{"id":16856,"date":"2015-04-27T15:59:00","date_gmt":"2015-04-27T19:59:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3169","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=16856","title":{"rendered":"Em: 27\/04\/2015 &agrave;s 15:59h por"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G117.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P117.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><\/p>\n<div>Relan&ccedil;amos faz poucos dias a Frente Parlamentar Mista em Defesa das PCHs e da Microgera&ccedil;&atilde;o. Para n&oacute;s, que sempre pautamos a import&acirc;ncia da amplia&ccedil;&atilde;o de fontes de energias renov&aacute;veis em nossa matriz energ&eacute;tica, esta frente tem o papel fundamental de agregar agentes da sociedade nesta luta e atualizarmos os marcos regulat&oacute;rios para o setor.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Temos muito a avan&ccedil;ar, pois nos &uacute;ltimos leil&otilde;es promovidos pelo Minist&eacute;rio de Minas e energia, somente 1% do montante contratado foi de usinas hidrel&eacute;tricas de baixo impacto ambiental, que s&atilde;o as CGHs e PCHs. E mesmo as t&eacute;rmicas a biomassa e a microgera&ccedil;&atilde;o com energia solar e e&oacute;lica, est&atilde;o muito aqu&eacute;m do seu potencial. Esse desequil&iacute;brio precisa ser debatido entre governo, parlamento e sociedade.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Reconhecemos que houve avan&ccedil;os na diversifica&ccedil;&atilde;o de fontes, como o crescimento da participa&ccedil;&atilde;o da energia e&oacute;lica e das t&eacute;rmicas a biomassa, mas a microgera&ccedil;&atilde;o precisa ser valorizada e regulamentada. O pa&iacute;s n&atilde;o pode abrir m&atilde;o de sua matriz reconhecidamente limpa e manter o perfil hidrel&eacute;trico nos parece ser o caminho, n&atilde;o s&oacute; com as grandes usinas j&aacute; em opera&ccedil;&atilde;o ou em constru&ccedil;&atilde;o, mas com as pequenas, que t&ecirc;m baixo impacto ambiental e costumam gerar localmente desenvolvimento e renda.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Santa Catarina &eacute; um exemplo concreto disso. Temos em nosso estado pequenas usinas centen&aacute;rias em opera&ccedil;&atilde;o permanente. Que fontes nos permitem isso? Microgera&ccedil;&atilde;o limpa, perene, perfeitamente compat&iacute;vel com a cogera&ccedil;&atilde;o com outras fontes, como a instala&ccedil;&atilde;o de pequenas usinas fotovoltaicas nos reservat&oacute;rios das PCHs. H&aacute; muitas formas de se aproveitar o imenso potencial energ&eacute;tico renov&aacute;vel do Brasil, e a gera&ccedil;&atilde;o distribu&iacute;da, ou seja, a produ&ccedil;&atilde;o no ponto de consumo, &eacute; uma das formas ainda muito t&iacute;midas, mas com um potencial que pode ser at&eacute; maior do que hoje gera a nossa maior hidrel&eacute;trica, a Itaipu.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para se ter uma ideia, s&oacute; os projetos emperrados de PCHs hoje representam R$ 70 bilh&otilde;es de investimentos privados, mais de 200 mil empregos, reservat&oacute;rios pequenos em todos os estados e pr&oacute;ximos aos centros de carga, o que, por si s&oacute;, garantem menos perdas, menos linhas de transmiss&atilde;o e menos impacto ambiental.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Temos tecnologia 100% nacional, temos pesquisas e o mais importante, temos a necessidade energ&eacute;tica. S&oacute; de projetos de PCHs em an&aacute;lise chegamos a quase 10 GW. S&atilde;o 810 propostas esperando aprova&ccedil;&atilde;o ou licenciamento, seja na Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica, seja nos &oacute;rg&atilde;os licenciadores nos estados e na Uni&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Precisamos discutir com a sociedade e o governo formas de equilibrar a oferta entre as diferentes fontes e, o mais importante, n&atilde;o permitir que sujemos nossa matriz energ&eacute;tica com g&aacute;s, &oacute;leo diesel e carv&atilde;o. Se observarmos o resultado de todos os leil&otilde;es de energia realizados at&eacute; ent&atilde;o, o Governo comprou quase 37% de energia de fontes t&eacute;rmicas f&oacute;sseis, 33% de grandes hidrel&eacute;tricas, cerca de 18% de e&oacute;licas, 9,7% de t&eacute;rmicas a biomassa e somente 1,25% de pequenas centrais hidrel&eacute;tricas. Este segmento s&oacute; n&atilde;o foi pior que o rec&eacute;m chegado setor fotovoltaico, que em dois leil&otilde;es, vendeu para o Governo o que corresponde a 1,07% de todo o montante comprado. Buscar uma isonomia faz-se necess&aacute;ria e o Parlamento brasileiro precisa atuar fortemente neste tema, sugerindo ao Governo, inclusive, a realiza&ccedil;&atilde;o de uma Confer&ecirc;ncia Nacional de Energia, aos moldes das que j&aacute; existem em outros setores, como sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o. (Canal Energia)<\/div>\n<p><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Relan&ccedil;amos faz poucos dias a Frente Parlamentar Mista em Defesa das PCHs e da Microgera&ccedil;&atilde;o. 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