{"id":17457,"date":"2015-05-28T16:48:00","date_gmt":"2015-05-28T20:48:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3351","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17457","title":{"rendered":"Em: 28\/05\/2015 &agrave;s 16:48h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>O projeto de S&atilde;o Luiz do Tapaj&oacute;s (AM-8.003 MW) n&atilde;o &eacute; s&oacute; importante para aumentar a oferta de energia hidr&aacute;ulica a partir de 2020. A usina &eacute; considerada o principal empreendimento hidrel&eacute;trico previsto pelo governo para a pr&oacute;xima d&eacute;cada. O secret&aacute;rio de planejamento e desenvolvimento energ&eacute;tico do Minist&eacute;rio de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, explicou que a cadeia por traz da hidroeletricidade precisa ser mantida, como consultorias, projetistas, fabricantes de equipamentos, opera&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o e construtoras.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;Essa cadeia industrial tem que ser mantida, porque o Brasil det&eacute;m no horizonte ao menos mais 15 anos de desenvolvimento de hidrel&eacute;trica&rdquo;, disse Ventura. &ldquo;Os pequenos empreendimentos s&atilde;o complementares. O tipo de construtor de uma pequena central &eacute; diferente de uma grande usina. O fabricante de equipamento tamb&eacute;m &eacute; distinto. S&atilde;o atividades que se complementam e ao Brasil precisa das duas.&rdquo;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo Ventura, o governo mant&eacute;m a esperan&ccedil;a de licitar o empreendimento esse ano. &ldquo;Dentro do nosso cronograma, essa usina &eacute; necess&aacute;ria em 2020 para atender a demanda de energia el&eacute;trica do Brasil juntamente com outras usinas.&rdquo; Por ser um projeto estruturante, Tapaj&oacute;s ser&aacute; licitada em um leil&atilde;o especial.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O diretor de estudos de energia el&eacute;trica da Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica, Jos&eacute; Carlos de Miranda Farias, confirma as expectativas do minist&eacute;rio. &ldquo;A quest&atilde;o que est&aacute; em jogo &eacute; crucialmente a quest&atilde;o ambiental e ind&iacute;gena. Querem criar uma terra ind&iacute;gena que at&eacute; pouco tempo n&atilde;o tinha&#8221;. Miranda garantiu que os minist&eacute;rios de Minas e Energia, Meio Ambiente e Justi&ccedil;a est&atilde;o empenhados em resolver esse obst&aacute;culo. Para ele, se a usina n&atilde;o foi licitada at&eacute; agosto deste ano, o mais recomend&aacute;vel &eacute; que se adie o leil&atilde;o para janeiro de 2016. &ldquo;Licitar esse ano em novembro ou dezembro n&atilde;o &eacute; uma boa para o construtor.&rdquo;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Miranda ainda revelou que a EPE vai se empenhar em estudar e identificar os melhores projetos hidrel&eacute;tricos com reservat&oacute;rio de regulariza&ccedil;&atilde;o. &ldquo;E vamos fazer um estudo de viabilidade e vamos colocar para licita&ccedil;&atilde;o. Esse &eacute; o planejamento da EPE&rdquo;, disse o representante da EPE, que participou da 12&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Enase, no Rio de Janeiro.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Levantamento da Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica mostra que existem 71 projetos hidrel&eacute;tricos com reservat&oacute;rios que podem ser levados a licita&ccedil;&atilde;o no futuro pelo governo. Essas usinas, localizadas nas regi&otilde;es Sudeste, Centro-Oeste e Sul do pa&iacute;s, somam 50,7 GW m&eacute;dios e fazem parte de um conjunto de projetos aprovados pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica em diferentes fases de desenvolvimento: invent&aacute;rio, viabilidade t&eacute;cnica ou econ&ocirc;mica, ou j&aacute; em projeto b&aacute;sico. A inten&ccedil;&atilde;o da EPE &eacute; retomar o debate sobre a constru&ccedil;&atilde;o de usinas com capacidade de regulariza&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>(Canal Energia)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O projeto de S&atilde;o Luiz do Tapaj&oacute;s (AM-8.003 MW) n&atilde;o &eacute; s&oacute; importante para aumentar a oferta de energia hidr&aacute;ulica a partir de 2020. A usina &eacute; considerada o principal empreendimento hidrel&eacute;trico previsto pelo governo para a pr&oacute;xima d&eacute;cada. 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