{"id":16920,"date":"2015-05-05T15:48:00","date_gmt":"2015-05-05T19:48:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3208","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=16920","title":{"rendered":"Em: 05\/05\/2015 &agrave;s 15:48h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Apesar da expectativa inicial ter sido maior, as Pequenas Centrais Hidrel&eacute;tricas (PCHs) foram as protagonistas do leil&atilde;o de energia A-5 (prazo de cinco anos para concluir os projetos) realizado pelo governo federal na quinta-feira. Dos 14 empreendimentos que comercializaram a sua produ&ccedil;&atilde;o e por consequ&ecirc;ncia sair&atilde;o do papel, oito eram usinas dessa natureza, sendo que uma delas ser&aacute; implementada no Estado, no Rio das Antas.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O complexo ga&uacute;cho ser&aacute; constru&iacute;do pela empresa Serra dos Cavalinhos I Energ&eacute;tica, entre os munic&iacute;pios de Monte Alegre dos Campos e S&atilde;o Francisco de Paula. A estrutura ter&aacute; capacidade instalada de 25 MW e absorver&aacute; um investimento na ordem de R$ 219,6 milh&otilde;es. Analisando o total no Pa&iacute;s, o leil&atilde;o viabilizar&aacute; a implanta&ccedil;&atilde;o de 1.973,3 MW (cerca da metade da demanda m&eacute;dia de energia do Rio Grande do Sul), que implicar&atilde;o um aporte de aproximadamente R$ 6 bilh&otilde;es. Al&eacute;m das PCHs, venderam energia projetos hidrel&eacute;tricos de maior porte, t&eacute;rmicas de biomassa e a g&aacute;s natural. O pre&ccedil;o m&eacute;dio da energia licitada foi de R$ 259,19 o MWh, abaixo dos R$ 281,00 do custo marginal de refer&ecirc;ncia, e 50 empreendimentos estavam habilitados a concorrer.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O presidente executivo da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Gera&ccedil;&atilde;o de Energia Limpa (Abragel), Charles Lenzi, admite que esperava que mais PCHs fossem exitosas no leil&atilde;o, j&aacute; que foram 25 as habilitadas. Por&eacute;m, considera um sinal positivo o volume de 164,33 MW de pot&ecirc;ncia instalada que ser&aacute; encaminhado pelas usinas vencedoras. Lenzi lembra que o n&uacute;mero &eacute; maior do que os 90 MW comercializados pela fonte e&oacute;lica no leil&atilde;o A-3 (tr&ecirc;s anos para os complexos serem finalizados) realizado na segunda-feira passada.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Al&eacute;m da PCH Serra dos Cavalinhos, o Rio Grande do Sul teve outra PCH e duas t&eacute;rmicas (uma a carv&atilde;o e outra a biomassa) habilitadas a participar do leil&atilde;o, mas essas iniciativas n&atilde;o conseguiram comercializar a gera&ccedil;&atilde;o de energia. O projeto ga&uacute;cho a carv&atilde;o foi o &uacute;nico a ser habilitado utilizando como combust&iacute;vel o mineral de origem nacional. O presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira do Carv&atilde;o Mineral (ABCM), Fernando Zancan, argumenta que, devido a uma s&eacute;rie de fatores, como empreendimentos em est&aacute;gios iniciais, quest&otilde;es societ&aacute;rias e processos de licenciamento ambiental, n&atilde;o houve mais projetos a carv&atilde;o participando do certame.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>No caso da Eneva, que inscreveu um projeto de 600 MW, a ser constru&iacute;do no munic&iacute;pio de Candiota, o dirigente acredita que o fato de a empresa estar envolvida em um processo de recupera&ccedil;&atilde;o judicial pode ter atrapalhado as condi&ccedil;&otilde;es de disputa para esse evento.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar da expectativa inicial ter sido maior, as Pequenas Centrais Hidrel&eacute;tricas (PCHs) foram as protagonistas do leil&atilde;o de energia A-5 (prazo de cinco anos para concluir os projetos) realizado pelo governo federal na quinta-feira. 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