{"id":1270,"date":"2014-05-16T13:47:00","date_gmt":"2013-12-24T08:20:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-1278","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=1270","title":{"rendered":"Em: 16\/05\/2014 &agrave;s 13:47h por O Tempo"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Voc&ecirc; se lembra quando a presidente Dilma Rousseff editou a Medida Provis&oacute;ria 579, que concedeu um desconto m&eacute;dio de 18,24% na conta de luz dos mineiros? Em 15 meses, 89,4% desse descont&atilde;o j&aacute; derreteram sob o calor das t&eacute;rmicas. E, de acordo com o gerente de tarifas da Cemig, Ronalde Xavier Moreira J&uacute;nior, no ano que vem ele estar&aacute; anulado. Antes da MP, em 2012, o custo do Mwh era R$ 404,23. Logo depois, caiu para R$ 330,90, uma diferen&ccedil;a de R$ 73,33. Ap&oacute;s a revis&atilde;o tarif&aacute;ria de 2013 e o reajuste deste ano, o Mwh chegou em abril de 2014 custando R$ 396,42. Ou seja, est&aacute; a somente R$ 7,81 do patamar anterior ao desconto.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>S&oacute; neste ano, a conta de luz residencial subiu em m&eacute;dia 14,24% para os mineiros. Mas a Cemig tinha pedido que a Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) autorizasse um aumento de 29,7%. Pelo c&aacute;lculo da concession&aacute;ria, esse percentual seria o suficiente para cobrir o aumento das despesas. S&oacute; o custo com o acionamento das usinas t&eacute;rmicas para compensar a redu&ccedil;&atilde;o da gera&ccedil;&atilde;o hidrel&eacute;trica pela falta de chuva, associado &agrave; dificuldade de comprar energia por falta de oferta, j&aacute; soma R$ 950 milh&otilde;es nos tr&ecirc;s primeiros meses de 2014.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O custo subiu, mas a regulamenta&ccedil;&atilde;o do setor de energia n&atilde;o permite que tudo seja repassado de uma vez. A regra &eacute; repassar em at&eacute; dois anos. Isso significa que, s&oacute; com os gastos deste ano, n&atilde;o h&aacute; como escapar de um aumento na conta no ano que vem. &ldquo;Somente esse montante do primeiro trimestre impactaria aproximadamente 5% de aumento em 2015. Ainda haver&aacute; mais necessidade de aportes na C&acirc;mara de Comercializa&ccedil;&atilde;o de Energia El&eacute;trica (CCE) ao longo dos outros nove meses do ano&rdquo;, ressalta J&uacute;nior.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Ele explica ainda que o repasse &eacute; inevit&aacute;vel, pois a compra de energia n&atilde;o &eacute; um custo gerenci&aacute;vel pelas distribuidoras de energia, uma vez que depende da oferta dos leil&otilde;es organizados pelo governo.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo dados da Aneel, das 17 concession&aacute;rias que tiveram reajuste at&eacute; abril, apenas tr&ecirc;s mantiveram a redu&ccedil;&atilde;o na tarifa do ano passado para c&aacute;. &Eacute; o caso de CPFL Mococa, CPFL Leste Paulista e Enersul. Em uma delas, AES Sul (RS), o pre&ccedil;o para o consumidor residencial at&eacute; subiu e est&aacute; R$ 7 mais alto que antes do desconto.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>MP 579<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Entenda. Medida Provis&oacute;ria que mudou as regras das concess&otilde;es de transmiss&atilde;o e gera&ccedil;&atilde;o de energia e cortou encargos sociais do setor, gerando desconto a partir de janeiro de 2013.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Jaguara<\/div>\n<p><\/p>\n<div>14 de maio de 2014: o STJ iniciou o julgamento do Mandado de Seguran&ccedil;a que a Cemig impetrou para anular decis&atilde;o do Minist&eacute;rio de Minas e Energia, que negou a prorroga&ccedil;&atilde;o do prazo da concess&atilde;o da Usina de Jaguara.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Entenda. Essa concess&atilde;o deveria acabar em agosto de 2013. O contrato previa prorroga&ccedil;&atilde;o por 20 anos, mas a MP 579 cancelou a prorroga&ccedil;&atilde;o. A Cemig mant&eacute;m a concess&atilde;o por meio de liminar.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc&ecirc; se lembra quando a presidente Dilma Rousseff editou a Medida Provis&oacute;ria 579, que concedeu um desconto m&eacute;dio de 18,24% na conta de luz dos mineiros? Em 15 meses, 89,4% desse descont&atilde;o j&aacute; derreteram sob o calor das t&eacute;rmicas. 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