{"id":17289,"date":"2015-05-06T18:38:00","date_gmt":"2015-05-06T18:38:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"Publica\u00e7\u00e3o MME -2015-05-06 18:38:00","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17289","title":{"rendered":"Petrobras apresenta resultados e perspectivas no pr\u00e9-sal em palestra na OTC 2015"},"content":{"rendered":"<p><img src='http:\/\/www.mme.gov.br\/image\/journal\/article?img_id=2196677&#038;t=1429204179777 \n \n\n<p> A diretora de Explora\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o da Petrobras, Solange Guedes, apresentou um panorama do pr\u00e9-sal na nesta ter\u00e7a-feira (5\/5), na Offshore Technology Conference 2015, em Houston (EUA). Solange mostrou a evolu\u00e7\u00e3o dessa nova fronteira, os desafios que foram superados e a previsibilidade dos resultados alcan\u00e7ados, al\u00e9m de ressaltar a viabilidade financeira do pr\u00e9-sal. Na segunda-feira, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, participou do evento e ministrou palestra anunciando a 13\u00aa Rodada de licita\u00e7\u00f5es do Petr\u00f3leo.<\/p>\n<p> N\u00f3s podemos garantir que o pr\u00e9-sal \u00e9 vi\u00e1vel com um custo de produ\u00e7\u00e3o de nove d\u00f3lares por barril. Se considerarmos que duas unidades de produ\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o est\u00e3o produzindo com sua capacidade total, o custo de produ\u00e7\u00e3o ser\u00e1 menor ainda. A efici\u00eancia operacional em torno de 92% contribuiu significativamente para atingirmos estes baixos custos, afirmou.<\/p>\n<p> A diretora ressaltou que a produtividade do pr\u00e9-sal excedeu as expectativas. Atualmente, a m\u00e9dia de produ\u00e7\u00e3o no pr\u00e9-sal da bacia de Santos ultrapassa 25 mil barris de petr\u00f3leo por dia (bpd). Cinco po\u00e7os produzem, cada um, mais de 30 mil barris por dia. E os campos de Sapinho\u00e1 e Lula possuem po\u00e7os em que a m\u00e9dia de produ\u00e7\u00e3o pode atingir 40 mil barris por dia. Esses n\u00fameros com certeza ir\u00e3o contribuir para a redu\u00e7\u00e3o de po\u00e7os em nossos futuros projetos do pr\u00e9-sal, o que ser\u00e1 um grande benef\u00edcio para a redu\u00e7\u00e3o de custos, destacou.<\/p>\n<p> <strong>Estrat\u00e9gia de desenvolvimento integrado de produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p> Em palestra,&nbsp; Anelise Lara, Gerente Executiva de Libra, falou sobre a estrat\u00e9gia de desenvolvimento do pr\u00e9-sal. Anelise destacou que, menos de cinco anos depois do projeto piloto de Lula entrar em produ\u00e7\u00e3o, a Petrobras j\u00e1 alcan\u00e7a mais de 700 mil barris de petr\u00f3leo por dia no pr\u00e9-sal. O cen\u00e1rio promissor com as descobertas se mostrou uma oportunidade para implementar uma estrat\u00e9gia de Desenvolvimento Integrado de Produ\u00e7\u00e3o. A integra\u00e7\u00e3o mostrou ser crucial para acelerar projetos e buscar redu\u00e7\u00e3o de custos, disse.<\/p>\n<p> <strong>Dez tecnologias pioneiras<\/strong><\/p>\n<p> Durante sess\u00e3o sobre pr\u00e9-sal na OTC 2015, foram detalhadas as 10 solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas desenvolvidas pela Petrobras decisivas para o sucesso da implementa\u00e7\u00e3o dos projetos do pr\u00e9-sal, e que levaram a empresa a ser premiada com a <em><a href='http:\/\/www.petrobras.com.br\/fatos-e-dados\/recebemos-maior-premio-da-otc-e-destacamos-importancia-das-parcerias-no-pre-sal.htm' target='_self'>OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations, and Institutions<\/a><\/em>, reconhecimento mais importante que uma empresa de petr\u00f3leo pode receber como operadora offshore.