{"id":2334,"date":"2014-11-04T15:23:00","date_gmt":"2014-11-04T19:23:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2357","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2334","title":{"rendered":"Em: 04\/11\/2014 &agrave;s 15:23h por Jornal da Energia"},"content":{"rendered":"<p><span>A Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) deu nesta ter&ccedil;a-feira (4\/11) o primeiro passo para transformar academias de gin&aacute;stica em micro ou minigeradoras de energia el&eacute;trica. Isso ser&aacute; poss&iacute;vel a partir da adapta&ccedil;&atilde;o de equipamentos, de forma a aproveitar a for&ccedil;a motriz humana aplicada durante os exerc&iacute;cios.<\/span><\/p>\n<p><span>Por enquanto, a autoriza&ccedil;&atilde;o da Aneel vale apenas para academias p&uacute;blicas, disponibilizadas nas ruas pela prefeitura do Rio de Janeiro. Elas fazem parte de um projeto piloto, em parceria com a empresa Adabliu Eventos e a concession&aacute;ria Light Servi&ccedil;os de Eletricidade. &ldquo;Toda energia gerada ser&aacute; computada e compensada nas instala&ccedil;&otilde;es da prefeitura&rdquo;, informou o relator do processo na Aneel, Reive Barros dos Santos.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;Trata-se do reaproveitamento de energia. Ela seria desperdi&ccedil;ada, caso n&atilde;o fossem utilizados sistemas de convers&atilde;o eletromec&acirc;nica do trabalho durante a pr&aacute;tica desportiva e inje&ccedil;&atilde;o de eletricidade na rede de distribui&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica&rdquo;, acrescentou.<\/span><\/p>\n<p><span>Em abril de 2015, o projeto ser&aacute; avaliado, podendo, ent&atilde;o, ser ampliado para outros empreendimentos. &ldquo;Temos exemplos de experi&ecirc;ncia internacional com valores significativos [de energia gerada]. Como se trata de projeto inovador, demos prazo de 180 dias para avaliar se realmente [o potencial] &eacute; significativo&rdquo;, salientou o diretor da Aneel.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo ele, h&aacute; possibilidade de o projeto se estender a outros empreendimentos, inclusive privados. &ldquo;Se o resultado for satisfat&oacute;rio, &eacute; poss&iacute;vel replicar a experi&ecirc;ncia em outras empresas autorizadas pela Aneel. O que fizemos foi incluir na Resolu&ccedil;&atilde;o Normativa 482\/12 [que criou o sistema de compensa&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica] a energia obtida a partir da for&ccedil;a de tra&ccedil;&atilde;o humana. Imagino que, se o resultado for exitoso, &eacute; natural que alcance outras empresas e academias privadas&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>Reive Barros observou que empreendimentos interessados em gerar esse tipo de energia precisa, antes, de autoriza&ccedil;&atilde;o da ag&ecirc;ncia. &ldquo;Por conta do material el&eacute;trico utilizado, as academias privadas s&atilde;o grandes consumidores de energia. Nesse caso, o equipamento s&oacute; atender&aacute; parcialmente &agrave;s necessidades energ&eacute;ticas. No entanto, poder&aacute; representar uma forma de diminuir despesas com energia&rdquo;, acrescentou.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) deu nesta ter&ccedil;a-feira (4\/11) o primeiro passo para transformar academias de gin&aacute;stica em micro ou minigeradoras de energia el&eacute;trica. 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