{"id":2166,"date":"2014-10-09T22:42:00","date_gmt":"2014-10-10T02:42:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2188","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2166","title":{"rendered":"Em: 09\/10\/2014 &agrave;s 22:42h por Canal Energia"},"content":{"rendered":"<p><span>O atual cen&aacute;rio de pre&ccedil;os de energia para o setor de cloro-&aacute;lcalis, respons&aacute;vel pela produ&ccedil;&atilde;o, principalmente, de cloro e soda c&aacute;ustica, pode levar at&eacute; ao fechamento de f&aacute;bricas no futuro. A conclus&atilde;o toma como base um estudo encomendado pela Abiclor, entidade que representa o setor, e realizado pela Funda&ccedil;&atilde;o Instituto de Pesquisas Econ&ocirc;micas (FIPE). O aumento da tarifa para essa ind&uacute;stria &eacute; o principal fator de press&atilde;o sobre o segmento que tem 46% de seu custo operacional atrelado ao pre&ccedil;o do energ&eacute;tico.<\/span><\/p>\n<p><span>Apesar da entidade n&atilde;o admitir o problema poder&aacute; ser maior a partir de meados do ano que vem, quando vencem os contratos da Chesf que foram mantidos no ACR. Entre esses contratos est&atilde;o dois associados da entidade, a Braskem, em Alagoas, e a Dow, na Bahia. Essas duas, as maiores f&aacute;bricas em capacidade instalada no pa&iacute;s. &ldquo;A f&aacute;brica de cloro e soda que existe em Macei&oacute; &eacute; a maior do pa&iacute;s, se tiver um problema l&aacute;, ser&aacute; um problem&atilde;o para o estado e para a popula&ccedil;&atilde;o em geral. A da Dow &eacute; a segunda do setor&rdquo;, lembrou o respons&aacute;vel pelo estudo da Fipe, Fernando Garcia, que &eacute; quem aponta a perspectiva de fechamento de f&aacute;bricas, mas isso no futuro, sem precisar um horizonte de tempo para isso.<\/span><br \/><span>At&eacute; porque, lembrou o presidente da Abiclor, An&iacute;bal do Vale, h&aacute; diversas frentes para se combater essa perda de competitividade do segmento no Brasil. Entre essas frentes est&atilde;o o acesso a uma energia mais barata, o g&aacute;s pode ser mais competitivo ante o atual cen&aacute;rio, as leis trabalhistas possam permitir flexibilidade onde &eacute; poss&iacute;vel, e ainda, a incid&ecirc;ncia de menos impostos em cascata. &ldquo;O pior cen&aacute;rio &eacute; esse de fechar a f&aacute;brica&rdquo;, afirmou ele.<\/span><\/p>\n<p><span>Contudo, o presidente da Thymos Energia, Jo&atilde;o Carlos Mello afirma que nesse caso espec&iacute;fico dos contratos da Chesf, poderiam levar ao fechamento das f&aacute;bricas mais eletrointensivas, independentemente de sua &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Vai ser vital para essas empresas a quest&atilde;o da energia, a Chesf n&atilde;o ter&aacute; como atend&ecirc;-los. Est&atilde;o em processo que pode levar &agrave; nova judicializa&ccedil;&atilde;o do setor, sen&atilde;o fecha&rdquo;, disse ele. &ldquo;Os contratos da Chesf eram de R$ 100 a R$ 120 por MWh e hoje os contratos no mercado livre est&atilde;o na casa de R$ 400 por MWh&rdquo;, confirmou o executivo no final de setembro.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O atual cen&aacute;rio de pre&ccedil;os de energia para o setor de cloro-&aacute;lcalis, respons&aacute;vel pela produ&ccedil;&atilde;o, principalmente, de cloro e soda c&aacute;ustica, pode levar at&eacute; ao fechamento de f&aacute;bricas no futuro. A conclus&atilde;o toma como base um estudo encomendado pela Abiclor, entidade que representa o setor, e realizado pela Funda&ccedil;&atilde;o Instituto de Pesquisas Econ&ocirc;micas (FIPE). 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