<\/p>\n<p> &nbsp;<\/p>\n<p> &nbsp;<\/p>\n<p> <iframe allowfullscreen='' frameborder='0' height='315' src='https:\/\/www.youtube.com\/embed\/jnEmJ2hl_1E' width='560'><\/iframe><\/p>\n<p> <strong>Confira as 10 solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas premiadas:<\/strong><\/p>\n<p> 1  Primeira boia de sustenta\u00e7\u00e3o de risers (BSR)  Boia que sustenta as tubula\u00e7\u00f5es que conduzem o petr\u00f3leo ou o g\u00e1s do po\u00e7o no fundo do mar at\u00e9 a plataforma, aliviando a carga sobre esta. Permite a instala\u00e7\u00e3o dos risers antes mesmo da chegada da plataforma de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> 2  Primeiro riser r\u00edgido desacoplado em caten\u00e1ria livre &#8211; steel catenary riser (SCR) &#8211; Tubula\u00e7\u00e3o r\u00edgida que leva o petr\u00f3leo ou g\u00e1s do po\u00e7o \u00e0s plataformas de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> 3  Mais profundo steel lazy wave riser (SLWR), a 2.140m &#8211; Outro tipo especial de tubula\u00e7\u00e3o por onde passa a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s dos po\u00e7os at\u00e9 a plataforma, tamb\u00e9m instalada em \u00e1guas mais profundas.<\/p>\n<p> 4  Mais profundo riser flex\u00edvel, a 2.140m &#8211; Tubula\u00e7\u00e3o que transfere o petr\u00f3leo ou g\u00e1s dos po\u00e7os no fundo do mar para as plataformas de produ\u00e7\u00e3o. Esta \u00e9 a tubula\u00e7\u00e3o flex\u00edvel em maior profundidade de \u00e1gua j\u00e1 instalada.<\/p>\n<p> 5  Primeira aplica\u00e7\u00e3o de risers flex\u00edveis com monitoramento integrado  Sistema que monitora em tempo real, pela primeira vez na ind\u00fastria e atrav\u00e9s de fibras \u00f3pticas, a integridade da tubula\u00e7\u00e3o flex\u00edvel que transfere \u00f3leo e g\u00e1s do po\u00e7o at\u00e9 a plataforma.<\/p>\n<p> 6  Maior profundidade de \u00e1gua (2.103m) onde foi perfurado po\u00e7o utilizando a t\u00e9cnica de <em>pressurized mud cap drilling<\/em> (PMCD) em sonda de posicionamento din\u00e2mico &#8211; Po\u00e7o em \u00e1guas mais profundas j\u00e1 perfurado com a utiliza\u00e7\u00e3o desta t\u00e9cnica que \u00e9 mandat\u00f3ria em cen\u00e1rios de perda severa de circula\u00e7\u00e3o durante sua constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> 7  Primeiro uso intensivo de completa\u00e7\u00e3o inteligente em \u00e1guas ultraprofundas &#8211; Esta tecnologia permite a otimiza\u00e7\u00e3o do gerenciamento dos reservat\u00f3rios, garantindo a seletividade de dois ou mais horizontes produtores atravessados pelo po\u00e7o.<\/p>\n<p> 8  Primeira separa\u00e7\u00e3o de CO2 associado ao g\u00e1s natural em \u00e1guas ultraprofundas &#8211; 2.200 m &#8211; com inje\u00e7\u00e3o de CO2 em reservat\u00f3rios de produ\u00e7\u00e3o &#8211; Esta tecnologia permite separar o CO2 do petr\u00f3leo e do g\u00e1s natural, reinjetando-o nos reservat\u00f3rios atrav\u00e9s de po\u00e7os especiais, chamados po\u00e7os de inje\u00e7\u00e3o, visando aumentar a produtividade dos po\u00e7os.<\/p>\n<p> 9  Mais profundo po\u00e7o de inje\u00e7\u00e3o de g\u00e1s com CO2 &#8211; 2.200m de l\u00e2mina d&#8217;\u00e1gua &#8211; Com esse po\u00e7o a Petrobras bateu o recorde de profundidade de po\u00e7o para inje\u00e7\u00e3o de CO2, visando evitar a emiss\u00e3o de CO2 e elevar a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural.<\/p>\n<p> 10  Primeiro uso do m\u00e9todo alternado de inje\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e g\u00e1s em \u00e1guas ultraprofundas &#8211; 2.200m &#8211; A inje\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e g\u00e1s \u00e9 utilizada para aumentar a produtividade dos reservat\u00f3rios de petr\u00f3leo e g\u00e1s, mantendo-os pressurizados.<\/p>\n<p> *Com informa\u00e7\u00f5es da Petrobras.<\/p>\n<p> Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Social<br \/> Minist\u00e9rio de Minas e Energia<br \/> (61) 2032-5620\/5588 <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17289"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=17289"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17289\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=17289"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=17289"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=17289"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}