{"id":2145,"date":"2014-10-07T16:03:00","date_gmt":"2014-10-07T20:03:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2166","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2145","title":{"rendered":"Em: 07\/10\/2014 &agrave;s 16:03h por Exame"},"content":{"rendered":"<p><span>Especialistas do setor energ&eacute;tico debateram hoje (7) propostas para a produ&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica com pre&ccedil;o baixo e qualidade adequada em 2015 durante o 16&ordm; Encontro de Energia do Rio de Janeiro (Enerj), na Associa&ccedil;&atilde;o Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), no centro do Rio. O setor teve nesses &uacute;ltimos anos um endividamento de R$ 60 bilh&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>De acordo com o professor de Recursos H&iacute;dricos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Jerson Kelman, o consumidor dever&aacute; ter benef&iacute;cios com as medidas que v&ecirc;m sendo estudadas pelo governo.<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;O pa&iacute;s est&aacute; passando por uma situa&ccedil;&atilde;o hidrol&oacute;gica adversa, [com] efeitos no custo da energia t&eacute;rmica, [hoje] represado, para os pr&oacute;ximos anos&rdquo;, disse. Segundo ele, h&aacute; perspectiva de benef&iacute;cios para o consumidor por conta da libera&ccedil;&atilde;o das antigas usinas que agora v&atilde;o ser vendidas.<\/span><\/p>\n<p><span>Para o diretor do Instituto Nacional de Efici&ecirc;ncia Energ&eacute;tica (Inee), Pietro Erber, a quest&atilde;o tarif&aacute;ria e o endividamento preocupam bastante os especialistas do setor energ&eacute;tico.<\/span><\/p>\n<p><span>Conforme disse, a d&iacute;vida (de R$ 60 bilh&otilde;es) n&atilde;o constitui apenas uma pend&ecirc;ncia, mas tamb&eacute;m uma despesa que deve aumentar em raz&atilde;o dos juros a ser pagos em curto prazo.<\/span><\/p>\n<p><span>Erber disse que, entre as op&ccedil;&otilde;es energ&eacute;ticas, h&aacute; o g&aacute;s natural. De todos os combust&iacute;veis f&oacute;sseis, o g&aacute;s natural &eacute; o que menos contribui para agravar o efeito estufa e o que tem menos emiss&otilde;es nocivas para o ambiente local. Para Erber, a op&ccedil;&atilde;o pelo g&aacute;s natural &ndash; por ser ben&eacute;fica para o pa&iacute;s &#8211; deve aparecer como prioridade em diretrizes pol&iacute;ticas.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo Pietro Erber, o que agrava a situa&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica do Brasil hoje &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o desfavor&aacute;vel do quadro hidrol&oacute;gico, em raz&atilde;o do baixo n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios.<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;&Eacute; normal que eles estejam no n&iacute;vel baixo no fim do ano, mas est&atilde;o bastantes baixos. O &uacute;ltimo ver&atilde;o foi uma cat&aacute;strofe: vamos nos preparar. O que poder&aacute; haver &eacute; um racionamento no ano que vem, mas espero que n&atilde;o haja. Caso a demanda cres&ccedil;a significativamente, o que n&atilde;o &eacute; muito prov&aacute;vel pela situa&ccedil;&atilde;o da economia e principalmente se a situa&ccedil;&atilde;o hidrol&oacute;gica n&atilde;o melhorar, isso poder&aacute; acontecer&#8221;, disse.<\/span><\/p>\n<p><span>O especialista acredita que o pa&iacute;s n&atilde;o vai sofrer com apag&otilde;es, mas alertou que, para que haja mais seguran&ccedil;a, &eacute; preciso que haja maior investimento p&uacute;blico e privado.<\/span><\/p>\n<p><span>Ele acredita que deve haver um equil&iacute;brio entre a seguran&ccedil;a que as pessoas desejam ter e o pre&ccedil;o que ele se disp&otilde;e a pagar. &#8220;Eu n&atilde;o vejo nenhuma raz&atilde;o para ter grandes apag&otilde;es, embora apag&otilde;es de algum<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especialistas do setor energ&eacute;tico debateram hoje (7) propostas para a produ&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica com pre&ccedil;o baixo e qualidade adequada em 2015 durante o 16&ordm; Encontro de Energia do Rio de Janeiro (Enerj), na Associa&ccedil;&atilde;o Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), no centro do Rio. 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