{"id":17590,"date":"2015-06-01T18:09:00","date_gmt":"2015-06-01T22:09:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3368","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17590","title":{"rendered":"Em: 01\/06\/2015 &agrave;s 18:09h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Este &eacute; o progn&oacute;stico da presidenta executiva da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Energia E&oacute;lica (ABEE&oacute;lica), Elbia Silva Gannoum, apresentado hoje (28) no 12&ordm; Encontro Nacional de Agentes do Setor El&eacute;trico (Enase), aberto ontem (27), no Rio de Janeiro, pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>No ano passado, o Brasil foi o quarto pa&iacute;s do ranking, em termos de aumento da capacidade e&oacute;lica, atr&aacute;s da China, Estados Unidos e Alemanha, com expans&atilde;o de 2,5 gigawatts (GW) de energia. J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; capacidade instalada, ocupava a d&eacute;cima posi&ccedil;&atilde;o, com ganho de tr&ecirc;s posi&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Atualmente, 262 usinas e&oacute;licas est&atilde;o em atividade no Brasil, somando capacidade instalada de 6,56 GW, suficiente para abastecer uma cidade do porte de S&atilde;o Paulo. Elbia disse &agrave; Ag&ecirc;ncia Brasil que at&eacute; o final de 2015, o setor alcan&ccedil;ar&aacute; 10 GW de capacidade instalada. At&eacute; 2019, ser&atilde;o 18 GW, &#8220;sem contar os leil&otilde;es que v&atilde;o acontecer. &Eacute; energia j&aacute; contratada&#8221;, salientou. Mais 3 GW est&atilde;o sendo contratados no momento, e a presidenta da ABEE&oacute;lica acredita que nos pr&oacute;ximos leil&otilde;es &#8211; A-3 e leil&atilde;o de reserva, programados para 21 de agosto e 13 de novembro &#8211; poder&atilde;o ser vendidos entre 3 e 4 GW a mais.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Complementar &agrave; matriz hidr&aacute;ulica, como as demais fontes renov&aacute;veis, a energia e&oacute;lica mostra tend&ecirc;ncia de expans&atilde;o, de acordo com Elbia. &#8220;A tend&ecirc;ncia do Brasil &eacute; expandir sua matriz a partir das fontes complementares. N&oacute;s temos as renov&aacute;veis complementares e as complementares, termel&eacute;tricas, que al&eacute;m de poluentes s&atilde;o mais caras&#8221;, acrescentou.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Ela advertiu, entretanto, que o Brasil n&atilde;o pode se furtar a investir nas usinas t&eacute;rmicas, porque elas contribuem para a seguran&ccedil;a do sistema el&eacute;trico nacional. &#8220;Uma tend&ecirc;ncia de matriz futura, com o n&iacute;vel de hidrel&eacute;trica atual e uma tend&ecirc;ncia de crescimento das renov&aacute;veis complementares, puxadas pela e&oacute;lica, e com alguma participa&ccedil;&atilde;o termel&eacute;trica, &eacute; um sinal do governo para garantir a seguran&ccedil;a b&aacute;sica do sistema&#8221;, ressaltou.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Com a capacidade instalada de 6,56 GW, o setor de gera&ccedil;&atilde;o e&oacute;lica consegue reduzir as emiss&otilde;es de 11,6 milh&otilde;es de toneladas de g&aacute;s carb&ocirc;nico, nas contas de Elbia Gannoum, e ela estima que em 2019, ao alcan&ccedil;ar 18 GW, ser&atilde;o cerca de 30 milh&otilde;es de toneladas de g&aacute;s carb&ocirc;nico que deixar&atilde;o de ser emitidas na atmosfera. &#8220;Mais ou menos tr&ecirc;s vezes o que temos hoje&#8221;, destacou.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este &eacute; o progn&oacute;stico da presidenta executiva da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Energia E&oacute;lica (ABEE&oacute;lica), Elbia Silva Gannoum, apresentado hoje (28) no 12&ordm; Encontro Nacional de Agentes do Setor El&eacute;trico (Enase), aberto ontem (27), no Rio de Janeiro, pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga. 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