{"id":2284,"date":"2014-10-27T15:23:00","date_gmt":"2014-10-27T19:23:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2306","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2284","title":{"rendered":"Em: 27\/10\/2014 &agrave;s 15:23h por Abrapch"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div class=\"autor\" style=\"margin-bottom:2px; float:left;\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/div>\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G43.jpg\" title=\" Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P43.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><span>Pelo modelo de funcionamento do sistema energ&eacute;tico do Brasil, &eacute; not&oacute;rio o potencial de crescimento que as Pequenas Centrais Hidrel&eacute;tricas (PCHs) t&ecirc;m e a necessidade disso acontecer para que haja uma otimiza&ccedil;&atilde;o do suprimento da demanda existente. No entanto, esses empreendimentos de at&eacute; 30 megawatts (MW) de pot&ecirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o uma fonte importante apenas em terras brasileiras. No Chile, pa&iacute;s que tem uma matriz energ&eacute;tica suja pelas t&eacute;rmicas, as PCHs tamb&eacute;m aparecem como uma solu&ccedil;&atilde;o de diversifica&ccedil;&atilde;o e gera&ccedil;&atilde;o de energia limpa.<\/span><\/p>\n<p><span>A necessidade de se variar a forma de gera&ccedil;&atilde;o &eacute; verificada pelo fato de mais de 60% da matriz chilena ser formada por energia produzida por termel&eacute;tricas f&oacute;sseis (petr&oacute;leo, carv&atilde;o e g&aacute;s natural) &ndash; enquanto isso, apenas pouco mais de 30% &eacute; proveniente de energia hidrel&eacute;trica. Como compara&ccedil;&atilde;o, o Brasil tem 66,8% da matriz formada por energia hidrel&eacute;trica e 28,4% por termel&eacute;tricas.<\/span><\/p>\n<p><span>Por isso, existe a preocupa&ccedil;&atilde;o em utilizar mais as fontes de energia limpas, conhecidas como Energias Renov&aacute;veis N&atilde;o Convencionais (ERNC), como a e&oacute;lica, solar e as pr&oacute;prias PCHs. De acordo com a Associa&ccedil;&atilde;o Chilena de Energias Renov&aacute;veis (ACERA), o pa&iacute;s tem cerca de 10.000 MW em potencial n&atilde;o aproveitado apenas em energia que poderia ser gerada com as pequenas usinas.<\/span><\/p>\n<p><span>Com esse cen&aacute;rio, existe no Chile uma movimenta&ccedil;&atilde;o para propagar os benef&iacute;cios e ajudar a desenvolver a cadeia produtiva das PCHs no pa&iacute;s &ndash; assim como faz a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Fomento &agrave;s Pequenas Centrais Hidroel&eacute;tricas (ABRAPCH) aqui no Brasil. Esse trabalho &eacute; realizado pela Associa&ccedil;&atilde;o de Pequenas e M&eacute;dias Centrais Hidroel&eacute;tricas (APEMEC).<\/span><\/p>\n<p><span>A APEMEC &eacute; uma associa&ccedil;&atilde;o criada em 2008 com o objetivo de concretizar projetos de gera&ccedil;&atilde;o hidrel&eacute;trica e otimizar centrais em opera&ccedil;&atilde;o, de tamanhos que variam entre 1 MW e 60 MW de pot&ecirc;ncia instalada. Assim como a ABRAPCH, o &oacute;rg&atilde;o chileno tem o dever de estimular e apoiar o desenvolvimento de projetos de PCHs, assim como buscar a melhoria das leis e normas de forma que contribuam para o funcionamento das usinas.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o Pelo modelo de funcionamento do sistema energ&eacute;tico do Brasil, &eacute; not&oacute;rio o potencial de crescimento que as Pequenas Centrais Hidrel&eacute;tricas (PCHs) t&ecirc;m e a necessidade disso acontecer para que haja uma otimiza&ccedil;&atilde;o do suprimento da demanda existente. 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