{"id":16851,"date":"2015-04-27T15:58:00","date_gmt":"2015-04-27T19:58:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3164","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=16851","title":{"rendered":"Em: 27\/04\/2015 &agrave;s 15:58h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Mais infla&ccedil;&atilde;o e um &#8220;encolhimento&#8221; maior do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015, al&eacute;m de uma nova alta na taxa b&aacute;sica de juros da economia brasileira ainda nesta semana. Essas foram as previs&otilde;es feitas pelo mercado financeiro na semana passada, e divulgadas nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo o BC, a expectativa dos economistas dos &eacute; que a infla&ccedil;&atilde;o medida pelo &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 8,25% &ndash; na semana anterior, a taxa esperada era de 8,23% na semana anterior. Para 2016, a previs&atilde;o dos economistas para o IPCA ficou est&aacute;vel em 5,6%. Para o PIB, a estimativa agora &eacute; de queda de 1,1%, ante um recuo de 1,03% na semana anterior.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Se confirmada, a previs&atilde;o do mercado para a infla&ccedil;&atilde;o de 2015 (de 8,23%) atingir&aacute; o maior patamar desde 2003, quando ficou em 9,3%. A expectativa oficial do governo para a infla&ccedil;&atilde;o deste ano, divulgada na semana passada, por meio do projeto da Lei de Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;rias, est&aacute; em 8,2%. A equipe econ&ocirc;mica informou que est&aacute; utilizando as previs&otilde;es do mercado financeiro em seus documentos.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Infla&ccedil;&atilde;o pressionada<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo economistas, a alta do d&oacute;lar e dos pre&ccedil;os administrados (como telefonia, &aacute;gua, energia, combust&iacute;veis e tarifas de &ocirc;nibus, entre outros) pressiona os pre&ccedil;os em 2015. Al&eacute;m disso, a infla&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os, impulsionada pelos ganhos reais de sal&aacute;rios, segue elevada.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Em mar&ccedil;o, a infla&ccedil;&atilde;o oficial ficou em 1,32%, depois de avan&ccedil;ar 1,22% em fevereiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). A taxa &eacute; a maior desde fevereiro de 2003, quando atingiu 1,57%, e a mais elevada desde 1995, considerando apenas o m&ecirc;s de mar&ccedil;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Produto Interno Bruto<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para o comportamento do PIB neste ano, os economistas do mercado financeiro baixaram sua previs&atilde;o, na semana passada, para uma retra&ccedil;&atilde;o de 1,10%, contra a estimativa anterior de uma queda de 1,03% em 2015. Se confirmado, ser&aacute; o pior resultado em 25 anos, ou seja, desde 1990 &ndash; quando foi registrada uma queda de 4,35%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O PIB &eacute; a soma de todos os bens e servi&ccedil;os feitos em territ&oacute;rio brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira. Para 2016, o mercado manteve sua previs&atilde;o de alta do PIB em 1%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>No fim de mar&ccedil;o, o IBGE informou que a economia brasileira cresceu 0,1% em 2014. Em valores correntes (em reais), a soma das riquezas produzidas no ano passado chegou a R$ 5,52 trilh&otilde;es, e o PIB per capita (por pessoa) caiu a R$ 27.229. Esse &eacute; o pior resultado desde 2009, ano da crise internacional, quando a economia recuou 0,2%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Taxa de juros<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Ap&oacute;s o Banco Central ter subido os juros para 12,75% ao ano no in&iacute;cio de mar&ccedil;o, o maior patamar em seis anos, o mercado est&aacute; prevendo uma nova alta de juros nesta semana, quando se re&uacute;ne novamente o Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom) do Banco Central. A estimativa &eacute; de que a taxa avance para 13,25% ao ano &#8211; um novo aumento de 0,5 ponto percentual.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A taxa b&aacute;sica de juros &eacute; o principal instrumento do BC para tentar conter press&otilde;es inflacion&aacute;rias. Pelo sistema de metas de infla&ccedil;&atilde;o brasileiro, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pr&eacute;-determinados. As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o cr&eacute;dito, o que pode contribuir para o controle dos pre&ccedil;os.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>C&acirc;mbio, balan&ccedil;a e investimentos<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Nesta edi&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio Focus, a proje&ccedil;&atilde;o do mercado financeiro para a taxa de c&acirc;mbio no fim de 2015 recuou de R$ 3,21 para R$ 3,20 por d&oacute;lar. Para o t&eacute;rmino de 2016, a previs&atilde;o dos analistas para a taxa de c&acirc;mbio ficou est&aacute;vel em R$ 3,30 por d&oacute;lar.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A proje&ccedil;&atilde;o para o resultado da balan&ccedil;a comercial (resultado do total de exporta&ccedil;&otilde;es menos as importa&ccedil;&otilde;es) em 2015 recuou de US$ 4,3 bilh&otilde;es para US$ 4,17 bilh&otilde;es de resultado positivo. Para 2016, a previs&atilde;o de super&aacute;vit comercial permaneceu em US$ 9,95 bilh&otilde;es.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para este ano, a proje&ccedil;&atilde;o de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil subiu de US$ 56 bilh&otilde;es para US$ 57 bilh&otilde;es. Para 2016, a estimativa dos analistas para o aporte avan&ccedil;ou de US$ 58,5 bilh&otilde;es para US$ 60 bilh&otilde;es.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais infla&ccedil;&atilde;o e um &#8220;encolhimento&#8221; maior do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015, al&eacute;m de uma nova alta na taxa b&aacute;sica de juros da economia brasileira ainda nesta semana. Essas foram as previs&otilde;es feitas pelo mercado financeiro na semana passada, e divulgadas nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central. 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