{"id":16884,"date":"2015-04-29T15:33:00","date_gmt":"2015-04-29T19:33:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3180","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=16884","title":{"rendered":"Em: 29\/04\/2015 &agrave;s 15:33h por"},"content":{"rendered":"<p><span>A queda de rendimento m&eacute;dio real habitual dos trabalhadores registrada em mar&ccedil;o de 2014 pela Pesquisa Mensal do Emprego (PME) foi a maior desde janeiro de 2003, se considerada a compara&ccedil;&atilde;o com m&ecirc;s imediatamente anterior. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), a renda caiu 2,8%, recuando de R$ 2.196,76 para R$ 2.134,60.<\/span><\/p>\n<p><span>Na compara&ccedil;&atilde;o com mar&ccedil;o do ano passado, a perda do rendimento foi 3%, maior recuo desde fevereiro de 2004. Com a queda, a renda dos trabalhadores ficou abaixo tamb&eacute;m da registrada em mar&ccedil;o de 2013, quando era R$ 2.136,71. Em mar&ccedil;o de 2014, os trabalhadores recebiam, em m&eacute;dia, R$ 2.200,85.<\/span><\/p>\n<p><span>Os funcion&aacute;rios p&uacute;blicos estatut&aacute;rios e militares foram os que mais perderam rendimento na compara&ccedil;&atilde;o com fevereiro, e tamb&eacute;m na compara&ccedil;&atilde;o anual, com quedas de 2,3% e 3,1%. No ano passado, a renda m&eacute;dia desse grupo era R$ 3.726,10, e, neste ano, o valor ficou em R$ 3.612,10. Segundo a coordenadora da Pesquisa Nacional por Amostra por Domic&iacute;lio, Maria L&uacute;cia Vieira, que apresentou os dados da PME, a falta de reajustes pode ter sido uma das causas da queda.<\/span><\/p>\n<p><span>Os trabalhadores com carteira assinada sofreram a segunda maior redu&ccedil;&atilde;o de rendimento, e perderam 2,1% em compara&ccedil;&atilde;o com fevereiro e 2,3% na compara&ccedil;&atilde;o com mar&ccedil;o. A renda m&eacute;dia desse grupo caiu de R$ 2.005,37 para R$ 1.959,70, enquanto os trabalhadores sem carteira assinada passaram de R$ R$ 1.518.63 para R$ 1.560,00, com uma alta de 2,7%. Em rela&ccedil;&atilde;o a fevereiro, no entanto, esse grupo tamb&eacute;m perdeu renda, com uma queda de 0,4%.<\/span><\/p>\n<p><span>No rendimento m&eacute;dio habitual dos trabalhadores nas seis regi&otilde;es metropolitanas pesquisadas, a maior queda ocorreu em Salvador: a renda caiu 6,8% na compara&ccedil;&atilde;o com fevereiro e 6,9% em rela&ccedil;&atilde;o a mar&ccedil;o de 2014, chegando a R$ 1.601,80, a menor entre as seis regi&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>Quem mais sentiu os efeitos da queda no rendimento em Salvador foi o trabalhador por conta pr&oacute;pria: a renda caiu 7% em rela&ccedil;&atilde;o a fevereiro e 18,7% frente a mar&ccedil;o de 2014. A renda do trabalhador sem carteira assinada no setor privado subiu 9,1% em compara&ccedil;&atilde;o com fevereiro e 18,8% em compara&ccedil;&atilde;o com mar&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p><span>Porto Alegre teve a segunda maior queda no rendimento na compara&ccedil;&atilde;o com o m&ecirc;s de fevereiro, de 4,4%. Em rela&ccedil;&atilde;o a mar&ccedil;o do ano passado, a regi&atilde;o metropolitana ga&uacute;cha teve recuo de 3,5% no rendimento real habitual dos trabalhadores, que ficou em R$ 2.099,30.<\/span><\/p>\n<p><span>A regi&atilde;o metropolitana do Recife foi a &uacute;nica que teve aumento da renda na compara&ccedil;&atilde;o com o ano passado, com alta de 2,2%, de R$ 1.605,06 para R$ 1.641,00. Quando analisado o m&ecirc;s imediatamente anterior, houve retra&ccedil;&atilde;o de 1,4% na renda.<\/span><\/p>\n<p><span>Rio de Janeiro (-2,6%), Belo Horizonte (-3,1%) e S&atilde;o Paulo (-2,3%) tamb&eacute;m tiveram queda na compara&ccedil;&atilde;o com fevereiro, e, quando comparadas a mar&ccedil;o de 2014, essas tr&ecirc;s regi&otilde;es metropolitanas tiveram queda de 2,2%, 2,8% e 3,4%.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A queda de rendimento m&eacute;dio real habitual dos trabalhadores registrada em mar&ccedil;o de 2014 pela Pesquisa Mensal do Emprego (PME) foi a maior desde janeiro de 2003, se considerada a compara&ccedil;&atilde;o com m&ecirc;s imediatamente anterior. 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