{"id":1324,"date":"2014-05-26T13:38:00","date_gmt":"2014-05-26T17:38:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-1334","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=1324","title":{"rendered":"Em: 26\/05\/2014 &agrave;s 13:38h por Exame"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Rio de Janeiro &#8211; O Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico (ONS) espera que a energia hidr&aacute;ulica reduza sua participa&ccedil;&atilde;o na matriz energ&eacute;tica nacional de 74,8 por cento para 70,5 por cento no per&iacute;odo de 2013 a 2018, disse nesta segunda-feira o assessor da diretoria-geral do ONS, Marcelo Prais.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo proje&ccedil;&otilde;es do operador, no mesmo per&iacute;odo a energia e&oacute;lica ter&aacute; forte alta, com participa&ccedil;&atilde;o passando de 1,9 para 8,6 por cento, enquanto as t&eacute;rmicas a &oacute;leo passar&atilde;o de 3,8 para 3 por cento.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A energia de biomassa tamb&eacute;m ser&aacute; reduzida, de 5,4 por cento para 4,9 por cento. As t&eacute;rmicas a g&aacute;s cair&atilde;o de 9,2 para 8,1 por cento, enquanto as t&eacute;rmicas a carv&atilde;o ter&atilde;o baixa de 2,6 para 2 por cento. A energia nuclear, por sua vez, deve subir de 1,6 para 2,1 por cento com a entrada em opera&ccedil;&atilde;o de Angra 3.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Prais explicou, durante evento para o setor termel&eacute;trico no Rio de Janeiro, que a queda da matriz hidr&aacute;ulica ocorrer&aacute; apesar da entrada em opera&ccedil;&atilde;o das novas hidrel&eacute;tricas em constru&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;Ainda h&aacute; dois leil&otilde;es de A-3 com entrada prevista para 2017 e 2018. Temos possibilidade de agregar mais &agrave; matriz energ&eacute;tica&#8221;, disse Prais, referindo-se ao leil&atilde;o que trar&aacute; fontes como g&aacute;s, biomassa e e&oacute;lica, com exce&ccedil;&atilde;o de hidr&aacute;ulica, que n&atilde;o faz parte desse certame.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;O desafio &eacute; bastante grande&#8221;, declarou. &#8220;A carga continua crescendo a uma taxa m&eacute;dia no per&iacute;odo de 2013 a 2018 de 4,2 por cento ao ano&#8221;, completou. Prais explicou que apesar de a capacidade da hidr&aacute;ulica atingir 20.555 MW em 2018 com a entrada em opera&ccedil;&atilde;o de novas usinas, somente 1 por cento desse total representa reservat&oacute;rios, o que segundo ele &eacute; um fator preocupante.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O assessor do ONS disse ainda ser necess&aacute;ria uma rediscuss&atilde;o na sociedade para constitui&ccedil;&atilde;o de novos reservat&oacute;rios com capacidade de acumula&ccedil;&atilde;o. &#8220;N&atilde;o existe solu&ccedil;&atilde;o que possa prescindir dos reservat&oacute;rios para conseguir crescimento sustent&aacute;vel do pa&iacute;s&#8221;.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;A intensifica&ccedil;&atilde;o do uso de fontes renov&aacute;veis n&atilde;o convencionais intermitentes (e&oacute;licas e solares) &eacute; uma quest&atilde;o que consideramos importante, desde que n&atilde;o seja somente elas e que sejam acompanhadas dos pontos precedentes.&#8221;&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rio de Janeiro &#8211; O Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico (ONS) espera que a energia hidr&aacute;ulica reduza sua participa&ccedil;&atilde;o na matriz energ&eacute;tica nacional de 74,8 por cento para 70,5 por cento no per&iacute;odo de 2013 a 2018, disse nesta segunda-feira o assessor da diretoria-geral do ONS, Marcelo Prais. 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