{"id":17439,"date":"2015-05-27T15:44:00","date_gmt":"2015-05-27T19:44:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3332","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17439","title":{"rendered":"Em: 27\/05\/2015 &agrave;s 15:44h por"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G110.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P110.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><\/p>\n<div>O diretor-geral da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel), Romeu Rufino, declarou que em 2016 h&aacute; uma perspectiva de haver redu&ccedil;&atilde;o na tarifa de energia el&eacute;trica no pa&iacute;s.&nbsp; A afirma&ccedil;&atilde;o foi divulgada no 12&ordf; Encontro Nacional de Agentes do Setor El&eacute;trico (Enase), nesta quarta-feira (27).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;Acredito que ano que vem tem uma perspectiva de haver uma redu&ccedil;&atilde;o na tarifa. Eu diria redu&ccedil;&atilde;o mesmo. Porque o custo da energia est&aacute; no m&aacute;ximo, e ao reduzir o custo da energia, reduz a tarifa. A parcela A tem aquela l&oacute;gica, repasse de custo. Se o custo &eacute; menor, reduz a tarifa&rdquo;, afirmou.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>De acordo com o diretor, entre os fatores que podem impactar na redu&ccedil;&atilde;o da tarifa no ano que vem est&aacute; um melhor regime hidrol&oacute;gico. Rufino n&atilde;o informou, contudo, o quanto esse custo seria menor em 2016. &ldquo;N&atilde;o posso quantificar&rdquo;.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;O que vivemos nos anos de 2014, 2015 &eacute; um patamar de tarifas chegando no limite do toler&aacute;vel. Ent&atilde;o, s&oacute; o ponto de vista do regime hidrol&oacute;gico &eacute; uma vari&aacute;vel que n&oacute;s n&atilde;o controlamos, mas temos expectativa que seja melhor, positivo, esse &eacute; um fator&rdquo;, explicou.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Outro ponto favor&aacute;vel, segundo Rufino, &eacute; a renova&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es das usinas hidrel&eacute;tricas em forma de cotas.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;A cota &eacute; infinitamente mais barata do que qualquer outra contrata&ccedil;&atilde;o que est&aacute; lastreando o mix da distribuidora. Ent&atilde;o, tem um volume de energia que vai ser revestido na forma de cota. E isso tamb&eacute;m &eacute; sinal concreto da redu&ccedil;&atilde;o da tarifa, e tamb&eacute;m essa quest&atilde;o dos encargos. (&hellip;) Tem um sinal de redu&ccedil;&atilde;o no conjunto de custos que impacta positivamente a tarifa&rdquo;, completou.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>T&eacute;rmicas ligadas<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>Apesar da perspectiva positiva quanto &agrave; tarifa, a previs&atilde;o do diretor-geral do Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico (ONS), Hermes Chipp &eacute; de que as t&eacute;rmicas n&atilde;o sejam desligadas at&eacute; o regime hidrol&oacute;gico pr&oacute;ximo, em novembro e dezembro.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;A gera&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica a gente n&atilde;o tende a paralisar nenhuma t&eacute;rmica. Per&iacute;odo seco, a chuva &eacute; muito pouca, e nessa aflu&ecirc;ncia, a energia que entra em m&eacute;dia &eacute; muito baixa. Ent&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; expectativa de parar t&eacute;rmica no curto prazo&rdquo;, explicou.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>Reservat&oacute;rios<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>Chipp afirmou ainda que a expectativa &eacute; de chegar no final do ano em 10% no armazenamento dos reservat&oacute;rios de &aacute;gua do pa&iacute;s, podendo chegar a 20% na regi&atilde;o Sudeste.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;Nessa ideologia desfavor&aacute;vel em 14, continua em 15, deu uma melhorada em mar&ccedil;o, abril e maio, mas n&atilde;o foi uma melhora muito significativa. Os armazenamentos, a nossa expetativa &eacute; chegar no final do ano agora em 10 e 20%, com chance de chegar a 20% no Sudeste. Isso &eacute; muito positivo. Mas n&atilde;o &eacute; ainda o ideal&rdquo;.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Um estudo da Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica apontou 25 novos reservat&oacute;rios que poder&atilde;o ser explorados, ap&oacute;s debate. A informa&ccedil;&atilde;o &eacute; do presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim. Ao todo foram identificados 71 projetos cujos reservat&oacute;rios t&ecirc;m gera&ccedil;&atilde;o regular.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;N&oacute;s levantamos no Sudeste, Nordeste e Sul o que tem ainda de potencial de usinas com reservat&oacute;rios. E vimos que temos 57 usinas com valor 50 gigawatts m&eacute;dio. Desses 57, pegamos os 25 maiores. E os 25 maiores j&aacute; d&atilde;o 46,6, ou seja, quase tudo&#8221;.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>Carga menor<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>O diretor tamb&eacute;m afirmou que maio deve fechar com uma carga de energia movimentada pelo Sistema Interligado Nacional (SIN) perto de dois mil megawatts a menos do que a carga j&aacute; revisada pelo operador em abril. Com isso, uma nova revis&atilde;o pode ser feita no meio do ano, segundo Chipp.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;Acredito que junho pode se manter pr&oacute;ximo a maio. (&hellip;) E acho que l&aacute; para o final de junho a gente poder&aacute; estar fazendo revis&atilde;o se essa tend&ecirc;ncia se confirmar&rdquo;.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O diretor-geral da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel), Romeu Rufino, declarou que em 2016 h&aacute; uma perspectiva de haver redu&ccedil;&atilde;o na tarifa de energia el&eacute;trica no pa&iacute;s.&nbsp; A afirma&ccedil;&atilde;o foi divulgada no 12&ordf; Encontro Nacional de Agentes do Setor El&eacute;trico (Enase), nesta quarta-feira (27). &ldquo;Acredito que ano que vem tem uma perspectiva de haver [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17439"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=17439"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17439\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=17439"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=17439"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=17439"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}