{"id":1325,"date":"2014-05-26T13:39:00","date_gmt":"2014-05-26T17:39:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-1335","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=1325","title":{"rendered":"Em: 26\/05\/2014 &agrave;s 13:39h por Canal Energia"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>De toda a energia de hidrel&eacute;tricas que ser&aacute; contratada at&eacute; 2018, apenas 1 % ter&aacute; reservat&oacute;rio de armazenamento. De acordo com Marcelo Prais, assessor da diretoria geral do Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico, a fonte vai trazer mais 20,5 mil MW nesse per&iacute;odo. No fim de 2013, ela representava 74,8% da matriz el&eacute;trica nacional e vai chegar em 2018 com 70,1%. A energia contratada de todas as fontes vai aumentar 29% no per&iacute;odo, somando um total de 36,72 mil MW. &#8220;Noventa e nove porcento desse potencial que vai ser agregado est&aacute; nas usinas dos rios Madeira e Teles Pires, Belo Monte e Amaz&ocirc;nia. Somente 188 MW ser&atilde;o de reservat&oacute;rio t&eacute;cnico&#8221;, explica o executivo, que participou nesta segunda-feira, 26 de maio, do F&oacute;rum de Gera&ccedil;&atilde;o Termel&eacute;trica &#8211; Cen&aacute;rios, no Rio de Janeiro (RJ).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Ele explicou que &eacute; com esse panorama de ativos que ONS vai trabalhar nos pr&oacute;ximos anos para operar o sistema. Ele conta que o desafio &eacute; grande, devido a essas e outras restri&ccedil;&otilde;es que vem se apresentando, como os atrasos na transmiss&atilde;o. Prais frisou ainda que o ONS sempre pediu mais t&eacute;rmicas na base, para garantir a seguran&ccedil;a do sistema. Segundo Prais, deve ser discutida a constru&ccedil;&atilde;o de reservat&oacute;rios com capacidade de acumula&ccedil;&atilde;o. Ele tamb&eacute;m pede mais debate para o aumento da participa&ccedil;&atilde;o de t&eacute;rmicas no m&eacute;dio prazo, a viabilidade da expans&atilde;o da fonte nuclear no longo prazo. &#8220;N&atilde;o existe solu&ccedil;&atilde;o que possa prescindir dos reservat&oacute;rios e ao mesmo tempo achar que pode prescindir de gera&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica convencional&#8221;, ressalta.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para ele, a atua&ccedil;&atilde;o situa&ccedil;&atilde;o dos reservat&oacute;rios, com &iacute;ndices mais baixos, &eacute; preocupante, mas ainda n&atilde;o &eacute; o momento para se decretar um racionamento de energia. &#8220;A situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; favor&aacute;vel, mas o ONS n&atilde;o vai se furtar a acender sinais. O paciente ainda n&atilde;o est&aacute; na UTI&#8221;, aponta. Ele tamb&eacute;m lembra que a situa&ccedil;&atilde;o desse ano tem um retrato diferente da de 2001. Ainda de acordo com ele, a carga tem apresentado um aumento m&eacute;dio de 4%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Na proje&ccedil;&atilde;o do ONS, ser&atilde;o inseridos 36,7 mil MW no sistema nos pr&oacute;ximos quatro anos. As t&eacute;rmicas a g&aacute;s devem reduzir a participa&ccedil;&atilde;o de 9,2% para 8,1% em 2018, ficando em 1.723 MW. J&aacute; as e&oacute;licas devem experimentar um aumento expressivo de 1,9% para 8,6%, ganhando mais 11,3 mil MW. A Biomassa vai sofrer uma redu&ccedil;&atilde;o de 5,4% para 4,9%, ganhando mais 1.124 MW.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De toda a energia de hidrel&eacute;tricas que ser&aacute; contratada at&eacute; 2018, apenas 1 % ter&aacute; reservat&oacute;rio de armazenamento. 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