui&ccedil;&atilde;o, at&eacute; 30 de junho de 2016, da gera&ccedil;&atilde;o da usina termel&eacute;trica Parna&iacute;ba I pela usina Parna&iacute;ba II, o que permite a produ&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica com uso otimizado do g&aacute;s natural; a redu&ccedil;&atilde;o da receita fixa da usina no valor total de R$ 334,1 milh&otilde;es, a ser paga de forma parcelada a partir de janeiro de 2022, como contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; modicidade tarif&aacute;ria. A redu&ccedil;&atilde;o ser&aacute; de R$ 13 milh&otilde;es por ano, entre 2022 e 2025, e de R$ 25,6 milh&otilde;es por ano, entre 2026 e 2036, sendo tais valores atualizados pelo IPCA; e o fechamento do ciclo das quatro turbinas a g&aacute;s de Parna&iacute;ba I em at&eacute; cinco anos a partir da assinatura do TAC, tendo sua energia vendida integralmente no mercado regulado por meio de um leil&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><span>Caso a Eneva n&atilde;o cumpra os termos e condi&ccedil;&otilde;es acima descritas, est&aacute; previsto um acr&eacute;scimo de 20% sobre o valor da redu&ccedil;&atilde;o da receita fixa da usina.<\/span><\/p>\n<p><span>a UTE Parna&iacute;ba II, que teve suas obras finalizadas e encontra-se em fase de testes e comissionamento, ter&aacute; capacidade para gerar 518 MW a partir do g&aacute;s natural. Quando entrar em opera&ccedil;&atilde;o, a usina colocar&aacute; no Sistema Interligado Nacional (SIN) a energia termel&eacute;trica mais barata do Brasil, com custo de valor unit&aacute;rio (CVU) de R$ 59\/MWh.<\/span><\/p>\n<p><span>O Complexo Parna&iacute;ba, pioneiro no Brasil por integrar a produ&ccedil;&atilde;o de g&aacute;s natural &agrave; gera&ccedil;&atilde;o de energia, compreende as usinas termel&eacute;tricas Parna&iacute;ba I, II, III e IV. Atualmente, j&aacute; est&atilde;o em opera&ccedil;&atilde;o comercial as usinas Parna&iacute;ba I (676 MW), Parna&iacute;ba III (176 MW) e Parna&iacute;ba IV (56 MW), totalizando 908 MW de energia para o pa&iacute;s.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Eneva (ex-MPX) assinou na semana passada com a Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para adequa&ccedil;&atilde;o das obriga&ccedil;&otilde;es dos contratos de gera&ccedil;&atilde;o de energia da usina termel&eacute;trica Parna&iacute;ba II. 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