{"id":2318,"date":"2014-10-31T15:56:00","date_gmt":"2014-10-31T19:56:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2340","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2318","title":{"rendered":"Em: 31\/10\/2014 &agrave;s 15:56h por Veja"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>As perspectivas ruins para a temporada de chuvas continuam preocupantes e acendem o alerta para a possibilidade de racionamento. Com a expectativa de chuvas abaixo da m&eacute;dia, reservat&oacute;rios das hidrel&eacute;tricas em menor n&iacute;vel desde o final de 2000 e j&aacute; com todas as t&eacute;rmicas ligadas, o risco de racionamento em 2015 &eacute; real. No cen&aacute;rio mais pessimista, que considera as mesmas precipita&ccedil;&otilde;es deste ano &ndash; 80% da MLT (m&eacute;dia de longo termo, que avalia as chuvas desde 1932) &ndash; a probabilidade de os brasileiros terem de represar seu consumo de energia &eacute; de 40%, segundo c&aacute;lculo da Thymos Energia. No cen&aacute;rio mais otimista, em que as chuvas voltem &agrave; normalidade (100% da MLT) no ano que vem, pode ser que n&atilde;o seja decretado oficialmente o racionamento, mas a situa&ccedil;&atilde;o do setor continuar&aacute; cr&iacute;tica. &ldquo;A &uacute;nica vari&aacute;vel que esperamos &eacute; chover no ver&atilde;o que est&aacute; entrando. &Eacute; preciso chover um dil&uacute;vio do tipo Arca de No&eacute; para respirarmos aliviados&rdquo;, diz Jo&atilde;o Carlos Mello, diretor-presidente da Thymos Energia. Ele lembra, por&eacute;m, que somente ap&oacute;s o per&iacute;odo &uacute;mido, que termina no in&iacute;cio de maio, &eacute; poss&iacute;vel saber se ser&aacute; preciso decretar um racionamento de energia ou n&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A previs&atilde;o dos climatologistas &eacute; de chuvas ligeiramente abaixo da m&eacute;dia, impactando os pre&ccedil;os. &ldquo;Mesmo que chova um montante semelhante &agrave; m&eacute;dia hist&oacute;rica, ainda n&atilde;o ser&aacute; motivo para respirarmos aliviados, pois a situa&ccedil;&atilde;o dos reservat&oacute;rios est&aacute; t&atilde;o ruim que ao longo de 2015 as t&eacute;rmicas continuar&atilde;o ligadas quase que em sua totalidade para recompor os n&iacute;veis de tais reservat&oacute;rios, independente do volume de chuvas durante o per&iacute;odo &uacute;mido&rdquo;, explicou o gerente de regula&ccedil;&atilde;o da Safira Energia, F&aacute;bio Cuberos.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Diferentemente do per&iacute;odo de racionamentos de 2001, o Brasil hoje disp&otilde;e de usinas t&eacute;rmicas, que usam combust&iacute;veis f&oacute;sseis para gerar energia e poupam os reservat&oacute;rios das hidrel&eacute;tricas, que est&atilde;o em n&iacute;veis baixos &mdash; os menores desde 2000. O problema &eacute; que essas t&eacute;rmicas s&atilde;o muito mais custosas do que as hidrel&eacute;tricas e, por isso, elevam o pre&ccedil;o da energia no mercado &agrave; vista. Diante de chuvas escassas e previs&otilde;es nada animadoras, desde o in&iacute;cio do ano o Operador Nacional do Sistema (ONS) mant&eacute;m quase todas essas usinas t&eacute;rmicas ligadas. Para quem j&aacute; tinha contratos de energia firmados com geradoras, nada mudou. Mas, para grande parte das distribuidoras de energia que n&atilde;o conseguiram suprir, nos leil&otilde;es de 2013, toda a demanda de energia prevista para as resid&ecirc;ncias, o pre&ccedil;o disparou. O chamado Pre&ccedil;o de Liquida&ccedil;&atilde;o das Diferen&ccedil;as (PLD) &eacute; o pre&ccedil;o que os consumidores (distribuidoras, empresas) precisam pagar caso usem mais energia do que tinham contratado. O mesmo vale para o caso de uma geradora produzir menos energia do que tinha vendido. A remunera&ccedil;&atilde;o em ambos os casos &eacute; feita via PLD, que &eacute; determinado pelo ONS semanalmente.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As perspectivas ruins para a temporada de chuvas continuam preocupantes e acendem o alerta para a possibilidade de racionamento. Com a expectativa de chuvas abaixo da m&eacute;dia, reservat&oacute;rios das hidrel&eacute;tricas em menor n&iacute;vel desde o final de 2000 e j&aacute; com todas as t&eacute;rmicas ligadas, o risco de racionamento em 2015 &eacute; real. No cen&aacute;rio [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2318"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2318"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2318\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2318"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2318"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2318"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}