{"id":2369,"date":"2014-11-07T15:41:00","date_gmt":"2014-11-07T19:41:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2392","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2369","title":{"rendered":"Em: 07\/11\/2014 &agrave;s 15:41h por Abrapch"},"content":{"rendered":"<p><span>Os baixos n&iacute;veis dos reservat&oacute;rios em diversos estados s&atilde;o um problema que ligaram o sinal de alerta e deixaram o Brasil todo preocupado, com receio que a gera&ccedil;&atilde;o de energia n&atilde;o fosse suficiente para atender a demanda. O velho &ldquo;fantasma&rdquo; do racionamento de 2001 volta &agrave; tona. No entanto, os &oacute;rg&atilde;os respons&aacute;veis pelo setor descartam que aquela medida extrema do in&iacute;cio do s&eacute;culo se repita. Quem refor&ccedil;ou esse discurso mais recentemente foi M&aacute;rcio Zimmermann, secret&aacute;rio-executivo do Minist&eacute;rio de Minas e Energia (MME), que nesta nesta quinta-feira (6) destacou o equil&iacute;brio do sistema energ&eacute;tico brasileiro e descartou um novo &ldquo;apag&atilde;o&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>Durante a abertura do 14&ordm; encontro dos associados da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Produtores Independentes de Energia El&eacute;trica (Apine), Zimmermann afirmou que o abastecimento de energia do pa&iacute;s est&aacute; assegurado &ndash; mesmo com os reservat&oacute;rios do Sudeste, por exemplo, estarem em n&iacute;veis alarmantes. Isso &eacute; poss&iacute;vel pelo planejamento de curto, m&eacute;dio e longo prazo que &eacute; realizado. De acordo com o Comit&ecirc; de Monitoramento do Setor El&eacute;trico (CMSE), o sistema est&aacute; em equil&iacute;brio estrutural e h&aacute; sobra de 6.600 megawatts (MW) m&eacute;dios.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;Houve quem dissesse que t&iacute;nhamos um o risco de racionamento era de at&eacute; 100%. E o que diz&iacute;amos era que se tratava de uma quest&atilde;o muito t&eacute;cnica, que envolve modelos sofisticados de c&aacute;lculo e avalia&ccedil;&atilde;o, e que nada apontava nessa dire&ccedil;&atilde;o. Se o sistema estava sob controle a oito meses da esta&ccedil;&atilde;o chuvosa, no come&ccedil;o do ano, agora que entramos no per&iacute;odo de chuvas &eacute; claro que o risco &eacute; bem menor&rdquo;, afirmou o secret&aacute;rio-executivo do MME.<\/span><\/p>\n<p><span>Apesar disso, o risco de faltar energia nas regi&otilde;es Sudeste e Centro-Oeste em 2015 chegou ao n&iacute;vel m&aacute;ximo tolerado pelo governo federal. De acordo com o CMSE, os valores de risco de haver qualquer d&eacute;ficit de energia no pr&oacute;ximo ano nesse submercado &eacute; de 5%, o teto do crit&eacute;rio de planejamento estabelecido pelo Conselho Nacional de Pol&iacute;tica Energ&eacute;tica (CNPE).<\/span><\/p>\n<p><span>Transpar&ecirc;ncia do setor<\/span><\/p>\n<p><span>Aliado a isso, Zimmermann destacou que toda essa an&aacute;lises dos riscos &eacute; realizada com base em modelos validados e auditados. Ou seja, s&atilde;o processos em que a transpar&ecirc;ncia &eacute; um dos pontos colocados em evid&ecirc;ncia. Tanto que os dados e levantamentos realizados com essas an&aacute;lises s&atilde;o disponibilizados publicamente com a finalidade de refor&ccedil;ar esse princ&iacute;pio do acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;Quando o Comit&ecirc; de Monitoramento do Setor El&eacute;trico divulga uma nota ao final da reuni&atilde;o, aquela &eacute; uma informa&ccedil;&atilde;o que est&aacute; dispon&iacute;vel para todos. Eu tenho certeza de que esse setor, da forma como trabalha, &eacute; um dos mais organizados na sociedade brasileira, e que respeita contratos&rdquo;, concluiu Zimmermann.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os baixos n&iacute;veis dos reservat&oacute;rios em diversos estados s&atilde;o um problema que ligaram o sinal de alerta e deixaram o Brasil todo preocupado, com receio que a gera&ccedil;&atilde;o de energia n&atilde;o fosse suficiente para atender a demanda. 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