{"id":2375,"date":"2014-11-10T16:50:00","date_gmt":"2014-11-10T20:50:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2398","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2375","title":{"rendered":"Em: 10\/11\/2014 &agrave;s 16:50h por G1"},"content":{"rendered":"<p><span>O risco de faltar energia no pa&iacute;s em 2015 atingiu 5%, o n&iacute;vel m&aacute;ximo tolerado pelo governo, informou nesta quarta-feira (5) o Comit&ecirc; de Monitoramento do Setor El&eacute;trico (CMSE). Por conta disso, o colegiado voltou a admitir que &ldquo;a&ccedil;&otilde;es conjunturais espec&iacute;ficas podem ser necess&aacute;rias&rdquo; para garantir o atendimento da demanda por eletricidade, mas n&atilde;o explica quais.<\/span><\/p>\n<p><span>O risco de 5% de d&eacute;ficit de energia no pr&oacute;ximo ano &eacute; para as regi&otilde;es Sudeste e Centro-Oeste, respons&aacute;veis por 70% da capacidade de gera&ccedil;&atilde;o de energia do pa&iacute;s, e onde os reservat&oacute;rios de hidrel&eacute;tricas sofrem com a falta de chuvas &ndash; na ter&ccedil;a-feira (4), o n&iacute;vel m&eacute;dio de armazenamento de &aacute;gua era de 18,3 %, &iacute;ndice mais baixo que o registrado nessa mesma &eacute;poca em 2001, quando o pa&iacute;s passava por racionamento.<\/span><\/p>\n<p><span>Essa &eacute; a primeira reuni&atilde;o do CMSE ap&oacute;s as elei&ccedil;&otilde;es. No encontro passado, realizado no in&iacute;cio de outubro, a previs&atilde;o era de que o risco de faltar energia no Sudeste e Centro-Oeste em 2015 era de 4,7%.<\/span><\/p>\n<p><span>Na regi&atilde;o Nordeste, onde os reservat&oacute;rios tamb&eacute;m sofrem com a estiagem, o risco de faltar energia em 2015 &eacute; hoje de 0,7%, de acordo com o CMSE. Para 2014, o atendimento da demanda est&aacute; garantido em todo o pa&iacute;s.<\/span><\/p>\n<p><span>O CMSE informou ainda que em outubro choveu abaixo do normal no Sudeste e Centro-Oeste (64% da m&eacute;dia hist&oacute;rica) e no Nordeste (36% da m&eacute;dia hist&oacute;rica), o que contribuiu para o agravamento da situa&ccedil;&atilde;o dos reservat&oacute;rios nessas regi&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>Apesar disso, o comit&ecirc; afirma que &ldquo;o sistema el&eacute;trico brasileiro apresenta-se estruturalmente equilibrado, devido &agrave; capacidade de gera&ccedil;&atilde;o e transmiss&atilde;o instaladas no pa&iacute;s, que continua sendo ampliada com a entrada em opera&ccedil;&atilde;o de usinas, linhas e subesta&ccedil;&otilde;es.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p><span>O CMSE vem monitorando a situa&ccedil;&atilde;o do sistema el&eacute;trico brasileiro por conta da queda no volume de &aacute;gua armazenado pelos reservat&oacute;rios das principais hidrel&eacute;tricas. Para poupar &aacute;gua, o pa&iacute;s aumentou a produ&ccedil;&atilde;o de energia pelas termel&eacute;tricas &ndash; usinas movidas a combust&iacute;veis como g&aacute;s e &oacute;leo, e que geram energia mais cara e encarecem as contas de luz.<\/span><\/p>\n<p><span>No in&iacute;cio de 2014, houve temor de que o pa&iacute;s pudesse passar por um novo racionamento, como o que ocorreu em 2001. O governo, por&eacute;m, vem negando o risco de faltar energia para atender &agrave; demanda.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O risco de faltar energia no pa&iacute;s em 2015 atingiu 5%, o n&iacute;vel m&aacute;ximo tolerado pelo governo, informou nesta quarta-feira (5) o Comit&ecirc; de Monitoramento do Setor El&eacute;trico (CMSE). 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