{"id":16860,"date":"2015-04-28T15:11:00","date_gmt":"2015-04-28T19:11:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3173","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=16860","title":{"rendered":"Em: 28\/04\/2015 &agrave;s 15:11h por"},"content":{"rendered":"<p><span>O fato de haver outros certames com melhores condi&ccedil;&otilde;es para as fontes e&oacute;licas e biomassa, comprometeu o resultado do leil&atilde;o de fontes alternativas, realizado nesta segunda-feira, 27 de abril. O LFA contratou apenas 96,9 MW m&eacute;dios e viabilizou 11 novos empreendimentos de gera&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica. &ldquo;O empreendedor preferiu ir para outro leil&atilde;o&rdquo;, disse Elbia Gannoun, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Energia E&oacute;lica. &ldquo;N&atilde;o fiquei nem um pouco surpresa, pois esse ano vamos ter v&aacute;rios leil&otilde;es. Esse em particular era A-2. O risco era muito alto&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>Elbia destacou que os anos de 2014 e 2015 s&atilde;o de transi&ccedil;&atilde;o nos modelos transmiss&atilde;o e financiamento. Essas duas caracter&iacute;sticas elevaram os riscos do neg&oacute;cio. O prazo para opera&ccedil;&atilde;o das usinas tamb&eacute;m foi influenciou na decis&atilde;o dos agentes, que teriam apenas dois anos para colocar os projetos em p&eacute;. &ldquo;Considerando que n&oacute;s temos outras possibilidades de leil&atilde;o, o empreendedor tomou a decis&atilde;o mais racional, de dar o lance naquilo que o risco &eacute; menor&rdquo;, declarou Elbia. A executiva, contudo, continua com a expectativa de que a fonte viabilizar&aacute; muitos novos projetos ao longo deste ano. &ldquo;A e&oacute;lica vai fazer suas escolhas, por ser uma ind&uacute;stria madura, que sabe exatamente quais s&atilde;o os seus custos, suas dificuldades e seus prazos. O investidor vai escolher o que achar mais racional do ponto de vista econ&ocirc;mico.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p><span>No LFA, tr&ecirc;s projetos e&oacute;licos venderam energia (Cristal&acirc;ndia I, II e II &ndash; 30 MW cada), todos localizados em Brumados na Bahia. Os futuros parques s&atilde;o uma parceria entre a Sowitec do Brasil Energias Renov&aacute;veis e a Enel Green Power. Segundo Elbia, a EGP est&aacute; com uma estrutura forte para participar dos leil&otilde;es, com muitos projetos em carteira e um contrato amplo de fornecimento de equipamentos e&oacute;licos. Al&eacute;m disso, a companhia geralmente consegue encontrar alternativas de financiamento que n&atilde;o o BNDES.<\/span><\/p>\n<p><span>Para o gerente de bioenergia da Uni&atilde;o da Ind&uacute;stria da Cana-de-A&ccedil;&uacute;car, Zilmar de Souza, a proximidade do leil&atilde;o A-5, marcado para 30 de abril, e o pre&ccedil;o mais atrativo naquele certame para a biomassa, certamente influenciou a decis&atilde;o dos agentes. O LFA viabilizou oito projetos a biomassa, cinco no estado de S&atilde;o Paulo, dois em Goi&aacute;s e um em Minas Gerais. &ldquo;S&atilde;o empresas tradicionais, algumas cuja decis&atilde;o de investimento foi tomada bem antes&rdquo;, esclareceu. Segundo Souza, o mais importante &eacute; o governo manter a contrata&ccedil;&atilde;o da fonte e o processo de recupera&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os tetos. Al&eacute;m disso, o setor sucroenerg&eacute;tico depende de uma pol&iacute;tica setorial concatenada. &ldquo;Enquanto n&atilde;o tivermos um sinaliza&ccedil;&atilde;o do papel do etanol e da bioeletricidade, certamente a biomassa n&atilde;o vai poder contribuir o quanto ela pode&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>O 3&ordm; Leil&atilde;o de Fontes Alternativas contratou 16.988.508 MWh em energia. O pre&ccedil;o m&eacute;dio ao final das negocia&ccedil;&otilde;es foi de R$ 199,97 por MWh, com des&aacute;gio de 1,96% em rela&ccedil;&atilde;o aos pre&ccedil;os tetos estabelecidos para os produtos, representando uma economia de R$ 67,9 milh&otilde;es para os consumidores de energia. Um dos produtos, energia de biomassa para entrega a partir de 2017, n&atilde;o registrou negocia&ccedil;&atilde;o; na contrata&ccedil;&atilde;o de novas usinas e&oacute;licas para fornecimento em 2017, o pre&ccedil;o m&eacute;dio final foi de R$ 177,47 por MWh; enquanto usinas existentes de biomassa negociaram a R$ 209,91 por MWh no produto com entrega para janeiro de 2016.<\/span><\/p>\n<p><span>Participaram do certame, como compradoras da energia negociada, 34 concession&aacute;rias de distribui&ccedil;&atilde;o, com destaque para a AES Eletropaulo (que contratou 45% do total comercializado no leil&atilde;o), Coelba (8,5%) e Light (5,5%). Por parte dos vendedores, houve 9 empresas que fecharam a comercializa&ccedil;&atilde;o de energia. Al&eacute;m do A-5 agendado para o dia 30 de abril, mais seis leil&otilde;es para contrata&ccedil;&atilde;o de energia s&atilde;o esperados para este ano.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O fato de haver outros certames com melhores condi&ccedil;&otilde;es para as fontes e&oacute;licas e biomassa, comprometeu o resultado do leil&atilde;o de fontes alternativas, realizado nesta segunda-feira, 27 de abril. 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