{"id":1313,"date":"2014-05-23T13:05:00","date_gmt":"2014-05-23T17:05:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-1323","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=1313","title":{"rendered":"Em: 23\/05\/2014 &agrave;s 13:05h por Jornal da Energia"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G158.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P158.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Alstom espera que o governo mantenha  os planos e licite o mais breve poss&iacute;vel a hidrel&eacute;trica S&atilde;o Luiz do  Tapaj&oacute;s (6.133MW), que ser&aacute; instalada no Par&aacute;. Por ser um dos &uacute;ltimos  aproveitamentos h&iacute;dricos de grande porte, o projeto ter&aacute; a miss&atilde;o de  reaquecer a ind&uacute;stria, que passa atualmente por uma fase morna.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o presidente da Alstom no  Brasil, Marcos Costa, a &uacute;ltima grande leva de encomendas aconteceu ap&oacute;s a  licita&ccedil;&atilde;o das usinas do rio Madeira, Jirau e Santo Ant&ocirc;nio, em 2008.  &#8220;Naquele momento, o mercado foi maior do que o que estamos vivendo no  momento. Tivemos que fazer uma readequa&ccedil;&atilde;o para menor. Tapaj&oacute;s &eacute; vital  para a ind&uacute;stria, para trazer uma encomenda importante. Se novas  hidrel&eacute;tricas sa&iacute;rem em um prazo relativamente curto, n&oacute;s temos  condi&ccedil;&otilde;es de aumentar nossa produ&ccedil;&atilde;o e absorver esse eventual aumento&#8221;,  disse o executivo, ap&oacute;s a inaugura&ccedil;&atilde;o do Centro Global de Tecnologia  (CTG), localizado em Taubat&eacute;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O governo mant&eacute;m a expectativa de  licitar, ainda este ano, o projeto da hidrel&eacute;trica S&atilde;o Luiz do Tapaj&oacute;s.  Segundo informou, nesta semana, Mauricio Tolmasquim, presidente da  Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE), a ideia &eacute; preparar um leil&atilde;o  especial para esse empreendimento. a hidrel&eacute;trica ter&aacute; 33 turbinas do  tipo Kaplan e reservat&oacute;rio de 722 quil&ocirc;metros quadrados. O projeto ser&aacute; o  primeiro no conceito de usina-plataforma, baseado no modelo de  explora&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo em alto-mar, com o objetivo de causar impacto  m&iacute;nimo no meio ambiente. Essas usinas seriam cercadas de floresta por  todos os lados.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al&eacute;m de S&atilde;o Luiz do Tapaj&oacute;s, a EPE  espera levar &agrave; licita&ccedil;&atilde;o neste ano a UHE Itaocara (145MW-RJ). Esta  estava prevista para ser licitada ainda em 2013, por&eacute;m foi retirada do  &uacute;ltimo leil&atilde;o A-5, realizado em dezembro. Itaocara j&aacute; possui a licen&ccedil;a  ambiental. A amplia&ccedil;&atilde;o da capacidade instalada da UHE Santo Ant&ocirc;nio  tamb&eacute;m est&aacute; no radar da EPE.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A companhia det&eacute;m atualmente 36% do  mercado para hidrel&eacute;tricas brasileiro. Atualmente est&aacute; fornecendo para  as usinas Santo Ant&ocirc;nio do Jari (373,4MW), Jirau (3750MW), Santo Ant&ocirc;nio  (3568MW), Belo Monte (11233MW), Cachoeira Caldeir&atilde;o (219MW), Baixo  Igua&ccedil;u (350MW) e S&atilde;o Manoel (700MW). &#8220;Nosso &uacute;nico rev&eacute;s foi Sinop  (400MW)&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Costa ressalta que um eventual  crescimento depender&aacute; n&atilde;o s&oacute; de Tapaj&oacute;s, mas tamb&eacute;m da retomada do setor  de pequenas centrais hidrel&eacute;tricas. &#8220;A Alstom sempre teve participa&ccedil;&atilde;o  importante neste mercado. N&atilde;o temos nenhuma PCH em produ&ccedil;&atilde;o no momento,  mas temos equipe e a engenharia. Estamos prontos para a retomada. N&atilde;o  queremos sair de jeito nenhum deste segmento&#8221;, frisou.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Transmiss&atilde;o<\/strong><br \/> Outra meta da Alstom para o curto prazo &eacute; fornecer para o segundo bipolo  de Belo Monte, cujo leil&atilde;o deve ficar para o pr&oacute;ximo ano. &#8220;Ficamos  frustrados no primeiro bipolo, mas com certeza vamos estar com muita  motiva&ccedil;&atilde;o para o pr&oacute;ximo. Fomos uma das primeiras empresas a investir em  800 kv (ultra alta tens&atilde;o). Nosso conte&uacute;do local para o segundo bipolo &eacute;  expressivo, n&atilde;o posso revelar o percentual, mas atende tranquilamente a  condi&ccedil;&atilde;o de financiabilidade do Banco Nacional de Desenvolvimento  Econ&ocirc;mico e Social&#8221;, disse.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Proposta da GE<br \/> Todos esses planos acontecem em meio a um turbilh&atilde;o que pode mudar os  rumos da Alstom. Os neg&oacute;cios de energia da companhia, em n&iacute;vel global,  podem ser comprados pela GE. Sem dar muitos detalhes, Costa informou  apenas que o Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o da companhia tem at&eacute; o dia 2 de  junho para responder se aceita ou n&atilde;o a proposta feita pela empresa  norte-americana, que quer pagar 12,3 bilh&otilde;es de euros. A alem&atilde; Siemens  corre por fora.&nbsp;<br \/>&nbsp; <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Alstom espera que o governo mantenha os planos e licite o mais breve poss&iacute;vel a hidrel&eacute;trica S&atilde;o Luiz do Tapaj&oacute;s (6.133MW), que ser&aacute; instalada no Par&aacute;. Por ser um dos &uacute;ltimos aproveitamentos h&iacute;dricos de grande porte, o projeto ter&aacute; a miss&atilde;o de reaquecer a ind&uacute;stria, que passa atualmente por uma fase morna. 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