{"id":1301,"date":"2014-05-21T18:46:00","date_gmt":"2014-05-21T22:46:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-1311","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=1301","title":{"rendered":"Em: 21\/05\/2014 &agrave;s 18:46h por Jornal da Energia"},"content":{"rendered":"<p>A oferta de energia e&oacute;lica deve superar os 473MW em 2018, enquanto o  crescimento da oferta da hidr&aacute;ulica deve chegar a 22,3 mil megawatts no  mesmo per&iacute;odo. Ainda assim, a nova matriz energ&eacute;tica, que se configura  em torno de fontes renov&aacute;veis, vai precisar das t&eacute;rmicas convencionais  para atender a demanda, equilibrar custos e dar seguran&ccedil;a ao sistema. A  avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; do diretor-geral do Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico  (ONS), Hermann Chipp.<\/p>\n<p>&ldquo;Vai ser uma maravilha mas, para garantir atendimento, tem que ter  t&eacute;rmica. Essa matriz tem de ser modificada&rdquo;, defendeu Chipp, ao  participar do segundo dia de agenda da Semana de Infraestrutura  (L.E.T.S.), evento da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado de S&atilde;o Paulo  (Fiesp).<\/p>\n<p>Segundo ele, a oferta de energia deve aumentar em 20 mil MW em 2018  somente com expans&atilde;o hidrel&eacute;trica , o que significa um crescimento de  22,3% entre 2013 e 2018. &ldquo;Mas voc&ecirc; n&atilde;o pode contar s&oacute; com isso. Ent&atilde;o,  vai ter precisar de t&eacute;rmica&rdquo;.<\/p>\n<p>Para Chipp, a matriz energ&eacute;tica brasileira permitir&aacute; no futuro a  inclus&atilde;o de novos reservat&oacute;rios, aumento da participa&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica  convencional (carv&atilde;o mineral e g&aacute;s natural) no m&eacute;dio prazo e viabilidade  da expans&atilde;o do parque nuclear no longo prazo.<\/p>\n<p>O diretor do ONS informou ainda que o &iacute;ndice de armazenamento  energ&eacute;tico deve chegar ao fim do ano a uma taxa de 30%. &ldquo;Isso &eacute; 10%  abaixo da m&eacute;dia.&rdquo;<\/p>\n<p>Chipp reiterou que na atual situa&ccedil;&atilde;o, &ldquo;fica  clara a necessidade de mudan&ccedil;a da pol&iacute;tica operativa com despacho  t&eacute;rmico, mesmo para anos hidrol&oacute;gicos pr&oacute;ximos &agrave; m&eacute;dia&rdquo;.<\/p>\n<p>Para Marco Ant&ocirc;nio Oliveira, representante da PSR Consultoria, se o  Pa&iacute;s quiser aumentar a matriz energ&eacute;tica com riscos menores, precisa  colocar t&eacute;rmica na expans&atilde;o.<\/p>\n<p>&ldquo;Se quiser andar com n&iacute;vel de risco  mais baixo, 15% de t&eacute;rmica. Se olharmos a diferen&ccedil;a de na gera&ccedil;&atilde;o do  per&iacute;odo &uacute;mido para o seco, voc&ecirc; vai ter problema no per&iacute;odo seco para  operar o sistema. A gente tem que inserir t&eacute;rmicas para manter at&eacute; o  n&iacute;vel de participa&ccedil;&atilde;o que ela tem hoje&rdquo;, defendeu Oliveira.<\/p>\n<p>Renov&aacute;veis<br \/>De acordo com o secret&aacute;rio de Planejamento e  Desenvolvimento Energ&eacute;tico do Minist&eacute;rio de Minas e Energia (MME),  Altino Ventura Filho, as fontes renov&aacute;veis devem atingir uma  participa&ccedil;&atilde;o de 83,5% somente da matriz de energia el&eacute;trica em 2022. Em  2013, cerca de 78,4% da matriz era proveniente de fonte renov&aacute;vel.<\/p>\n<p>Segundo Ventura Filho, a participa&ccedil;&atilde;o das hidrel&eacute;tricas na matriz  deve cair de 76,9% para 69,9% em 2022, enquanto as t&eacute;rmicas por carv&atilde;o  deve manter a participa&ccedil;&atilde;o entre 1,4% e 1,5%. J&aacute; a e&oacute;lica deve aumentar  para 5,2%.<\/p>\n<p>&ldquo;O Brasil tem, portanto, todas as condi&ccedil;&otilde;es para ser autossuficiente  em termos de energia, um exportador, um trade importante no mercado  internacional&rdquo;, disse Ventura Filho.<\/p>\n<p>De acordo com dados do  secret&aacute;rio, as fontes renov&aacute;veis no mundo corresponderam a 13,4% da  matriz de energia em 2013, contra 40,5% do Brasil no setor de energia  como um todo no mesmo per&iacute;odo. Os combust&iacute;veis f&oacute;sseis chegaram a  participar com 81,7% da matriz no ano passado, enquanto no Brasil o  percentual foi de 58,2%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A oferta de energia e&oacute;lica deve superar os 473MW em 2018, enquanto o crescimento da oferta da hidr&aacute;ulica deve chegar a 22,3 mil megawatts no mesmo per&iacute;odo. Ainda assim, a nova matriz energ&eacute;tica, que se configura em torno de fontes renov&aacute;veis, vai precisar das t&eacute;rmicas convencionais para atender a demanda, equilibrar custos e dar seguran&ccedil;a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1301"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1301"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1301\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1301"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1301"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1301"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}