{"id":16934,"date":"2015-05-06T16:12:00","date_gmt":"2015-05-06T20:12:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3222","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=16934","title":{"rendered":"Em: 06\/05\/2015 &agrave;s 16:12h por"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G116.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P116.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><\/p>\n<div>O ano de 2015 ficou livre, por enquanto, do racionamento de energia el&eacute;trica e o risco pra 2016 ficou menor, mas n&atilde;o saiu do radar. A conclus&atilde;o &eacute; da LCA Consultores, que se debru&ccedil;ou sobre o passado e sobre previs&otilde;es futuras para o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB), consumo de energia, m&eacute;dia de chuvas e n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios. &ldquo;Teremos um al&iacute;vio em rela&ccedil;&atilde;o ao cen&aacute;rio de 2014 e 2015, mas ainda n&atilde;o ser&aacute; uma situa&ccedil;&atilde;o confort&aacute;vel&rdquo;, resume Braulio Borges, economista-chefe da consultoria.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A melhora no cen&aacute;rio vir&aacute;, em parte, da atividade fraca e do aumento de pre&ccedil;os do insumo em 2015. &ldquo;A combina&ccedil;&atilde;o de recess&atilde;o e de aumento de tarifa j&aacute; est&aacute; gerando um efeito de meio racionamento&rdquo;, avalia Borges, fazendo refer&ecirc;ncia &agrave;s proje&ccedil;&otilde;es do come&ccedil;o do ano que apontavam o risco de racionamento de energia el&eacute;trica entre 5% e 10%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A LCA estima uma queda de 1,2% no PIB de 2015 e uma pequena alta de 1% em 2016. 6 pre&ccedil;o m&eacute;dio de energia (considerando tarifa residencial industrial, comercial e outras) foi calculado em 46,7% para este ano e zero em 2016. Ainda fazem parte das premissas da consultoria uma temperatura na m&eacute;dia dos &uacute;ltimos cinco anos (o que significa dias um pouco menos quentes que em 2014e 2015) e uma queda no consumo (carga) de energia el&eacute;trica de 1 % em 2015 e de 2,2% em 2016.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Borges pondera que a queda mais forte em 2016 (apesar de uma pequena alta do PIB) decorre da avalia&ccedil;&atilde;o de que o pre&ccedil;o real afeta o consumo de energia com alguma defasagem (em dois trimestres, na conta da consultoria). Na m&eacute;dia, no per&iacute;odo pelo qual o racionamento deveria durar (maio\/junho de 2015 at&eacute; mar&ccedil;o de 2016), a queda estimada na carga de energia ser&aacute; de 2,3%, nas contas da LCA. Por isso, Borges estima que a combina&ccedil;&atilde;o recess&atilde;o e pre&ccedil;o vai gerar um efeito equivalente a meio racionamento.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Considerando todas essas premissas, a LCA calculou o n&iacute;vel de reservat&oacute;rios no in&iacute;cio de 2016 para quatro cen&aacute;rios diferentes de chuvas. Borges explica que foi mantida a mesma carga para todas as simula&ccedil;&otilde;es e tamb&eacute;m n&atilde;o foi considerada a amplia&ccedil;&atilde;o da oferta (uma possibilidade tanto pela entrada em vigor de novas usinas ou turbinas em usinas existentes ou por fontes alternativas), o que torna os resultados bastante &ldquo;conservadores&rdquo;.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Com chuvas em 85% a 90% da m&eacute;dia hist&oacute;rica, o n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios em 2016 estar&aacute; semelhante ao do ano passado. N&atilde;o ser&aacute; confort&aacute;vel, mas n&atilde;o haver&aacute; piora, observa Borges. Com chuvas acima de 95% da m&eacute;dia, o quadro de energia armazenada ser&aacute; melhor. &ldquo;E as ag&ecirc;ncias de previs&atilde;o do tempo t&ecirc;m indicado que o regime de chuvas ser&aacute; melhor no pr&oacute;ximo per&iacute;odo chuvoso&rdquo;, diz ele, lembrando que o per&iacute;odo &uacute;mido vai de novembro a abriL<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Apesar do risco um pouco menor esperado para ,2016, Borges pondera que o risco de racionamento s&oacute; vai sumir em 2017 em diante e que at&eacute; l&aacute; ele continuar&aacute; constrangendo o PIB futuro e o investimento produtivo. &ldquo;Essa possibilidade afeta confian&ccedil;a e o medo de falta de energia inibe novos projetos&rdquo;, pondera.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O economista da LCA pondera que a queda no consumo pode ser bem maior que a estimada pela consultoria. Os estudos indicam que o consumidor &eacute; pouco sens&iacute;vel a pre&ccedil;o, mas o pa&iacute;s nunca teve um aumento t&atilde;o expressivo no pre&ccedil;o. &ldquo;A energia nunca foi t&atilde;o cara no pa&iacute;s e n&atilde;o sabemos exatamente como os consumidores v&atilde;o reagir a esse choque&rdquo; diz ele. &ldquo;Talvez os consumidores &ndash; residenciais e empresariais &ndash; cortem mais o consumo&rdquo;, diz. (Valor Econ&ocirc;mico)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ano de 2015 ficou livre, por enquanto, do racionamento de energia el&eacute;trica e o risco pra 2016 ficou menor, mas n&atilde;o saiu do radar. 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