{"id":16891,"date":"2015-04-29T15:35:00","date_gmt":"2015-04-29T19:35:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3187","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=16891","title":{"rendered":"Em: 29\/04\/2015 &agrave;s 15:35h por"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G100.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P100.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><span>Pernambuco ser&aacute; o primeiro Estado brasileiro a consumir energia solar em larga escala, com previs&atilde;o para fornecimento a partir de novembro deste ano. A italiana EGP (Enel Green Power) assinou na semana passada o primeiro contrato no pa&iacute;s com o poder p&uacute;blico para fornecimento comercial desse tipo de energia. A usina solar da empresa tem custo estimado de US$ 18 milh&otilde;es (R$ 54 milh&otilde;es) e est&aacute; em constru&ccedil;&atilde;o em Tacaratu (a 453 km do Recife), no sert&atilde;o pernambucano. A cidade foi escolhida por ter irradia&ccedil;&atilde;o solar prop&iacute;cia e ser o local onde a empresa j&aacute; mant&eacute;m uma usina e&oacute;lica em opera&ccedil;&atilde;o, o que reduz os custos, pois ser&aacute; usada a mesma linha de transmiss&atilde;o. O parque solar da EGP ter&aacute; pot&ecirc;ncia instalada de 11 MW -que corresponde a 0,3% da atual capacidade de gera&ccedil;&atilde;o do Estado- e a energia produzida ser&aacute; comprada pelo governo para abastecer pr&eacute;dios p&uacute;blicos. Quando estiver pronto, o empreendimento ser&aacute; capaz de gerar 17 GWh ao ano, o suficiente para abastecer 90 mil resid&ecirc;ncias, cerca de 0,15% do consumo anual do Estado.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo a empresa, o uso da nova fonte ir&aacute; evitar a emiss&atilde;o na atmosfera de 5.000 toneladas de g&aacute;s carb&ocirc;nico por ano. O contrato faz parte de um pacote para fornecimento de 92 MW de energia solar que foi leiloado em dezembro de 2013 pelo governo pernambucano, ao pre&ccedil;o m&eacute;dio de R$ 228,63 por megawatt-hora (MWh). Segundo o governo, o valor &eacute; equivalente ao da energia tradicional. Os contratos com outras tr&ecirc;s empresas vencedoras do leil&atilde;o dever&atilde;o ser assinados ainda neste semestre, com in&iacute;cio do fornecimento previsto para 2016. O leil&atilde;o de Pernambuco foi o primeiro no pa&iacute;s dedicado exclusivamente &agrave; energia solar.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span>Em outubro do ano passado, a Uni&atilde;o tamb&eacute;m realizou um leil&atilde;o nacional, em que negociou 31 novos empreendimentos de energia solar, com capacidade total de 890 MW e in&iacute;cio da entrega para outubro de 2017. IRRIS&Oacute;RIO Apesar de o Brasil ter alta incid&ecirc;ncia de luminosidade solar, esse tipo de energia ainda &eacute; irris&oacute;rio para a composi&ccedil;&atilde;o da matriz energ&eacute;tica. H&aacute; hoje no pa&iacute;s 317 usinas de energia solar em opera&ccedil;&atilde;o, para produ&ccedil;&atilde;o independente e consumo pr&oacute;prio, que representam apenas 0,01% da matriz energ&eacute;tica brasileira. A energia e&oacute;lica, por exemplo, corresponde a 4,3%.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span>Para a economista Selma Akemi Kawana, da consultoria Excel&ecirc;ncia Energ&eacute;tica, a energia solar ainda &eacute; cara se comparada a outras fontes, mas desde 2014 tem ocorrido uma maior procura dos investidores por esse setor. &#8220;Est&aacute; se tornando mais atrativo porque houve um aumento na efici&ecirc;ncia dos equipamentos e uma baixa no custo de implanta&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, quando os investidores associam a outras usinas, como a e&oacute;lica, os custos s&atilde;o reduzidos&#8221;, disse.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span>ENERGIA SOLAR Como funciona o sistema fotovoltaico: 1. Os pain&eacute;is solares s&atilde;o formados por c&eacute;lulas fotovoltaicas, que transformam a luz do sol em part&iacute;culas el&eacute;tricas, que formam uma corrente cont&iacute;nua; 2. A corrente cont&iacute;nua &eacute; conduzida por fios a um aparelho chamado de inversor, onde &eacute; transformada em corrente alternada; 3. Em seguida, a energia passa por um transformador, onde a tens&atilde;o de 12 volts &eacute; transformada em 110 volts ou 220 volts, pr&oacute;pria para ser usada em aparelhos el&eacute;tricos; 4. A energia gerada pode ser armazenada em baterias, para consumo pr&oacute;ximo ao local onde foi gerada, ou seguir para a rede de distribui&ccedil;&atilde;o. (Folha Press)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pernambuco ser&aacute; o primeiro Estado brasileiro a consumir energia solar em larga escala, com previs&atilde;o para fornecimento a partir de novembro deste ano. A italiana EGP (Enel Green Power) assinou na semana passada o primeiro contrato no pa&iacute;s com o poder p&uacute;blico para fornecimento comercial desse tipo de energia. 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