{"id":228,"date":"2012-01-20T09:52:00","date_gmt":"2012-01-20T13:52:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-106","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=228","title":{"rendered":"Em: 20\/01\/2012 &agrave;s 09:52h por Canal Energia"},"content":{"rendered":"<p>O Tribunal Regional Federal da 1&ordf; Regi&atilde;o acolheu a argumenta&ccedil;&atilde;o da Advocacia Geral da Uni&atilde;o e reverteu uma decis&atilde;o tomada em primeira inst&acirc;ncia que suspendia o licenciamento ambiental para as hidrel&eacute;tricas de Sinop, Col&iacute;der e Magessi. Estas usinas far&atilde;o parte do Complexo Teles Pires (MT) e, somadas a S&atilde;o Manoel e a usina Teles Pires, propriamente dita, t&ecirc;m potencial instalado superior a 3.500 MW.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>De acordo com a decis&atilde;o, o TRF1 reconheceu que a paralisa&ccedil;&atilde;o das obras de Col&iacute;der e suspens&atilde;o do processo de licenciamento das outras duas UHEs poderia levar a preju&iacute;zos ainda maiores &agrave; regi&atilde;o. Segundo a AGU, o licenciamento de Teles Pires e S&atilde;o Manoel ficou a cargo do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renov&aacute;veis, enquanto que o processo das UHEs Col&iacute;der, Sinop e Magessi foram atribu&iacute;das &agrave; Secretaria Estadual de Meio Ambiente de Mato Grosso (Semat), j&aacute; que eventuais danos ao meio ambiente ficariam restritos ao territ&oacute;rio matogrossense.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Os advogados p&uacute;blicos argumentaram que havia necessidade de cumprir o cronograma das obras, o que n&atilde;o seria poss&iacute;vel caso persistisse a decis&atilde;o da Justi&ccedil;a Federal de Sinop que suspendeu o licenciamento ambiental. Eles sustentaram que a falta de oferta de energia causaria preju&iacute;zos incalcul&aacute;veis n&atilde;o s&oacute; &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m ao desenvolvimento do pa&iacute;s e s&atilde;o empreendimentos de interesse nacional.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A AGU afirmou ainda que a manuten&ccedil;&atilde;o da decis&atilde;o configuraria ofensa &agrave; ordem administrativa e econ&ocirc;mica, pois a paralisa&ccedil;&atilde;o das obras, no caso da UHE Col&iacute;der, e do licenciamento ambiental de Magessi e Sinop, causaria relevante impacto social e ofenderia ao Plano Decenal de Expans&atilde;o de Energia at&eacute; 2020, conforme diretrizes do Conselho Nacional de Pol&iacute;tica Energ&eacute;tica e do Minist&eacute;rio de Minas e Energia.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Os advogados da Uni&atilde;o e procuradores Federais destacaram tamb&eacute;m que a organiza&ccedil;&atilde;o do licenciamento ambiental dos empreendimentos na Bacia do Teles Pires em dois n&iacute;veis de compet&ecirc;ncia n&atilde;o resultaria em preju&iacute;zo na abordagem dos impactos ambientais de todos os projetos, conforme parecer da Diretoria de Licenciamento Ambiental do Ibama, uma vez que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Termo de Refer&ecirc;ncia apresentaram an&aacute;lise de cada impacto ambiental.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Na a&ccedil;&atilde;o, foi destacado ainda que o licenciamento ambiental constitui exerc&iacute;cio do poder de pol&iacute;cia pr&oacute;pria da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, e que a Semat vem conduzindo corretamente o licenciamento do Complexo Teles Pires.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Tribunal Regional Federal da 1&ordf; Regi&atilde;o acolheu a argumenta&ccedil;&atilde;o da Advocacia Geral da Uni&atilde;o e reverteu uma decis&atilde;o tomada em primeira inst&acirc;ncia que suspendia o licenciamento ambiental para as hidrel&eacute;tricas de Sinop, Col&iacute;der e Magessi. 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