{"id":17597,"date":"2015-06-02T15:26:00","date_gmt":"2015-06-02T19:26:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3375","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17597","title":{"rendered":"Em: 02\/06\/2015 &agrave;s 15:26h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Na semana do ambiente, o Rio Grande do Sul ganha um projeto que alia redu&ccedil;&atilde;o da emiss&atilde;o de gases causadores de efeito estufa e gera&ccedil;&atilde;o de energia em momento de crise el&eacute;trica no pa&iacute;s. A primeira t&eacute;rmica a partir de g&aacute;s gerado em aterro sanit&aacute;rio no Estado ter&aacute; obras simbolicamente entregues em cerim&ocirc;nia, nesta ter&ccedil;a-feira, em Minas do Le&atilde;o, a 90 quil&ocirc;metros da Capital.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Constru&iacute;da com investimento de R$ 30 milh&otilde;es, a Biot&eacute;rmica Energia ter&aacute; capacidade para produzir at&eacute; 15 megawatts (MW), suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 80 mil habitantes. O combust&iacute;vel que mover&aacute; a usina &eacute; o metano existente no biog&aacute;s captado no aterro do munic&iacute;pio, que recebe diariamente 3,5 mil toneladas de lixo urbano de Porto Alegre e outras 130 cidades.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O aterro &eacute; controlado pela Companhia Riograndense de Valoriza&ccedil;&atilde;o de Res&iacute;duos (CRVR), cujo capital pertence 70% ao grupo Solv&iacute; e 30% &agrave; mineradora Copelmi. As duas empresas, na mesma propor&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m s&atilde;o donas da Biot&eacute;rmica Energia. Em breve, outros munic&iacute;pios do Estado poder&atilde;o ter iniciativas com o mesmo conceito.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ndash; J&aacute; temos duas licen&ccedil;as pr&eacute;vias da Funda&ccedil;&atilde;o Estadual de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental (Fepam) para Santa Maria e S&atilde;o Leopoldo e futuramente tamb&eacute;m em Pelotas e Giru&aacute; &ndash; diz o diretor-presidente da CRVR, Mauro Renan Pereira Costa, lembrando que as usinas nos dois munic&iacute;pios ser&atilde;o menores, de 1,5 MW, e podem operar em 2016.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O projeto de Minas do Le&atilde;o se diferencia em outro aspecto. O aterro foi um dos primeiros no pa&iacute;s a obter cr&eacute;ditos de carbono com a queima do metano no sistema de chama conhecido como flare (tocha que fica constantemente acesa nas chamin&eacute;s de petrol&iacute;feras), liberando CO2 &ndash; 23 vezes menos poluente que o metano. Segundo Costa, agora passou a ser a primeira t&eacute;rmica no mundo a tamb&eacute;m ganhar cr&eacute;ditos de carbono originalmente com a queima de metano em flare.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Apesar de as obras estarem prontas, a usina ainda precisa passar por um teste de emiss&otilde;es da Fepam para receber a licen&ccedil;a de opera&ccedil;&atilde;o e, depois, a autoriza&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) para dar a partida na gera&ccedil;&atilde;o comercial, o que deve ocorrer em 15 dias, prev&ecirc; Costa. Inicialmente, a produ&ccedil;&atilde;o ser&aacute; de 8,5 MW, sendo que 6,5 MW foram comercializados em leil&atilde;o. O restante ser&aacute; vendido no mercado livre.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>O projeto<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>Capacidade total: 15 MW, suficiente para abastecer uma de cidade de cerca de 80 mil habitantes<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Investimento: R$ 30 milh&otilde;es<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Benef&iacute;cio: cerca de 170 mil toneladas de CO2 a menos lan&ccedil;adas no ambiente<\/div>\n<p><\/p>\n<div>3,5 mil toneladas &eacute; a quantidade de lixo urbano j&aacute; recebido diariamente no aterro de Minas do Le&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>(Zero Hora)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na semana do ambiente, o Rio Grande do Sul ganha um projeto que alia redu&ccedil;&atilde;o da emiss&atilde;o de gases causadores de efeito estufa e gera&ccedil;&atilde;o de energia em momento de crise el&eacute;trica no pa&iacute;s. 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